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Florença: O que fazer – Principais pontos turísticos

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Aquela nossa lista pá-pum do que é imperdível pra ser visto na capital da Toscana, Florença. Mas antes, nosso mapa esperto.

Você já fechou seu roteiro pela Itália? Aqui tem a sugestão de um roteiro de 13 dias e aqui um de 15 dias.

Aqui também falamos sobre a melhor forma de deslocamento na Itália, e aqui quais são as melhores épocas pra ir.

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Pontos Imperdíveis em Florença

   

Agora sim, todos os pontos.

Caso queira ter uma visão geral da cidade antes de bater perna, você pode pegar um desses ônibus panorâmicos Hop-on Hop-off, que te contará a história dos pontos turísticos e te mostrará todos eles, sendo possível sair e voltar quantas vezes quiser. O benefício desse tour é analisar as distâncias entre os pontos e ver se você vai conseguir fazer tudo à pé mesmo ou vai preferir pegar um taxi de um ponto à outro, além de ouvir todas as explicações e ver os pontos enquanto descansa as pernas. – Clique aqui pra ver valores e disponibilidade para sua data.

  • Ponte Vecchio: Um dos cartões postais de Florença e uma das pontes mais famosas da Europa. Sobreviveu às bombas dos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Construída em 1345, sobre o Rio Arno. atualmente abriga várias lojinhas (CARAS!). Atravesse por ela à pé e sinta um pouco o clima da cidade. Se estiver de casal, lá você pode colocar um cadeado como simbolo de desejo de amor eterno, mas não esqueça de jogar a chave no rio. Ela merece uma visita dupla, de dia e de noite, pois o visual muda completamente.
  • Piazza del Duomo: É a praça que abriga a Catedral de Florença, o Campanário de Giotto, o Batistério de São João e o Museo dell’Opera del Duomo (que abriga as obras da Basilica di Santa Maria del Fiore e obras do pintor Donatello).
  • Basilica di Santa Maria del Fiore: Uma das igrejas mais famosas do mundo, a Basílica di Santa Maria del Fiore. Conhecida como Catedral de Florença ou Duomo de Florença, demorou seis séculos pra ser construida. É a catedral da arquidiocese de Florença e pode acomodar até trinta mil pessoas. Para ingressos da Catedral de Florença com acesso rápido + subida à cúpula, clique aqui.  Ou para ingressos para a Catedral de Florença com acesso rápido + tour guiado da cúpula, clique aqui.
    • Campanário de Giotto: É a torre campanária de Santa Maria del Fiore. A posição do campanário é incomum, alinhado à direita da fachada. Possui um conjunto de sete sinos, sendo o maior de 1705, com 2m de diâmetro. É possível subir para visitar.
  • Batistério de São João: Acredita-se que é o mais antigo prédio da cidade e é famoso por suas magníficas portas de bronze. Por um longo tempo acreditou-se que o batistério era, na verdade, um templo romano dedicado a Marte. Contudo, essa era uma ideia incorreta. Escavações no século XX mostraram que o batistério era uma torre de guarda, parte de uma muralha que protegia a cidade. O batistério é uma construção octogonal que simboliza o oitavo dia (octava dies), o tempo da Ascensão de Cristo. Simbolizava a vida eterna, que é dada pelo batismo. O exterior é decorado por estátuas de Andrea Sansovino, Giovan Francesco Rustici e Vincenzo Danti.
  • Portão do Paraíso: A porta em frente ao Duomo, construída por Ghiberti entre 1424 e 1452. Foi chamado de “Porta do Paraíso” por Michelangelo, que dizem que, observando os painéis, ele exclamou: “estão tão bem que ficam bem às portas do Paraíso”. A porta é dividida em 10 quadrados retangulares grandes, dispostos em duas fileiras que representam cenas do Antigo Testamento, nas duas portas da esquerda para a direita e de cima para baixo. Em cada painel, Ghiberti montou várias cenas, de modo que mais de cinquenta episódios poderiam ser representados. Há também 24 pequenos bustos, representando homens ilustres florentinos, incluindo um auto-retrato do próprio Ghiberti. Os painéis originais da Porta do Paradiso estão agora preservados no Museo dell’Opera del Duomo.

  • Basílica de São Lourenço: Uma das igrejas mais antigas da Itália, com sua estrutura toda preservada. Está integrada no centro histórico de Florença, local classificado Património Mundial pela UNESCO, juntamente com a catedral e os palácios Médici-Riccardi, Pitti e Uffizi.
    • Capela Medici: A Capela dos Médici (Cappelle medicee) localiza-se no interior da Basílica de São Lourenço, em Florença, Itália. Foi construída pela Família Médici durante a Renascença e atualmente compreende duas construções: a Sacristia Nova (concebida por Michelangelo) e a Capella dei Principi (Capela dos Príncipes). É considerada um dos mais importantes prédios religiosos da Toscana. – Para comprar ingressos e entrar sem perder tempo na fila, clique aqui.
  • Mercado Central de Florença: Bom para conhecer e comer. Para encontrar, busque o Mercato di San Lorenzo, que é uma rua com feira, próxima à Basílica de São Lourenço, lá você encontrará o Mercado Central. Compre especiarias, comidas italianas, molhos e temperos. O andar de baixo tem lojinhas, e o de cima tem uma praça de alimentação. Visite no mesmo dia que visitar a Basílica di Santa Maria del Fiore, pois é do lado.
  • Mercato di San Lorenzo: Fica do lado de fora do mercado central. Ela começa na Via dell’Ariento, e você encontrará uma variedade de roupas, bolsas, produtos de couro, lembrancinhas, e acessórios.
  • Piazzale Michelangelo: Um pouco afastada do centro turístico, mas oferece uma vista ótima de Florença e dos principais pontos turísticos. Vá na hora do pôr do sol e veja a cidade de noite. Dá pra subir à pé, mas se estiver sem disposição, pegue um táxi porque pode ser cansativo.
  • Museu Galleria degli Uffizi: Um palácio que fica ao lado do Museu Galileu e é um dos museus mais famosos do mundo. O edifício foi projetado pelo arquiteto Giorgio Vasari em 1560, e atualmente abriga obras como O Nascimento de Vênus e a A Primavera de Botticelli, além de obras de Filippo Lippi, Da Vinci, Caravaggio e Michelangelo. um palácio situado em Florença, na Itália. Está dividido em várias conforme estilos em ordem cronológica, e possui a melhor coleção do mundo de obras do Renascimento. – Para comprar ingressos e entrar sem perder tempo na fila, para a Galeria Uffizi, Palácio Pitti & Jardins de Boboli, clique aqui. Ou para comprar ingressos apenas para a Galeria Uffizi com entrada prioritária, clique aqui.
  • Museo dell’Opera di Santa Maria del Fiore: museu dedicado a recolher e preservar obras de arte, elementos decorativos e outros objetos procedentes do complexo arquitetônico que compreende a catedral, o campanário e o batistério de Florença, na Itália.
  • Palacio Pitti: Grande palácio renascentista situado na margem do rio Arno, a pouca distância da Ponte Vecchio. Projetado como residência urbana de Luca Pitti, um banqueiro florentino, foi comprado em 1539 pela Família Médici, para servir de residência oficial dos Grandes Duques da Toscânia. Já alojou importantíssimas famílias para além dos Médici, como os Lorena, os Bourbon, os Bonaparte e os Saboia. – Para comprar ingressos do Palácio Pitti & Galeria Palatina e entrar sem perder tempo na fila, clique aqui.
  • Palazzo Vechio: Fica na Praça da Senhoria (Piazza della Signoria) e atualmente é a sede da prefeitura. Possui um museu que expõe, entre outras, obras de Agnolo Bronzino, Michelangelo Buonarroti e Giorgio Vasari. – Para comprar ingressos do museu com vídeo guia e entrar sem perder tempo na fila, clique aqui.
  • Galleria Academia de Arte Florence –Para comprar ingressos e entrar sem perder tempo na fila, clique aqui.
  • Piazza della Signoria: Praça central de Florença, sede do poder civil com o Palazzo Vecchio e o coração da vida social da cidade.
    • Fontana de Netuno: Situada na Piazza della Signoria, em frente ao Palazzo Vecchio. Feita de mármore e bronze, a fonte foi inaugurada em 1565. É o trabalho do escultor Bartolomeo Ammannati com alguns elementos criados por colaboradores. Por exemplo, os cavalos-marinhos de bronze são obra de Giovanni da Bologna. A fonte sofreu muito dano durante os séculos. Foi usado como lavatório de tinteiros e lavanderia no final do século XVI. Foi vandalizado em 1580. Um sátiro foi roubado durante o carnaval em 1830, e foi novamente danificada pelos bombardeios de Bourbon em 1848. Subsequentemente, ele foi objeto de várias restaurações e substituições.
  • Rio Arno: Nasce nos Apeninos e atravessa a região da Toscana, percorre 241 km e passa por Florença e Pisa antes de desaguar no Mar Tirreno. O Arno é o mais extenso rio da região da Toscana, com o maior curso de água, e é fator determinante para a existência de várias civilizações que habitaram a Toscana, antes mesmo até dos romanos chegarem até o local. Serviu como uma importante via de transporte fluvial sendo servido por vários portos, ligando a cidade de Florença até o Mar Tirreno. Por vezes ocasionou inundações, a mais lembrada foi a inundação de 1966. Outra inundação muito recordada pela história ocorreu em 1333, que destruiu a Ponte Romano, situada onde hoje existe a Ponte Vecchio.
  • Passear a pé: Um dos melhores programas em Florença é bater perna pelas ruas e se sentir como um local. Tire fotos e se perca.


Mais pontos turísticos em Florença

  • Palazzo Castellani: Um palácio que se encontra na Piazza dei Giudici, logo por trás da esplanada da Galleria degli Uffizi. Atualmente, o severo edifício medieval de três andares hospeda o Museu de História da Ciência (Museo Galileo – Istituto e Museo di Storia della Scienza) de Florença, onde se conserva uma das mais importantes colecções científicas a nível nacional e internacional. – Para comprar ingressos e entrar sem perder tempo na fila, clique aqui.
  • Jardins de Boboli: Um parque que abriga uma coleção de esculturas que datam dos séculos XVI a XVIII, com algumas antiguidades romanas. Os jardins ficam atrás do Palácio Pitti, e é um dos primeiros e mais conhecidos jardins italianos do século 16. A abertura do jardim, com uma visão ampla da cidade, não era convencional para o seu tempo. Os jardins eram muito luxuosos, considerando-se que nenhum acesso era permitido a qualquer pessoa fora da família Medici imediata, e nenhum entretenimento ou festas aconteciam nos jardins. – Para comprar ingressos e entrar sem perder tempo na fila, clique aqui.
  • Basílica de Santa Cruz: A principal igreja franciscana em Florença, e uma das principais basílicas da Igreja Católica no mundo. É o lugar onde estão enterrados alguns dos mais ilustres italianos, tais como Michelângelo, Galileo Galilei, Maquiavel e Rossini, e assim é apelidada de Panteão das Glórias Italianas. A lenda diz que a igreja foi fundada pelo próprio São Francisco de Assis. A atual igreja foi iniciada em 1294, possivelmente por Arnolfo di Cambio e foi bancada por algumas das famílias mais ricas da cidade. Foi consagrada em 1442 pelo papa Eugênio IV. A vasta estrutura é a maior igreja franciscana do mundo. Suas características mais marcantes são as 16 capelas, muitas delas decoradas com afrescos de Giotto e seus alunos e os monumentos funerários. O campanário foi construído em 1842.
  • Museu Nacional do Bargello: instalado em um dos mais antigos edifícios públicos da cidade, o Palazzo del Bargello, também conhecido como Palazzo del Podestà ou Palazzo del Popolo. Abriga a doação da rica coleção do antiquário Louis Carrand, de Lyon, com mais de 3 mil peças e outras doações importantes como Conti (1886), Ressman (1899) e Franchetti (1906), que definiram o perfil do museu como dedicado às artes decorativas, embora a seção de escultura renascentista ainda seja notável pela quantidade de obras-primas que possui. – Para comprar ingressos e entrar sem perder tempo na fila, clique aqui.
  • Santa Maria Novella: Situada transversalmente a estação ferroviária de mesmo nome, é a primeira grande Basílica de Florença, e a principal Igreja Dominicana da Cidade. A igreja, o claustro adjacente e a casa capitular contém uma reserva de tesouros artísticos e monumentos funerários. Ela é chamada de Novella (Nova), porque sua construção foi feita no lugar do oratório de Santa Maria delle Vigne, datado do século IX. Quando esse local foi dado a ordem dominicana em 1222, eles decidiram construir uma nova igreja e um claustro adjacente. – Para comprar ingressos com vídeo guia e entrar sem perder tempo na fila, clique aqui.
  • Piazza della Repubblica: Abrigou o primeiro fórum da cidade e depois do antigo gueto da cidade, que foi varrido durante as obras de melhoria da cidade. Entre os cafés da praça, o café Giubbe Rosse tem sido um ponto de encontro de artistas e escritores famosos, especialmente os do Futurismo. A estátua de Vittorio Emanuele II foi removida em 1932 e mudou-se para o Cascine. No período do pós-guerra, a praça mudou seu nome para Piazza della Repubblica. Em 1956, a Colonna dell’Abbondanza foi re-localizada. A praça é hoje um teatro de artistas de rua e exposições improvisadas.
  • Loggia dei Lanzi: Um edifício em uma esquina da Piazza della Signoria, ao lado da Galeria Uffizi. São amplos arcos abertos para a rua. Os arcos repousam em pilastras agrupadas com capitéis coríntios. O nome Loggia dei Lanzi remonta ao reinado do Grão-Duque Cosimo I, quando foi utilizado para abrigar suas terras formidáveis, ou piqueiros mercenários alemães. Após a construção do Uffizi na parte de trás da Loggia, o telhado da Loggia foi modificado por Bernardo Buontalenti e tornou-se um terraço a partir do qual os príncipes Medici podiam assistir a cerimônias na praça.

  • Corredor Vasariano: Uma passagem elevada e fechada, que liga o Palazzo Vecchio ao Palazzo Pitti. Começando no lado sul do Palazzo Vecchio, até que atravesse o rio na Ponte Vecchio. No momento da construção, o corredor tinha que ser construído em torno da Torre dei Mannelli, porque os donos da torre se recusaram a alterá-la. O corredor cobre parte da fachada da Igreja de Santa Felicita. O corredor serpenteia então por fileiras de casas no distrito de Oltrarno, tornando-se mais estreito, para finalmente se unir ao Palazzo Pitti. A maior parte está fechada para visitantes.
  • Basílica do Espírito Santo: Erguida sobre ruínas de um convento dos agostinhos do século XIII. Seu interior possui numerosas obras de arte de Francesco Botticini, Andrea Sansovino, Cosimo Rosselli, Filippino Lippi, Giuliano da Sangallo, Alessandro Allori, Nanni di Baccio Bigio, Alessandro Gherardini, Bernardo Buontalenti, Antonio Rossellino, Michelangelo, Ghirlandaio e vários outros mestres.
  • Basílica di San Miniato al Monte: Fica no topo de um dos mais altos pontos de Florença e tem sido descrita como a estrutura românica mais bela da Toscana e uma das igrejas mais bonitas da Itália. São Miniato foi o primeiro mártir de Florença, possivelmente um mercador grego ou um príncipe armênio, que deixou sua casa para fazer uma peregrinação a Roma. Chegou em Florença em 250 DC e tornou-se um ermitão. Foi decapitado durante as perseguições anticristãs do Imperador Décio e, diz a lenda, pegou sua própria cabeça e atravessou o Rio Arno, voltando para sua solidão no Mons Fiorentinus. O centro da nave é dominado pela bonita Cappella del Crocefisso, e o altar superior supostamente contém os osso de São Miniato. A sacristia é decorada com afrescos da vida de São Benedito por Spinello Aretino. No cemitério, chamado Porte Sante, estão os túmulos de Carlo Collodi, criador do Pinóquio, Giovanni Spadolini (político), Pietro Annigoni (pintor), Luigi Ugolini (poeta e autor), Mario Cecchi Gori (produtor de filmes), Libero Andreotti (escultor) e Giovanni Papini (escritor).
  • Palazzo Strozzi: Um dos mais notáveis edifícios da fase inicial da Renascença italiana. De tamanho imponente (foi necessário destruir 15 edifícios para construí-lo), encontra-se entre as homónimas Via Strozzi e Plaza Strozzi, e a Via Tornabuoni, com grandiosos portais que fazem de entrada, todos idênticos, em cada um dos três lados que não se encontram encostados a outros edifícios. Foi construído, entre 1489 e 1538, para a família Strozzi, uma das mais importantes linhagens patrícias florentinas, tradicionalmente hostil à facção dos Médici, que o manteve na sua posse até 1907, ano em que foi legado ao Estado italiano. Albriga hoje galerias de arte, um arquivo e outros serviços culturais.
  • Giardino Bardini: Um jardim renascentista italiano. Aberto apenas recentemente ao público, é relativamente pouco conhecido. O jardim tem muitas estátuas e vistas panorâmicas sobre a cidade. O acesso é feito através da Via de ‘Bardi, apenas sobre a estrada a partir do Museo Bardini no Oltrarno distrito da cidade.
  • Igreja de Orsanmichele: Foi originalmente um mercado de grãos, e tornou-se uma igreja em 1380 ou 1404. No final do século XIV, a cidade pediu às guildas de mercadores que decorassem a fachada do prédio com santos padroeiros. O resultado foi uma competição para criar a estátua mais bela, o que resultou em uma variedade de belíssimas obras de arte. As guildas mais ricas usaram o bronze na construção das estátuas de seus santos. As esculturas vistas hoje são cópias, pois as originais foram recolhidas para museus. Dentro da igreja encontra-se o Tabernáculo Gótico de Andrea Orcagna, que guarda uma reprodução de Bernardo Daddi de um ícone antigo da Madonna e Menino. Hoje, todas as esculturas originais foram removidas e substituídas por cópias para que fossem protegidas do clima e do vandalismo. Elas estão no museu de Orsanmichele, no andar superior da igreja.
  • São Marcos: Um complexo religioso que engloba uma igreja e um convento. O convento, que é agora o Museo Nazionale di San Marco, tem três reivindicações para a fama. Durante o século XV foi o lar de dois dominicanos famosos, o pintor Fra Angelico e o pregador Girolamo Savonarola. O convento também abriga uma famosa coleção de manuscritos em uma biblioteca construída por Michelozzo .
  • Fontana del Porcellino: Significa ‘leitão’, e é o apelido para a fonte de bronze de um javali. A figura da fonte foi esculpida e moldada pelo mestre barroco Pietro Tacca. Foi originalmente planejado para o Jardim de Boboli, em seguida, mudou-se para o Mercato Nuovo em Florença. A fonte foi colocada originalmente voltada para o leste, na via Calimala, em frente à farmácia que por associação ganhou o nome de Farmacia del Cinghiale (italiano para “javali”). Para ganhar mais espaço para o tráfego do mercado, mais tarde foi transferido para o lado voltado para o sul, onde ainda permanece como um dos pontos mais populares para os turistas. O original já foi substituido e atualmente lá está uma réplica. Os visitantes de Il Porcellino colocam uma moeda nas mandíbulas abertas do javali, para dar sorte, e esfregam o focinho do javali para garantir um retorno a Florença, uma tradição que manteve o focinho em um estado de brilho polido, enquanto o resto do corpo do javali foi patinado para um verde acastanhado fosco.

Se você tiver tempo, é possível fazer uma viagem de ida e volta a Pisa e ver a famosa torre inclinada a partir de Florença. Clique aqui pra ver quanto custa o passeio completo. 

Pra você, tem mais alguma ponto imperdível em Florença? E qual mais gostou? Escreve ai pra gente ;)

   

Ingrid5Cantos

Olá! Meu nome é Ingrid e sou apaixonada por viagens! O 5Cantos é um projeto de realização pessoal, não vivemos dele. Sou engenheira e trabalho como todo mundo, mas nas madrugadas escrevo umas dicas aqui. Queremos ajudar pessoas normais, como nós, a viajar sempre mais, otimizando o tempo e dinheiro. Viajar é possível, cola comigo!

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