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Festas Juninas: As melhores do Brasil e pelo mundo

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As festas juninas enriquecem a cultura do Brasil, mas diferente do que muitos pensam, elas não são exclusivas do nosso país. Temos que concordar que nós temos nosso jeitinho todo especial e características que só o Brasil seria capaz de ter, mas as festas dos santos populares são também comemoradas no hemisfério Norte. No solstício de verão, são realizadas as festas, que equivale com o nosso inverno, mais especificamente, as celebrações do Norte da Europa ocorrem entre 19 de junho e 25 de junho. As datas exatas variam entre as diferentes culturas.

Essas celebrações são particularmente importantes no Norte da Europa − Dinamarca, Estónia, Finlândia, Letônia, Lituânia, Noruega e Suécia −, mas também ocorrem em grande escala na Irlanda, na Galiza, em partes do Reino Unido (especialmente na Cornualha), França, Itália, Malta, Portugal, Espanha, Ucrânia, outras partes da Europa, e em outros países como Canadá, Estados Unidos, Porto Rico, Brasil e Austrália.

Embora o midsommar seja originalmente um feriado pagão, no cristianismo ele é associado ao nascimento de João Batista, que é associado ao mesmo dia, 24 de junho, nas igrejas católica, ortodoxa e em algumas igrejas protestantes. Ocorre seis meses antes do Natal porque o Evangelho de Lucas (Lucas 01:26 e Lucas 1.36) informa que João Batista nasceu seis meses antes de Jesus, embora a Bíblia não diga quando Jesus nasceu.

E o nome “junina”, aposto que você sempre deduziu que é por se realizar em junho, mas essa é uma das hipóteses, a outra é que o nome pode vir de “São João”, nome de um dos santos homenageados, através do termo “joanina”. Qual é a certa, não se sabe.

Conforme o cristianismo se propagou por regiões de tradição pagã, as celebrações do midsommar foram transformadas em novos feriados cristãos, muitas vezes resultando em celebrações que misturavam tradições cristãs com tradições derivadas de festividades pagãs.

Fogueiras

De origem europeia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Assim como a cristianização da árvore pagã “sempre verde”, que se tornou a famosa árvore de natal, a fogueira do 25 de junho tornou-se, pouco a pouco, na Idade Média, um atributo da festa de São João Batista, o santo celebrado nesse mesmo dia. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as Festas de São João Europeias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França).

Músicas

As festas juninas são, em sua essência, multiculturais, embora o formato com que hoje as conhecemos tenha se originado nas festas dos santos populares em Portugal: a Festa de Santo Antônio, a Festa de São João e a Festa de São Pedro e São Paulo principalmente. A música e os instrumentos usados (cavaquinho, sanfona, triângulo ou ferrinhos, reco-reco etc.) estão na base da música popular e folclórica portuguesa e foram trazidos ao Brasil pelos povoadores e imigrantes do país irmão.

Trajes

As roupas caipiras ou saloias são uma clara referência ao povo campestre que povoou principalmente o nordeste do Brasil e pode-se encontrar muitíssimas semelhanças no modo de vestir caipira no Brasil e em Portugal. Do mesmo modo, as decorações com que se enfeitam os arraiais iniciaram-se em Portugal, junto com as novidades que, na época dos descobrimentos, os portugueses trouxeram da Ásia, tais como enfeites de papel, balões de ar quente e pólvora.

Balões

Embora os balões tenham sido proibidos em muitos lugares do Brasil, são usados na cidade do Porto em Portugal com muita abundância e o céu se enche com milhares deles durante toda a noite. A dança de fitas típica das festas juninas no Brasil origina-se provavelmente da Península Ibérica. (***Não somos à favor da queima de balões, por mais lindo que seja, ela pode causar danos à natureza e matar pessoas, não consideramos uma prática bacana)

Essa misturada de pagão com cristão resultou nessas lindas festas que vemos pelo mundo, e se descobrir agora que elas estão espalhadas pelo ‘mundo’ te surpreendeu, nós vamos te contar um pouco mais sobre elas.

Alemanha

No dia do solstício de verão é chamado Sommersonnenwende em alemão. Em 20 de junho de 1653 o conselho da cidade de Nuremberga emitiu a seguinte ordem: “No dia de São João em cada ano no país, bem como em cidades e vilas, jovens pegam dinheiro e madeira para criar o chamado sonnenwendt ou fogo zimmet e dançam sobre o referido fogo, saltando sobre o mesmo, com a queima de ervas diversas e flores… Portanto, o Conselho da Cidade de Nuremberga não pode, nem deve deixar de acabar com todo esse paganismo, superstição imprópria e perigo de incêndio no próximo dia de São João.”

 

Dinamarca

Na Dinamarca, a celebração solsticial é chamada de sankthans ou sankthansaften (“véspera de São João”). Foi um feriado oficial até 1770 e, de acordo com a tradição dinamarquesa de comemorar um feriado na noite anterior do dia real, é celebrado na noite de 23 de Junho. É o dia em que os homens e mulheres sábias medievais (os médicos da época) reuniam ervas especiais que precisavam durante o resto do ano para curar as pessoas.

A data é comemorada desde os tempos dos Vikings, quando eles faziam grandes fogueiras para afastar os maus espíritos. Hoje, fogueiras na praia, piqueniques e músicas são tradicionais, embora fogueiras sejam construídas em muitos outros lugares. Na década de 1920, uma tradição de colocar uma bruxa feita de palha e tecido sobre a fogueira surgiu como uma lembrança da caça às bruxas entre 1540 a 1693. Essa queima enviaria a “bruxa” para Bloksbjerg, a montanha Brocken na região de Harz da Alemanha. Alguns dinamarqueses consideram a relativamente nova queima simbólica da bruxa como imprópria.

Finlândia

Fogueiras são bastantes populares no dia de São João (Juhannus) no campo ao redor das cidades em festejos.
Antes de 1316, o solstício de verão era chamado de Ukon juhla (“celebração de Ukko”) na Finlândia, pelo deus finlandês Ukko. Após as celebrações serem cristianizadas, o feriado se tornou conhecido como Juhannus por conta de João Batista (finlandês: Johannes Kastaja).

Na celebração do midsummer finlandês, fogueiras (kokko) são muito comuns e são queimados nas margens de lagos e do mar. Muitas vezes, ramos de árvores de vidoeiro (koivu) são colocados em ambos os lados da porta da frente das casas para receber os visitantes. Os finlandeses muitas vezes celebram erigindo um mastro (midsommarstång).

Na religiosidade popular, o midsummer é uma noite muito potente para muitos pequenos rituais, principalmente para jovens donzelas que procuram pretendentes e fertilidade. Acredita-se que o fogo-fátuo apareça com mais frequência na noite da celebração para indicar um tesouro. Nos velhos tempos, donzelas usavam encantos especiais e curvavam-se em um poço, nuas, para verem o reflexo de seu futuro marido. Em outra tradição que continua ainda hoje, uma mulher solteira recolhe sete flores diferentes e coloca-as sob o seu travesseiro para sonhar com seu futuro marido.

Uma característica importante do solstício de verão na Finlândia é a noite branca e o sol da meia-noite. Como o território do país está localizado em torno do círculo polar ártico, as noites perto do dia da celebração são curtas ou inexistentes. Isto dá um grande contraste com a escuridão do inverno. A temperatura pode variar entre 0 °C e 30 °C, com uma média de cerca de 20 °C no sul. Muitos finlandeses deixam as cidades no feriado e passam o tempo no campo. Hoje em dia muitos passam todas as suas férias em uma casa de campo. Os rituais incluem fogueiras, churrascos, uma sauna e passar o tempo junto de amigos e familiares.

França

A Fête de la Saint-Jean (Festa de São João), tal como no Brasil e em Portugal, é comemorada em 24 de junho e tem, como maior característica, a fogueira. Em certos municípios franceses, uma alta fogueira é erigida pelos habitantes homenageando São João Batista. Trata-se de uma festa católica, embora ainda sejam mantidas certas tradições pagãs que a originaram. Na região de Vosges, a fogueira é chamada chavande.

Noruega

Como na Dinamarca, o Sankthansaften é comemorado em 23 de junho na Noruega. O dia também é chamado de Jonsok, que significa “despertar de João”, importante em tempos católicos romanos com peregrinações a igrejas e fontes sagradas. Por exemplo, até 1840, havia uma peregrinação à Igreja do Stave Røldal em Røldal (sudoeste da Noruega), cujo crucifixo teria poderes curativos. Hoje, no entanto, o Sankthansaften é amplamente considerado como um evento secular ou mesmo pré-cristão. Na maioria dos lugares, o evento principal é a queima de uma grande fogueira. No oeste da Noruega, um costume de arranjar casamentos simulados, tanto entre adultos como entre crianças, ainda é mantido vivo.

Polônia

As tradições juninas da Polônia estão associadas principalmente às regiões da Pomerânia e da Casúbia, e a festa é comemorada em 23 de junho, chamada localmente ‘Noc Świętojańska” (Noite de São João). A festa dura o dia todo, começando às 8h da manhã e varando a madrugada. De maneira análoga à festa brasileira, uma das características mais marcantes é o uso de fantasias; no entanto, não de trajes camponeses como no Brasil, mas de vestimentas de piratas. Acendem-se fogueiras para marcar a celebração. Em algumas das grandes cidades polonesas tais como Varsóvia e Cracóvia , essa festa faz parte do calendário oficial da cidade.

Portugal <3

Em Portugal, estas festividades, genericamente conhecidas pelo nome de “Festas dos Santos Populares”, correspondem a diferentes feriados municipais. Nas cidades do Porto e de Braga em Portugal, o São João é festejado com uma intensidade inigualável, sendo que a festa é, à semelhança do que acontece no Nordeste do Brasil, entregue às pessoas que passam o dia e a noite nas ruas das cidades, que são autênticos arraiais urbanos.

Festas de São João são ainda celebradas em alguns países europeus católicos, protestantes e ortodoxos (França, Irlanda, os países nórdicos e do Leste europeu). As fogueiras de São João e a celebração de casamentos reais ou encenados (como o casamento fictício no baile da quadrilha nordestina e na tradição portuguesa) são costumes ainda hoje praticados em festas de São João europeias. É ainda costume a realização de fogueiras onde o combustível é o rosmaninho.

Rússia/Ucrânia/Bielorrússia

A festa de Ivan Kupala (João Batista) é conhecida como a mais importante de todas as festas dos povos eslavos orientais de origem pagã, e vai desde 23 de junho até 6 de julho. Há a lenda de que na noite de Ivan Kupala, aparece a flor da samambaia e quem a encontrar será rico e feliz para sempre (essa flor não existe). É um rito de celebração pelo verão, que foi absorvido pela Igreja Ortodoxa. Muitos dos rituais das festas juninas eslavas estão relacionados com o fogo, a água, a fertilidade e a auto-purificação. As moças, por exemplo, colocam guirlandas de flores na água dos rios para ter sorte. É bastante comum também a brincadeira de saltar por cima das fogueiras. As festas juninas eslavas inspiraram o compositor Modest Mussorgsky a compor sua famosa obra “Noite no Monte Calvo”.

Suécia

As festas juninas da Suécia (Midsommarafton) são as mais famosas do mundo. São consideradas a festa nacional sueca por excelência, comemorada ainda mais assiduamente do que o Natal. Realizam-se entre 20 e 26 de junho, sendo a sexta-feira o dia mais tradicional. Uma de suas características mais tradicionais é as danças em círculo ao redor do majstången (mastro de maio) , um mastro colocado no centro da aldeia. Quando o mastro é erigido, são atiradas flores e folhas. Tanto o majstången quanto o mastro de São João brasileiro se originaram do “mastro de maio” dos povos germânicos.

Durante a festa, cantam-se vários cânticos tradicionais da época e as pessoas se vestem num estilo rural, tal como no Brasil. Por acontecer no início do verão, são comuns as mesas cheias de alimentos típicos da época, tais como morangos e batatas. Também são tradicionais as simpatias, sendo a mais famosa a das moças que constroem buquês de sete ou nove flores de espécies diferentes e os colocam sob o travesseiro na esperança de sonhar com o futuro marido. No passado, acreditava-se que as ervas colhidas durante esta festa seriam altamente poderosas, e a água das fontes daria boa saúde. Também nessa época, decoram-se as casas com arranjos de folhas e flores, para trazer boa sorte, segundo a superstição.

   

Durante esse feriado, as grandes cidades suecas tais como Estocolmo e Gotemburgo ficam semi-desertas, pois as pessoas viajam para suas casas de veraneio para realizar as festas. Os acidentes com balões são muito frequentes.


Brasil

Em 2017, o Ministério do Turismo identificou, em seu Calendário Nacional de Eventos, 96 festejos em 87 cidades de 21 estados brasileiros em todas as regiões do país. Todos os eventos foram cadastrados no site por gestores, organizadores e produtores.

E se você quer aproveitar uma festa junina porreta, compra uma passagem pra um desses lugares do Brasil, com certeza será inesquecível. Uma ótima oportunidade para viajar pelo Brasil e conhecer um pouquinho mais da cultura de cada região. Nossa humilde sugestão é que se você não gosta de bagunção, evite as festas maiores, procure as cidadezinhas e lá você vai aproveitar uma festa junina de raíz.

Caruaru

Uma das maiores festas juninas do Brasil é sediada em Caruaru, no Pernambuco.

Na cidade denominada “Capital do Forró”, é de esperar que dispute-se pelo título de maior festa de São João do mundo. E em Caruaru, no agreste pernambucano, a animação é, de fato, intensa.

São quadrilhas que chegam a reunir até 4 mil participantes, diversas apresentações artísticas, atrações gastronômicas, forrós, comida típica e desfiles lotam o Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, no Centro, e o bairro Alto do Moura. A programação completa pode ser conferida no site do evento. Começa em maio e vai até o final de junho.

Campina Grande

Disputa com Caruaru o título de maior festa de São João do Mundo, a festa de Campina Grande, no agreste da Paraíba, ocupa o espaço da grandiosa Praça Parque do Povo, que sedia o evento desde 1983. O evento e se estende por nada menos que um mês inteiro e conta com palcos de forró, quadrilhas e shows. A festa acontece do dia 6 de junho até o dia 6 de julho. O dia de São João, 24 de junho, é quando a festa tem mais movimento. A programação completa também está no site do evento.

São Luís

São Luís, no Maranhão, é outra cidade famosa pelo festejo junino. Uma tradição que remonta desde o século 18, arrasta multidões todo ano e é a festa mais tradicional do folclore maranhense. É a festa do Bumba-Meu-Boi, que começa no dia de Santo Antônio (13 de junho) e vai até o dia de São Marçal (30).

Grupos folclóricos de todo o estado se encontram nas ruas da capital maranhense para contar a história da escrava Catirina e seu marido, que precisam ressuscitar o animal que haviam matado. Os integrantes se apresentam ao redor de bois coloridos, num festival marcado por danças e ritmos.

O principal palco de shows e atividades culturais é a Praça Maria Aragão, que recebe o nome de “Terreiro da Maria” durante o período. Além das tradicionais barracas de palha, os palcos recebem personagens característicos da cultura local, como o Boi da Fé em Deus (sotaque de zabumba), Boi Brilho do Sol Nascente (sotaque de orquestra) e Boi de Maracanã (sotaque de matraca).

Aracaju (SE)

Em junho o som da sanfona e da zabumba tomam conta do centro e da orla de Aracaju.

Todo ano, cerca de um milhão de pessoas se reúnem na praça de eventos Hilton Lopes, para dançar ao som de sanfonas e zabumbas e assistir a quase 200 shows de cantores, bandas e quadrilhas.

No centro acontece o Forró Caju, com apresentações de grandes nomes da música brasileira artistas regionais, e na orla de Atalaia é realizado o Arraial do Povo, uma cidade cenográfica imita uma vila no interior.

Teresina (PI)

Teresina, capital do Piauí, se transforma em “Cidade Junina” todo mês de junho, e atrai quase 200 mil pessoas para seus festejos de São João.

O Encontro Nacional de Folguedos acontece na segunda quinzena de junho. Apresentações de grupos folclóricos, quadrilhas, comidas típicas e oficinas agitam os palcos montados especialmente para o Festival em Teresina.

 

São mais de 40 shows musicais e 25 grupos de quadrilhas que se apresentam ao público e concorrem ao titulo de melhor do ano. Há ainda trios elétricos, apresentações de humor, casamento comunitário, feira de artesanato e uma variada praça de alimentação com comidas típicas da região.

Salvador (Bahia)

Se a Bahia quase sempre é associada ao Carnaval, no mês de junho a folia muda de ritmo mas não diminui em nada a animação. A capital Salvador e mais de cem outros municípios promovem uma variada programação de shows e festejos típicos de São João, atraindo verdadeiras multidões.

Em Salvador, são mais de 100 shows gratuitos no Pelourinho e no Subúrbio Ferroviário, e toda a cidade se enfeita com intervenções artísticas inspiradas na cultura popular da Bahia.

Mossoró (RN)

O espetáculo “Chuva de Bala no País de Mossoró” dá um toque especial à festa. Ao longo da programação junina, a cidade revive o o 13 de junho de 1927 (também dia de Santo Antônio), quando até as torres das igrejas serviram de trincheiras para enfrentar o bando de Lampião, que experimentou na ocasião sua primeira derrota após a própria população ter resistido, armada, contra o bando do famoso cangaceiro.

Outras

Há também o Parintins, no Amazonas;  O Arraiá no meio do mundo, a Quadra Junina e o Forrozão do primo Sebastian em Macapá; no Pará tem festa pra todo canto, em Maracanaú, no Ceará, e muitas outras.

Colocamos aqui o calendário de festas pelo Brasil feito pelo Ministério do Turismo e o mapinha de onde fica cada uma.

 

 

Fonte das tradiçoes pelo Mundo: Wikipedia

   

Ingrid5Cantos

Olá! Meu nome é Ingrid e sou apaixonada por viagens! O 5Cantos é um projeto de realização pessoal, não vivemos dele. Sou engenheira e trabalho como todo mundo, mas nas madrugadas escrevo umas dicas aqui. Queremos ajudar pessoas normais, como nós, a viajar sempre mais, otimizando o tempo e dinheiro. Viajar é possível, cola comigo!

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