Zanzibar: Como chegar

Zanzibar, a ilha tropical da costa da Tanzânia, é um destino turístico incrível, conhecido por suas águas de azul cristalino, praias de areia branca, mergulho incrível, labirinto como mercados de especiarias e história fascinante, Zanzibar é tipicamente prioridade de quem visita a África Oriental. Embora uma ilha, Zanzibar atraiu um fluxo constante de viajantes por tanto tempo … Ler mais Zanzibar: Como chegar

Tomadas pelo Mundo – Saiba antes de viajar

Já tivemos muitas histórias engraçadas por culpa de adaptadores. Inclusive em Londres, quando acharam que estávamos carregando uma bomba, que na verdade era uma gambiarra de fios que fizemos pra poder ligar as tomadas. Nem sempre a nossa tomada vai caber em qualquer lugar e pra evitar fazer gambiarras como a que falamos, uma boa … Ler mais Tomadas pelo Mundo – Saiba antes de viajar

Como voar de balão no Egito – O lugar mais barato do mundo

Alô Alô viajantes que não tem medo de aventura, que querem sempre fazer coisas novas e principalmente sem gastar muito – Esse post é pra você! Quando fomos ao Egito, fizemos por agência e caímos em algumas muitas furadas. (Leia aqui nossa avaliação sobre a agência que contratamos e indicação de algumas que não são … Ler mais Como voar de balão no Egito – O lugar mais barato do mundo

Nungwi & Kendwa: Informações Gerais

Nungwi está localizado na ponta mais norte de Zanzibar. Depois de Stone Town, é uma das áreas mais populares da ilha, e é a segunda maior aldeia em Zanzibar. Ela é conhecida por ser uma importante vila de pescadores, e eles também são conhecidos localmente por fazerem as melhores velas da Ilha, as tradicionais Dhow, que … Ler mais Nungwi & Kendwa: Informações Gerais

Onde ficar em Zanzibar – Melhores regiões e hotéis

Nesse post você vai descobrir as melhores opções de onde ficar em Zanzibar. A Tanzânia oferece diversas opções de hospedagem desde acomodações baratas até lodges luxuosos e exclusivos como os da rede Four Seasons, com piscina com vista para savana no Serengeti ou como os do &Beyond com vista 360 graus pra Cratera de Ngorongoro. … Ler mais Onde ficar em Zanzibar – Melhores regiões e hotéis

Tanzânia: Quanto tempo ficar

Para quem quer conhecer os principais destinos da Tanzânia, como Zanzibar, Dar es Salaam, Ngorongoro e Serengeti. Eu recomendaria ficar pelo menos 13 dias no total, sem considerar os dias de deslocamento de ida e volta, que dependendo da companhia aérea, pode durar até quase 2 dias em cada sentido. Se você deseja apenas conhecer … Ler mais Tanzânia: Quanto tempo ficar

Como se vestir e comportar: Países Muçulmanos e Budistas

Essas orientações também servem para países Budistas, que possuem exigencias de vestimenta similares em seus templos, porém não nas ruas. Países ‘muçulmanos’ mais frequentemente visitados que exigem vestimenta adequada são: Tunísia, Marrocos, Egito, Indonésia, Bangladesh, Paquistão, Turquia. Países ‘Budistas’ mais frequentemente visitados que exigem vestimenta adequada em templos são: Tailândia, Camboja, Laos, Vietnã e outros. … Ler mais Como se vestir e comportar: Países Muçulmanos e Budistas

Como mandar dinheiro pra fora – Qual a forma mais barata

Se desse pra pagar viagem com sorriso era bom né? Mas enquanto ainda não aceitam sorriso como moeda, a gente vai tentando se atualizar sempre e descobrir como fazer o melhor câmbio, seja viajando ou pra quem mora fora. Aproveita e manda esse post para o amigo que mora fora pra ele conferir se tá … Ler mais Como mandar dinheiro pra fora – Qual a forma mais barata

5 melhores sanduíches do mundo

Alguns historiadores afirmam que comer pão recheado com carnes e embutidos é um costume muito antigo, e que antes de Cristo já se faziam misturas de pão com carnes durante a celebração do Pessach – a páscoa judaica. Mas o nome sanduíche, que deriva da palavra inglesa sandwich, ficou famoso por causa de John Montagu, 4º Conde de Sandwich, uma pequena vila da Inglaterra. A ele é atribuída a invenção do sanduíche, porém essa afirmação nunca foi comprovada.
Antigo ou não, esse costume se espalhou por todo o mundo, que se encarregou de criar diversas variedades. Em nossas andanças pelo mundo já provamos alguns deles e fizemos uma seleção especial dos 5 melhores que provamos até hoje, e é claro, com as receitas pra você fazer em casa. Já fizemos alguns e não tem mistério, se adaptar alguns ingredientes fica mais fácil ainda.
Foi meio difícil classificar o melhor, e isso depende de gosto pessoal. Como amamos queijo, fizemos uma classificação um tantinho tendenciosa à esse maravilhoso ingrediente, mas fique tranquilo, tem sanduíche sem queijo também, para agradar à todos os gostos.

5# Chivito

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O Uruguai se destaca na culinária pelo uso de cortes de carne macios e deliciosos. No Chivito, o sanduba mais típico do país, não seria diferente. Mas além da carne, ele leva muitos (muitos mesmo), outros ingredientes: O pão é recheado com carne, queijo, presunto, ovos e maionese, mas há variações que incluem salada e bacon, por exemplo, e costuma ser servido com batata frita.
Se quiser tentar fazer esse, clica aqui e veja a receita.

4# Philly Cheese Steak

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O cheesesteak é chamado de Pilly Cheese Steak por ter sido criado na Filadélfia, onde se tornou um sanduiche regional e servido em vários fast-foods.
Imagina um sanduíche feito de várias camadas fininhas de beefsteak e um mar de queijo derretido em um longo pão hoagie.
O sanduíche foi originalmente criado sem queijo; Olivieri disse que o queijo provolone foi adicionado primeiramente por Joe “Cocky Joe” Lorenza, um gerente, e foi incorporado como parte da receita tradicional.
Cheesesteaks tornaram-se populares em restaurantes e carrinhos de comida em toda a cidade, com muitos locais sendo de propriedade independente. Variações de cheesesteaks são agora comuns em várias cadeias de fast food e muitos estabelecimentos fora da Filadélfia referem-se ao sanduíche como um “Cheesesteak de Philly.”
Quer tentar fazer? Clica aqui e olha o passo a passo.

3# Francesinha

Francesinha com batata
Principalmente no Porto, todo restaurante tradicional ou boteco serve pelo menos um tipo da Francesinha. Há versões com salada, frango no lugar do bife, vegetariana, sem ovo… E todas são divinas! Não se engane pelo seu nome delicado, ela tem cerca de 1200 calorias e é enoooorme!
A lenda diz que esse sanduíche foi criado por um morador do Porto que viveu na França.
Enquanto as Portuguesas vestiam-se de preto dos pés a cabeça, as parisienses usavam mini saias e roupas justas, servindo de inspiração na criação de um prato que fosse tão quente, gostoso e picante como elas. Um prato que chamou de Francesinha.
É um sanduíche saboroso e suculento recheado com carne, presunto, salsicha, linguiça, queijo, ovo… E coberta com um lençol de queijo e um molho à base de cerveja e uísque.
Nós já fizemos em casa e deu certo. Clica aqui e dá uma olhada na receita.

2# PoBoy

Po Boy
Um “Po-Boy” é um sanduíche tradicional de Nova Orleães, Luisiana. Ele é feito numa baguette de pão francês, e tem um recheio de carne. Os mais vendidos são os recheados com camarão, peixe ou ostras empanadas. O recheio leva também picles, molho picante, alface e maionese. O pão, no entanto, é o ingrediente mais importante: deve ter uma crosta crocante e um miolo macio.
Sim, ele é simples e é o nº2 do nosso ranking, porque o gostoso não precisa ser complicado 😛
Vá comprar uns camarões e fritar à milanesa, é facinho de fazer, clica aqui que tem a receita.

1# Casa Guedes

Casa Guedes

Esse talvez seja impossível reproduzir. Um de seus ingredientes principais é o queijo da serra da estrela e creio que a melhor forma de você provar um autêntico Sande da Casa Guedes seja seguindo para o Norte, atravessando o Atlântico, pedir para descer no Porto, em Portugal, e ir direto para a Praça dos Poveiros, 130. Pode ser um pouquinho longe, mas vale a pena.

O Sande é feito com aquele pão crocante que os Portugueses sabem bem como fazer, e recheado com pernil mergulhado no caldo do pernil com um molho escuro. A versão mais famosa tem o acréscimo do Queijo da Serra da Estrela no final, bem derretido, quase em textura de requeijão cremoso.

Nós fizemos um post falando só dele, clica aqui.

Sanduíches Bônus

Esses aqui nós também não podíamos deixar de fora, não entraram nos 5 por motivos diversos, mas merecem um destaque.

Sanduíche de Muffuleta

 
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O muffuletta é um pão grande, redondo, e um tanto achatado com uma textura resistente, em torno de 25 cm transversalmente. (ENORME)
Em 1906, Salvatore Lupo, dono da Central Grocery Co (New Orleans – Decatur Street), criou o tradicional sanduíche muffuletta é feito com o bolo de muffuletta e combinado com salada marinada, mussarela, salame, mussarela, presunto e provolone e azeite, muuuuito azeite!
É um sanduíche popular, originário entre os imigrantes italianos em New Orleans, Louisiana, utilizando o mesmo pão. Ele é servido frio e se comprado na Central Grocery, você provavelmente o comprará já embalado, pois a saída é tanta que eles adiantam a produção de pilhas e pilhas de sanduíches para o dia.

Shawarma

 
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É um prato originalmente árabe, onde o pão sírio é recheado com fatias finas carne retiradas de um espeto vertical. Nesse espeto rotativo é colocado carnes de cordeiro ou frango, peru, bovina, vitela, búfalo, ou carnes mistas. No sanduba entra uns legumes e verduras também.
Há duas formas de comer: pode ser servido em um prato ou como um sanduíche. No prato, o Shawarma é normalmente consumido com tabule, fattoush, pão Taboon, tomate e pepino. Os molhos que combinam são tahine e hummus.
Uma delícia!

Eggs Cochon – Ruby Slipper

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6340812760_ab04be9a21_bNão tive como não comentar desse “sanduíche”. Ele não é do tipo que foi inventado e vários copiam, só comemos em um lugar, o Ruby Slliper, em New Orleans. O pão na verdade é um ‘Biscuit’, que são pãezinhos de farinha de trigo e fermento químico, como esses da foto aqui do lado.
Então imagina aqui comigo….eles pegam esse pão quentinho, recém assado, abrem, colocam por cima restos de carne de porco desfiada, bem suculenta feita com maçãs, e por cima disso tudo, ovos pochê e molho hollandaise. Confesso que foi uma das melhores coisas que já comi na vida.
Esse eu ainda não fiz, mas foi escrevendo a ultima frase acima que eu não resisti e decidi colocar a receita aqui no blog como meta para minha evolução culinária. 😛 Se vc fizer, me fala se deu certo?
Tá aqui o post falando só dele e a receita.

Falafel Kebab

Golden_Falafel
Falafel_ballsCom receita originária do Oriente Médio, o falafel é um um salgadinho, são bolinhos fritos de grão-de-bico ou fava moídos, normalmente misturados com condimentos como alho, cebolinha, salsa, coentro e cominho. Hoje, o falafel é consumido em todo o mundo.
Ele é consumido em pratos, acompanhando refeições, mas foi adaptado para sanduíche com o pão pita e homus (pasta de grão-de-bico), tahine (pasta de gergelim) e salada. Uma ótima alternativa para vegetarianos.
O falafel tornou-se popular entre os vegetarianos e vegans como uma alternativa à carne de alimentos de rua. Embora tradicionalmente considerado como “hambúrguer vegetariano”, o seu uso tem-se expandido à medida que mais e mais pessoas têm adotado uma dieta rica em proteína.
 
 
Prometemos 5 e te apresentamos 9. Que tal testar fazer um desses essa semana e mandar as fotos pra gente?

Tanzania: Como comprar chip de Internet

Se você está de passagem comprada pra Tanzânia, é bom ler esse post. Já vamos te avisar que os hotéis tem internet, mas não são boas, principalmente em Zanzibar, então a melhor opção é comprar um chip de internet mesmo, até pra poder usar com uber, tripadvisor e outros app durante a viagem. Companhias disponíveis … Ler mais Tanzania: Como comprar chip de Internet

Tanzânia: Como conhecer uma tribo Massai e curiosidades


O terceiro maior continente do mundo pode oferecer muito mais aos seus visitantes do que animais selvagens e paisagens exóticas. Um verdadeiro tesouro de costumes, diversidade, histórias e culturas, a África pode te surpreender se você estiver aberto à novas experiências e à sair da zona de conforto um pouquinho.
Abrigando mais de 120 tribos distintas, o norte da Tanzânia é uma região recomendadíssima para imersões culturais em povos como os Massai (Ou Maasai). Tenho que confessar pra vocês que visitar in loco uma tribo dessa será uma das experiências mais diferentes que você terá na sua vida. Conhecer um povo com costumes tão, mas tããão distintos dos nossos é no mínimo enriquecedor e te fará repensar tudo que temos como base e padrão de como levar a vida e o que precisamos pra isso.


Sobre os Massai

:: Quem são: Os Massai são uma tribo, um grupo étnico africano composto por pastores e guerreiros, com ancestrais que vieram do Egito. Já foram muito temidos e possuem uma beleza muito característica. A maioria possui alta estatura e corpo esbelto, bem magros. Eles são muito orgulhosos de suas tradições e tentam preserva-las, porém já possuem alguma influência do mundo moderno em suas rotinas.

:: Onde vivem: Eles não possuem localização geográfica fixa, são semi-nômades e são o único povo que pode circular livremente entre Quênia e Tanzânia, sem documento nem nada, seguindo o ciclo migratório dos animais ao longo do Vale de Rifte, em terras semi-áridas e áridas. Eles se deslocam em busca de pasto para seus rebanhos, carne fresca e água, e conforme a vegetação vai se modificando eles vão se deslocando por quilômetros e quilômetros com seus poucos pertences.
:: Roupas: Eles adotaram o vermelho como cor oficial, e as roupas nessa cor os diferenciam dos demais. Também são conhecidos pelos adereços coloridos usados pelas mulheres, os grandes colares, brincos e pulseiras. Os guerreiros vestem um pano, geralmente vermelho, chamado Shuka. Em época de festa os guerreiros usam os cabelos pintados de terra vermelha e gordura de carneiro. Já as mulheres raspam a cabeça e pintam com a mesma mistura. Poucas roupas são costuradas, eles usam apenas panos enrolados, sempre muito coloridos.

:: Do que vivem: A fonte principal de alimentação e renda é o gado. O trabalho dos homens é caçar e criar gado, isso inclui pastorear e protege-los de animais selvagens, por isso que sempre carregam suas lanças – São famosos caçadores de leões. O trabalho das mulheres é conseguir água, cozinhar, construir casas, cuidar das crianças, apanhar lenha, lavar roupa e outras tarefas. Os considerados guerreiros se negam a realizar tarefas, principalmente as que são feitas comumente por mulheres, como pegar água, lenha ou lavar orupa. avessos ao trabalho, principalmente os que são feitos por mulheres, pois acham que são tarefas desprezíveis.

:: Alimentação: Entre os hábitos mais exóticos que aprendemos, está a alimentação. Além de comer a carne do gado que criam, eles também bebem sangue como fonte de proteínas. Eles nos garantiram que isso os fortalece, e que quase não ficam doentes devido à isso. Confesso que ali comprovei a teoria do: ‘O que não mata, fortalece’. Eles consomem bastante leite do gado também, inclusive, misturam com o sangue…delícia hein?! Mas eles não misturam com a carne, pois acreditam que se forem ingeridos juntos, o animal que forneceu o leite poderá adoecer ou até morrer. Certas partes do corpo do animal morto não podem ser comidas pelos homens, pois são para às mulheres.
Ah! Eles matam os animais por sufocamento, pois eles acreditam que o sangue não pode correr antes de sua morte, afinal, eles o beberão! Pra consumir o sangue, eles colocam uma corda ao redor do pescoço do animal até que a veia jugular fique bem visível, daí eles fazem um corte no pescoço, alguns puxam o couro e chupam o sangue ainda no matadouro outros atiram uma flecha pra perfurar e depois tratam com esterco. Não suficiente, eles bebem água junto com os animais, a mesma água que lavam roupas, tomam banho, etc, toda e qualquer água para eles é reaproveitável e bebível. Eles não comem junto ou à vista de mulheres, apenas bebem chá juntos. Nenhum guerreiro pode comer qualquer coisa que tenha sido tocada por uma mulher.

:: Dinheiro: Tradicionalmente a moeda de troca deles é o gado e quanto mais gados um homem tiver, mais rico e importante ele é. Eles negociam e trocam alimentos entre tribos, e por ser uma sociedade patriarcal, a maior parte das decisões é tomada pelos homens mais velhos. Outro sinal de riqueza é o número de filhos.

:: Moradia: As habitações são feitas de palhas, gravetos e cobertas com esterco de vaca e de elefante (Descobrimos isso depois de já estar dentro da ‘oca’, sentada na bosta e me apoiando nas paredes lol). As entradas são em círculo ou com certa dificuldade como espinhos, para afastar os predadores. O gado fica em um cercado com espinhos pra que não sejam atacados por predadores também. Eles possuem uma mini fogueira dentro da oca, e cozinham ali naquele micro espaço, imagina cinzas, poeira, eterco, tudo junto! Agora soma com um ‘reservatório’ de água dentro da ‘casa’ pra umidificar o ambiente, servir de bebedouro para os animais que estiverem dentro (Sim, alguns dormem junto com eles), e ainda servir de bebedouro pra eles mesmo (Sim, eles bebem da mesma água que os bichos. Mais uma vez comprovando a nossa teoria: ‘O que não mata, fortalece’.
Acho que essa foi uma das paradas mais bizarras pra mim. É bem sufocante se imaginar dormindo naqueles cubículos, com teto baixo, várias crianças, bicho, pele de animal no chão e fogueira pra se aquecer, e apenas uns buraquinhos pequenininhos nas paredes pra passagem de ventilação, pois se for maior, os bichos selvagens entram. Luz, água, ventilador, coberta, janela, chaminé, colchão? Esquece, deixa eu te mostrar pra você entender melhor do que estamos falando.



:: Danças e Pulos: Uma das manifestações culturais do povo Maasai é a famosa dança dos saltos, que serve como demonstração de força, e rolam competições reais pra ver quem é o melhor. Tradicionalmente essa é uma dança guerreira presente no ritual que marca a passagem dos jovens meninos para a idade adulta. Quando você visitar, vá preparado pra pular, eles vão te fazer entrar na dança.

:: Ritos de passagem: Como falei, a dança dos pulos é um rito de passagem para os rapazes, mas há outros menos bonitos. A circuncisão é uma delas, tanto de mulheres quanto de homens. Apesar de proibida pelo governo atualmente, continua sendo praticada amplamente e muitos morrem por isso. Se você perguntar, eles sempre falarão que não praticam, mas não podemos saber se é verdade ou não. A justificativa, segundo eles, é que a prática torna a menina em mulher, traz à luz filhos saudáveis e evita traições.
Quando os meninos são circuncidados eles podem pintar o rosto com lamas claras que realçam os traços adultos, e é comum vê-los pelos campos dessa forma. Essa passagem é um dos momentos mais importantes da vida Maasai. Em alguns lugares, uma cerimônia com danças e cantos tem substituído a circuncisão feminina que tem sido apenas simbólica – com palavras.

:: Casamento: Esse é um dos momentos mais importantes e emblemáticos na vida Maasai. Geralmente os casamentos são arranjados, não por afinidade ou amor como nós, e isso justifica o homem poder ter até 25 esposas (Pasmem!). Para ter muitas esposas, o homem só deve ser rico (ter gado) o bastante para alimentá-las, além disso, cada esposa deve ter sua própria casa. Meninas casam com 15 e já iniciam a maternidade. As mulheres não podem perguntar aos maridos aonde vão, elas devem cuidar dos filhos, enquanto eles se agregam à companhia de outros homens de igual posição.
Massais podem ir na aldeia vizinha amiga e se deitar com qualquer esposa do líder, contanto que sua lança esteja fincada na entrada da casa dessa esposa. Se um filho nascer, sera considerado como filho do líder de sua tribo, o esposo real da mulher. Os homens devem esperar o tempo passar, até que fiquem velhos e possam casar, as mulheres podem se casar desde jovens. Os homens massai não beijam suas companheiras pois acreditam que a boca é feita apenas para comer e não usam para outra coisa pois consideram errado.
Enquanto não são casados os homens massai vivem de um lugar para outro, não possuindo morada fixa. Só as mães sabem onde eles se encontram. Um massai pode se casar com quantas mulheres quiser desde que consiga alimentá-las, não importando a idade. As mulheres só podem se casar uma vez. Eles desejam muitos filhos, pois sem eles “um homem não tem valor”.
Todo guerreiro massai possui uma namorada. Ela é presenteada com enfeites para embelezá-la para quando se casar. Um guerreiro, porém, não poderá se casar com a namorada. É permitido praticar o amor livre até um dia antes de ela se casar com outro, quando é vendida pelos pais para um marido que ela conhecerá no dia do casamento. Se o guerreiro massai conviver com outra mulher, antes do casamento da namorada, ela perderá seu valor de venda.
Os homens “compram” as esposas com os dotes (cabeças de gado e mel) que pagam aos pais da moça – a primeira esposa é a mais importante pois possui poder sobre elas. As meninas, é claro, preferem ser a primeira esposa de um homem jovem, mas não tem escolha e podem ser a quinta de um velho. O preconceito contra outras tribos é grande, um masai não se casa com moça de outra etnia.

:: Trabalho: As atividades dos Massai homens são basicamente cuidar do gado, enquanto as mulheres se encarregam de todo resto, como lavar roupas, filhos, limpeza, cozinhar, etc. Massais começam a cuidar de gado muito novos, não sei exatamente a idade, mas aparentavam uns 5 anos.

:: Migração: Não há eletricidade ou água corrente, por isso, quando o alimento e a água chegam ao fim, os Masai precisam partir para outras terras. O principal meio de transporte da tanzania são os pés, eles caminham quilometros e quilometros. As distancias são medidas por dias de caminhada. Nas migrações os Massai não podem carregar os velhos e doentes, então deixam eles pra trás, que ficam à merce deles e dos cadáveres que alo ficaram.

:: Outras curiosidades: Seu idioma é o Maa, mas muitos deles também aprendem swahili e até inglês. Por conta do estilo de vida adotado pelos Masai, a taxa de mortalidade infantil é alta. Não há costume de enterrar as pessoas mortas, que são simplesmente deixadas para trás para que a própria natureza (para as hienas e outros animais selvagens). O choro só é permitido quando alguém morre. Quando a primeira neta do filho mais velho nasce e completa certa idade, ela passa a pertencer à avó e tem o compromisso de ajudá-la na terceira idade, buscando lenha, água, etc. Os massai não conhecem calendário. Tudo gira em torno da lua.

:: Superstição: Eles acreditam que se uma mulher grávida tiver relações com um homem, o filho nascerá com o nariz entupido. Se um pai tiver dúvidas quanto à origem de um bebê, a criança é colocada no centro do portão, por onde o gado passa durante a noite. Se for pisoteado até a morte, será considerada como um filho bastardo. A doença é vista como uma maldição, usada por alguém para matar o outro. Ser tocado ou cuspido por um idoso, muitas vezes, pode significar que esse está passando uma maldição para a pessoa. Outro mal é ver uma língua preta. Cuspir na palma da mão, antes de dar a mão, num cumprimento, é sinal de uma amizade especial. A avó abençoa o recém-nascido enchendo-lhe as solas dos pés, as palmas das mãos e a testa de cuspe, enquanto reza para Enkai. Nas primeiras semanas o bebê não pode ser visto, a não ser por pessoas autorizadas. E não se deve dizer que é bonito, para não ser vítima de azar. Quando os bebês sujam as cangas, eles são retirados delas e limpos a seco. A seguir a mãe cospe na bunda desse e esfrega com a mão. Por sua vez, as cangas são esvaziadas e esfregadas na areia até que fiquem secas.


Como visitar

Visitar uma tribo Masai tornou-se um programa turístico ao longo dos anos. Junto com o aumento das visitas, surgiu também uma cobrança de taxa por isso, pois eles não cobravam nada e muitas vezes não vendiam nada e atrapalhava seu dia-adia. Os valores cobrados variam e estão sujeitos a alguma negociação.
A visita de turistas é hoje uma das poucas fontes de rendimento dos Maasai, pois os pastos e a quantidade de gado que cada família possui diminui constantemente.
Para visitá-los, você deve solicitar ao seu guia de safari que inclua no roteiro. Eles arranjarão a tribo mais próxima e te levarão para ver e ouvir ao vivo sobre tudo isso.
 
Sugestão de filme: A Massai Branca (há o livro com o mesmo nome)

O que fazer em Zanzibar

Se você pretende conhecer essa ilha paradisíaca, nós vamos te ajudar a listar tudo que tem de bacana à fazer em Zanzibar. Explorar Stone Town, a capital ilha de Zanzibar que é Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO. Desfrutar das praias paradisíacas repletas de palmeiras, coqueirais, bananeiras, mangueiras, pimenteiros. Mergulhar na impressionante barreira de corais … Ler mais O que fazer em Zanzibar

Tanzânia e Zanzibar: Comidas típicas – O que comer e beber

Zanzibar, com a sua localização estratégica na costa da África Oriental, tem sido um caldeirão. Comerciantes árabes do Oriente Médio, invasões portuguesas, imigrantes da Índia – a lista continua. O resultado é uma cultura verdadeiramente única de Zanzibar e uma mistura de cozinhas maravilhosas. As especiarias do Oriente Médio e cozinha indiana, emparelhado com os … Ler mais Tanzânia e Zanzibar: Comidas típicas – O que comer e beber

Arusha: Onde ficar – Melhores bairros, regiões e hotéis pra se hospedar

Arusha é ponto de partida para muitos viajantes que pretendem fazer um safari. A maioria dos turistas nem chega a parar em Arusha, indo direto para os lodges na savana. Cientes dessa demanda, a cidade é cheia de agencias de turismo e várias opções de hotéis, hostels e guest houses. Fizemos uma seleção das melhores opções disponíveis … Ler mais Arusha: Onde ficar – Melhores bairros, regiões e hotéis pra se hospedar

50 Lugares maravilhosos para uma lua de mel sem clichê

O mundo está cheio de possibilidades românticas. Pergunte a qualquer casal no auge do planejamento do casamento e provavelmente irá dizer que está ansioso pela eternidade de felicidade conjugal lua de mel. De acordo com um estudo de 2013 do site TheKnot de casamento e estilo de vida, os casais estão gastando mais tempo do que nunca pesquisando, planejando … Ler mais 50 Lugares maravilhosos para uma lua de mel sem clichê

Como reservar um safári na Tanzânia

como reservar um safari na tanzania


Essa foi a minha maior dúvida quando começamos a planejar a viagem pra Tanzânia. Depois de algumas pesquisas, conseguimos reunir aqui algumas sugestões que talvez possam te ajudar a decidir qual empresa contratar.
Antes de mais nada, te informo que aqui os safáris são de dias, e não apenas um bate-volta (Antes de pesquisar sobre a Tanzânia, eu jurava que dava pra fazer um safári de um dia e depois voltar para o hotel, rs).


O que considerar para comparar os pacotes de Safari

O que vai fazer diferença no preço final é o tipo de hospedagem escolhida, os parques que serão visitados, o tempo que vai ficar, se o transporte será de carro ou avião e se será particular ou não. Esses são os pontos que vocês devem verificar sempre com o operador, vejam também sobre fornecimento de água e regime de refeições.

Há vários tipos de hospedagem, barracas e acampamentos, que são classificados como Camping, e os Lodge/Tented camp, que são barracas mais luxuosas ou até mesmo hotéis. Meu conselho é que evitem Camping, a menos que já estejam acostumados ou estejam buscando uma experiência mais profunda que valha o desconforto.


Onde buscar empresas de Safari na Tanzânia

Nossa primeira dica é o Safari Bookings, que possui empresas da África inteira cadastradas. Sugiro que observem os preços, pacotes e entrem em contato com a empresa pelo email direto, pra garantir que o menor preço realmente seja alcançado. Tentem negociar pacotes e customiza-los para o atingir o melhor custo benefício dentro do que sejam fazer. As vezes é possível reduzir a quantidade de dias ou atividades e fazer um safári que caiba no seu bolso.

Clique aqui e veja uma pesquisa de safári no Serengeti e Ngorongoro, de 3 a 4 dias, no valor de até R$2,400.

Safari Tanzânia

Por onde pesquisar um Safari na Tanzânia

Nós pesquisamos de várias formas, pesquisamos no Booking, no Trivago, mandamos email direto para as operadoras, email para os lodges, email pelo safari bookings, email direto pelos sites. Os melhores valores foram pelo Booking Safari. De lá, você terá que enviar uma solicitação de disponibilidade para o operador, pelo próprio site, e eles te responderam via email. Atenção ao local de partida, garanta que estarão te buscando no seu hotel ou aeroporto.

TATO

Como instruções gerais, recomendo que escolham agências que façam parte da TATO (Tanzania Association of Tour Operators), que representa mais de 200 operadores de turismo como hotéis, cias aéreas e operadores terrestres. Eles certificam a qualidade de serviço desses operadores e te livram de cair em uma furada com pacotes ‘engana turista’, estando na Tanzânia e conhecendo previamente tão pouco de sua cultura e qualidade de serviço, é uma boa primeira garantia.

Safari Tanzânia

Empresas e Preços de Safari na Tanzânia

Como já disse, fizemos consulta com Deus e o mundo antes de fechar o Safari, fizemos um mini leilão e sempre abrimos para o concorrente o menor valor que eu já tinha pra aquele pacote. Fiz uma tabela com os valores que consegui de cada um e suas variáveis, começando do menor para o maior. Repare que os mais caros eu nem pechinchei, pois já estava tão fora, que não adiantava pedir desconto.

Os mais baratos nós conseguimos chorando muito e sempre jogando um orçamento contra o outro, funcionou bastante. Pra vocês terem ideia, o primeiro orçamento era $840 em camping e passou pra $550 em um Lodge confortável. Minha exigência era conhecer uma Vila Massai, então fiz todos os prestadores ajustarem seus orçamentos para isso.

Se você planeja conhecer outros lugares do país, deixe essa informação com eles, assim eles baratearão mais ainda pra tentar fechar os demais com você também.

Os valores a seguir são por pessoa, viajando em casal, dividindo um quarto no ano de 2017 para o mês de Junho. A partir daí, vocês já sabem onde conseguem os melhores orçamentos, mas provavelmente haverá algum reajuste.

Vejam a avaliação atual das empresas no SafariBookings também, na época do nosso, as 3 primeiras eram muito bem avaliadas.
 

EmpresaQtd DiasLocaisTipo HospedagemLocalTipo TourMasai VillageTransfer Aeroporto Valor/pessoa 
Mwema Africa Safaris2SerengetiLodgeMbalageti Lodge or Kubu Kubu Tended LodgePrivado+ $65+ $83 (Airfare Kio-Mwanza) + $30 (Airfare Mwanza-Dar) Avião $ 524,00
Swahili Paradise Tours & Safaris2Tarangire and Ngorongoro craterLodgeLake manyara, Migunga forest campCompartilhadoOKOK $ 550,00
Right Choice Tours & Travel2Tarangire and Ngorongoro craterLodgeLake manyara, Migunga forest campCompartilhadoOKOK $ 550,00
Mwema Africa Safaris2Tarangire and Ngorongoro craterLodgeMbalageti Lodge or Kubu Kubu Tended LodgePrivado+ $65+ $110 (Kio-Arusha-Kio por carro/vehicle) $ 584,00
Bobby Tours3Tarangire, NgorongoroCampingAlsamo CampsiteCompartilhadoNoOK $ 600,00
Trip Advisor Africa Safaris3Serengeti, NgorongoroCampingSeronera CampsitePrivadoNoOK $ 700,00
Dunia Tours Safaris4Lake Manyara, Serengeti, NgorongoroCampingJambo Campsite; Seronera Campsite; Ngorongoro Simba Campsite.Compartilhado $ 760,00
Mwema Africa Safaris3SerengetiLodgeMbalageti Lodge or Kubu Kubu Tended LodgePrivado+ $65+ $83 (Airfare Kio-Mwanza) + $30 (Airfare Mwanza-Dar) Avião $ 792,00
Kanuth Adventures4Tarangire; Lake Manyeara; Serengeti; NgorongoroCampingPublic Campsite;Privado $ 1.050,00
Easy Travel3Lake Manyara, Ngorongoro CraterLodgeKaratu Simba LodgePrivadoOKok $ 1.055,00
African Scenic Safaris3Lake Manyara, Ngorongoro CraterLodgeTloma LodgePrivadoNoOK $ 1.130,00
Rhino Lodge/ Coastal Safaris3Lake Manyara, Ngorongoro CraterLodgeRhino LodgePrivadoNoOK $ 1.406,00
Serengeti Tended Camp3Serengeti, NgorongoroLodgeEileen’s tree Lodge, Mawe tended campNoOK $ 1.570,00
KUDU LODGE/ Macho Halisi5Serengeti, NgorongoroCamping & LodgeKudu Lodge Karatu, Serengeti Acacia Camp.PrivadoNoOK $ 1.700,00
Serena HOTELS4Lake Manyara, Ngorongoro, Ngorongoro CraterLodgeLake Manyara Serena Safari Lodge, Ngorongoro Serena Safari LodgePrivadoOKOK $ 1.885,00
Nomad Tanzania4Serengeti, NgorongoroLodgeEntamanu Ngorongoro, Serengeti Safari CampPrivadoOK $ 6.551,00
Safari na Tanzânia

Nossa escolha de empresa de Safari na Tanzânia

Fechamos com a Right Choice o pacote de $550/pessoa. Terceira opção da tabela. Vou colocar aí tudo que fizemos e onde nos hospedamos. Mas já adianto que eles foram apenas os vendedores, e terceirizaram para Kili Slope que por sua vez contratou o Simon, que na época era da Mwema Africa.

Um tempo atrás ele me escreveu pra agradecer por ter recomendado ele aqui (ele nem sabia que eu tinha blog quando fui), porque agora com tantos clientes indicados daqui, já criou sua própria empresa, a BUSH LOVERS TOURS AND SAFARIS TANZANIA. (E vocês achando que trabalho de blogueiro não fazia diferença no mundo né? Haha)

Resumo, fale direto com o Simon! Ele é o cara! E de quebra você ainda ajuda a sustentar um rapaz do bem, empreendendo na África.

Olha o Simon aí no meio de nós 🙂

Mas voltando aos preços…

Nós pagamos $770 diretamente pra Kilislope em espécie quando chegamos, então se bobear, os $330 que pagamos antecipado foi apenas para a Right, que vendeu. Então te sugiro tentar negociar essa diferença aí e fazer ainda mais barato direto com um dos dois, escreve direto para o Simon. Não estranhe se na chegada ele te levar pra um prédio, subir umas escadas estranhas até chegar no escritório e ficarem te enrolando até você pagar o que falta, sem mencionar diretamente que você está ali pra acertar o que falta.

O guia Simon é um amor, super prestativo, o guia mais jovem de lá, clica aqui pra ver o facebook dele, caso você queira se comunicar antes, ele virou nosso amigo, contou tudo sobre a cultura deles, comprou chip de telefone pra gente, super recomendamos. Comente que foi indicado por nós, somos os únicos brasileiros que ele tinha visto na vida até então, e nos prometeu aprender a falar português ao invés de alemão rsrs. Já aviso que é de praxe dar uma gorjeta no final para o guia, uns 5$…10$ por dia tá no preço.

  • 2 Dias/1 Noite Tarangire & Ngorongoro Crater Hospedados no Migunga Tented Camp (pago por eles)
  • 2 pessoas, max. 5 pessoas no veículo, todos com assentos de janela. O serviço começa e termina no Aeroporto. – Aqui pagamos coletivo, e acabou que só fizemos coletivo em Ngorongoro, no Tarangire fizemos com carro exclusivo pra nós.

Itinerary:

  • Day 0 – Jun 9: Before start 
  • Day 1 – Jun 10: Drive to Tarangire for afternoon game drive
    • Pick up time at 0730 am.  Drive from Arusha to Tarangire, lunch en route, afternoon game drive. (2 hours)
    • At approximately 1600 hrs, you will be dropped at the lodge.- Budget Lodging: Migunga Tented Camp (pago por eles)
    • Meals: BLD
  • Day 2 – Jun 11: Half day game drive in Ngorongoro Crater, drive to Arusha
    • At 0700 am, 1.5 hour – Drive to Ngorongoro Crater for half day game drive in the crater.
    • Afternoon, return to Arusha via Mto Wa Mbu.
    • Masai village visit on day two on your way back to Arusha (Não deixe de conhecer os Masai, assim que eu tomar vergonha na cara, posto o vídeo que fizemos e o post, pesquisa aí pra ver se eu já não fiz, e se não fiz, me cobra! rs)
    • 18:00h  – Transfer to Airport arrive at 18:30 (45 minutes)
    • Meals: BL

Se liga na foto da hospedagem que ficamos. As refeições eram ótimas também, com entrada, prato principal e sobremesa, ótimo antedimento, e é claro, aguardando a gorjeta no final, tudo aqui funciona um pouco assim.


Tempo ideal de Safari na Tanzânia

“Ahhh mas você ficou pouco tempo!” – Sim, já estou ciente que se você pesquisou outros sites e se viu gente ficando semanas por lá, você vai pensar isso. Mas gente, não sou rica, e meu principal objetivo era ter uma experiência de Safari na Tanzânia, ver como era. Nós nunca tínhamos feito, então o objetivo não era perseguir animais e fotografa-los durante dias.

Pra quem é amante disso, vende as fotos, quer conhecer e explorar todos os parques ou sei lá o que, ok! Eu confesso que depois de fazer a primeira vez eu voltaria e ficaria dias. Você pode querer ficar por semanas também, porém já aviso, é caro! Vi safáris de mais de 30mil reais por pessoa na Tanzania, e pelo que pesquisei, esse é um dos lugares mais caros pra isso, na África do Sul sai muito mais em conta. Então se pretende fazer muitos dias de safári sem gastar muito, aqui talvez não seja o lugar ideal.

Eu poderia te falar que uma semana é o ideal, mas esse blog é pra ajudar a tornar sua viagem possível, e te sugerindo um Safari na Tanzânia de 30mil reais não estarei ajudando muito né?

Acho que tem que ser feito sim, mas se 2 ou 3 dias já vão matar sua curiosidade, assim como matou a nossa, o seu bolso agradecerá. Faça o de $550 dólares mesmo, melhor esse que nenhum. (Que também não é barato, mas é o mais barato, lembre que está incluído hospedagem, transporte e alimentação).

Lembrando que as distâncias entre um parque e outro são grandes e as estradas não são boas, então sugiro não saçaricar muito e tentar aproveitar mais em um lugar só. Se estiver na dúvida de quais parques visitar, leia aqui mais sobre cada um.


Safari Tanzânia

Outras observações de Safari na Tanzânia

Já falamos alguns pontos que devem ser considerados:

  • Tipo de hospedagem (Saiba que a maioria não tem banheiro exclusivo, tampouco, água encanada)
  • Parques que serão visitados,
  • Tempo que vai ficar,
  • Transporte será de carro ou avião
  • Será particular ou não.
  • Fornecimento de água (Faz muito calor e não é fácil achar bebida dentro dos parques)
  • Regime de refeições.
  • Local de partida

Fora isso, verifique também:

  • Tipo do veículo – Modelo e ano. Jipes antigos podem dar problemas e atrapalhar seu roteiro. Além disso verifique qual é o esquema de cadeiras, se todos ficam na janela, se o teto é móvel (Esses são os melhores)
  • Língua do Guia – verifique se ele fala alguma língua que você entenda, ou você vai perder todas as informações importantes e curiosidades do passeio.
  • Binóculos – pergunte se eles oferecem, é super importante, se não, providencie de levar.
  • Internet – se você não consegue se desligar, verifique se no lodge ou camp tem wi-fi. Clique aqui pra ver o post que falamos sobre como comprar chip de internet por lá.


Dicas finais, o que levar

Não pode faltar na sua mochila de Safari na Tanzânia os seguintes itens:

  • Repelente, com um mínimo de 25% de DEET, o ingrediente ativo. A unica maneira de evitar malária é evitar a picada do mosquito.
  • Roupas leves e que cubram o corpo todo por causa dos mosquitos.
  • Boné ou chapéu
  • Maquina fotográfica – verifique o zoom dela. Se você não tem uma boa câmera, pode ser o momento de investir em uma, leia meu post aqui sobre isso.
  • Binóculos
  • Álcool gel – pra higiene que será um pouco precária.
  • Adaptador de tomada
  • Kit primeiros socorros – remédios pra alergia e problemas estomacais podem ser úteis. Os guias costumam ter, mas leve seus itens que você possa precisar. Eu precisei de antibiótico e anti-inflamatório, foi fácil e barato comprar por lá, mas é preferível já levar.
  • Itens normais de viagem – Veja nosso checklist de bagagem.

Espero que essas informações te ajude a programar seu safari. Se tiver outras dicas, escreve aqui pra gente, ou compartilhe sua experiência.

EGP é confiável? Leia antes de comprar

Olá viajantes, hoje viemos pra fazer nossa avaliação sobre os serviços da agência EGP (Egípcia Tour). Utilizamos os serviços em nossa viagem ao Egito, no final de 2016, após lermos os comentários no facebook e reclame aqui, que até então eram super positivos. Consultamos alguns amigos que trabalham ou já trabalharam em agências e todos nos informaram ser uma agência séria e responsável… até então. Nós explicaremos em tópicos todos os problemas que tivemos e também é claro, o que foi bom.
Se prepara que lá vem textão, ou corre direto pro fim e leia nossa avaliação final.

Aqui você vai ler:


O roteiro que foi vendido pela EGP

Vou colocar aqui exatamente como nos venderam o pacote:

Egito – Saída dia 11/11/2016

1º DIA – SÃO PAULO / ADDIS ABABA / CAIRO

Apresentação no aeroporto internacional de São Paulo 03 (três) horas antes da saída do voo para check-in junto aos balcões da cia. aérea Ethiopian e embarque com destino ao Cairo. Conexão em Addis Ababa. Pernoite a bordo.

2° DIA – CAIRO / ASWAN

No início da madrugada chegada à cidade do Cairo. O nome da cidade em português significa “a Vitoriosa” e seu território é o maior do continente africano e do mundo arábico. Recepção e traslado ao hotel. Após o café da manhã visita de dia inteiro á cidade, incluindo as famosas pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos (entrada nos parques e nas pirâmides não incluso) e a impressionante Esfinge, esculpida em pedra. Visita as fábricas de papirus, de perfumes e a fábrica de tapetes persas feitos à mão. Ao final da tarde, traslado à estação ferroviária e partida de trem para Aswan. Acomodação em POLTRONA PRIMEIRA CLASSE. Pernoite a bordo.

3º DIA – ASWAN

Desembarque e traslado para o porto fluvial. Embarque no navio que fará o cruzeiro pelo Rio Nilo. Após a distribuição das cabines e em horário apropriado será servido o almoço. Sugerimos comoOPCIONAL passeio em Feluca (barco a vela típico no Rio Nilo) ao redor das Ilhas do Jardim Botânico e Mausoléu de Agha Khan (sem descer do barco. Caso não haja vento, o passeio será substituído por um barco a motor). Jantar e pernoite a bordo do navio em Aswan.
– Tour opcional Passeio de Feluca (Duração: 04 hrs).

4º DIA – ASWAN / KOM OMBO / EDFU

Pensão completa a bordo. Navegação para Kom Ombo. Sugerimos como OPCIONAL saída com destino a Abu Simbel para visitar os templos de Ramsés II e sua esposa Nefertari. O complexo arqueológico fica aproximadamente a 200km de Aswan, no fim da lagoa de Nasser, quase na fronteira entre o Egito e Sudão, sendo considerada uma das mais belas obras feitas pelo ser humano. Tempo livre para fotos, visita aos templos e retorno para Aswan. Já em Kom Ombo, passeio ao Templo do Deus Sobek e do Deus Hóru. Navegação para Edfu. Pernoite a bordo do cruzeiro.
– Tour opcional Abu Simbel (Duração: 08 hrs).
– Tour opcional Templos dos Deuses Sobek e Hórus (Duração: 04 hrs).

5º DIA – EDFU / ESNA / LUXOR

Pensão completa a bordo. Sugerimos como OPCIONAL passeio ao Templo do Deus Hórus, construído entre 237 e 57 a.C., considerado o mais perfeito templo da Antiga Civilização Egípcia. Navegação para Luxor via Esna. Pernoite a bordo em Luxor.
– Tour opcional Templo do Deus Hórus (Duração: 04 hrs).

6º DIA – LUXOR 

Café da manhã e desembarque do cruzeiro pela manhã. Sugerimos como OPCIONAL passeio ao Vale dos Reis, onde estão localizadas todas as tumbas da moderna Dinastia dos Reis (1550 – 830 a.C.), incluindo a tumba do Rei Tut Ankh Amon. Saída para o Templo Funeral da rainha Hatchepsut, esculpido sob a montanha a cerca de 1450 a.C. Visita ao Colosso de Memnoon e às duas estátuas do Rei Amenophis. Passeio à margem leste do Rio Nilo começando por Karnak, onde localiza-se o maior templo do Egito, construído em homenagem ao Deus Amon-Rá a cerca de 2000 a.C.. Visita ao Templo de Luxor, construído por Amenophis e Ramsés II em 1450 a.C.. Traslado para a estação ferroviária e partida de trem para o Cairo. Acomodação em POLTRONA PRIMEIRA CLASSE. Pernoite a bordo no trem.
– Tour opcional Vale dos Reis (Duração: 04 hrs).
– Tour opcional Templo de Luxor (Duração: 04 hrs).

7º DIA – CAIRO (MENPHIS E SAKKARA) 

Chegada ao Cairo, recepção e traslado ao hotel. Sugerimos como OPCIONAL passeio á Menphis, cidade do Deus Ptah. Fundada durante a dinastia I, sobreviveu ao longo da história egípcia faraônica e se tornou uma das maiores cidades da antiguidade. O Colosso de Ramsés II e o Alabaster Sphinx são duas das construções mais importantes da região. A oeste de Menphis está a Grande Pirâmide de Sakkara, uma das mais antigas necrópoles da cidade. É considerada o grande complexo mortuário do Egito, durante várias dinastias, com destaque para a Pirâmide do faraó Djoser. Retorno ao Cairo. A noite, jantar à la carte a bordo do cruzeiro-restaurante pelo Rio Nilo, com show de danças tipicas (bebidas não inclusas).
– Tour opcional á Menphis e Sakkara de meio dia (Duração: 04 hrs).
– Jantar opcional com danças típicas.

8º DIA – CAIRO (ALEXANDRIA)

Café da Manhã no hotel. Sugerimos com OPCIONAL passeio a cidade de Alexandria, que foi fundada por Alexandre o Grande, na passagem pelo Egito em sua tentativa de conquistar o mundo. Ela era conhecida por sua grande biblioteca, o seu farol, situado na ilha de Pharos. City tour para conhecer a Biblioteca Alexandrina, a nova Biblioteca, patrocinado pela UNESCO, que foi inaugurado em 2003, será o Pilar de Pompeu, as Catacumbas de Kom El Shokafa, o maior cemitério da cidade romana, que foi construído no início do s II dC e é uma mistura faraônica e arte romana. Almoço. Finalizaremos a visita no Palácio Montazah, residência de verão da família real. Construído em estilo turco-florentino por El Jedive Abbas, o palácio foi usado como um hospital pela Cruz Vermelha durante a primeira Guerra Mundial. Retorno para o Cairo. Á noite, Show de Luzes nas pirâmides, um evento indispensável para quem visita á cidade, com traslado ida e volta do hotel. Retorno ao hotel e pernoite.
– Tour Alexandria opcional de dia inteiro (08 horas).
– Show de Luzes nas Pirâmides (02 horas).

9º DIA – CAIRO (PORT SAID)

Café da Manhã no hotel. Sugerimos com OPCIONAL tour á Port Said, uma das mais belas cidades do Egito. Pequena, linda, conhecida por sua localização na zona franca do Egito. Port Said está localizada a 170 km de Cairo, no extremo norte do Egito, ao lado do Canal do Suez com o Mar Mediterrâneo. Fixada entre dois continentes, África & Ásia, vamos fazer uma rápida passagem pela cidade passando pelos centros comerciais, pegar a Balsa para atravessar o Canal de Suez (Lado Asiático do Egito), para conhecer as casas típicas de Port Fuad construídas pelos franceses e ingleses, sendo um dos destinos mais procurados pelos europeus no século passado. Haverá possibilidade de parada em um café e retornando á Port Said, visitaremos o Museu Nacional. Uma breve parada em frente o Museu Militar de Port Said e tempo livre na área do Mercado, que possui preços muito bons, para compras e retorno ao Cairo. Pernoite.
– Tour Port Said, Port Fuad & Canal de Suez opcional de dia inteiro (08 horas).

10º DIA – CAIRO

Café da manhã. Dia livre para conhecer melhor a cidade do Cairo. Sugerimos como OPCIONAL passeio ao Museu Egípcio, com a sua arte antiga e o tesouro do túmulo de Tutancâmon e depois para a Cidadela de Saladino e a Mesquita de Alabastro é salvo. Visita noturna a Khan el Khal Ili.
– Tour opcional Museu Egípcio (Duração: 04 horas).
– Tour opcional Khan el Khal Ili (Duração: 02 horas).

11º DIA – CAIRO / SÃO PAULO

No início da madrugada embarque em voo com destino á São Paulo. Conexão em Addis Ababa ou aeroporto das proximidades. Chegada em São Paulo prevista para á tarde. Desembarque e fim dos nossos serviços.
Observação: A diferença entre os números de dias e noites de um pacote está relacionada aos horários dos voos. Os números de dias refletem a data de saída e chegada no Brasil.

O PROGRAMA INCLUI:
  • Passagem aérea internacional São Paulo / Cairo / São Paulo voando ETHIOPIAN em classe econômica.
  • Taxas já inclusas.
  • 05 (três) noites de hospedagem no MAYORCA CAIRO HOTEL (3*) no Cairo em apartamento standard.
  • 01 (uma) noite de hospedagem em trem de Cairo para Aswan em poltrona primeira classe.
  • 03 (três) noites de hospedagem em Cruzeiro pelo Rio Nilo em cabine dupla (Navio Isadoura ou Miss World).
  • 01 (uma) noite de hospedagem em trem de Luxor para o Cairo em poltrona primeira classe.
  • Café da manhã estilo Buffet servido diariamente no hotel do Cairo.
  • Pensão completa durante as três noites de estadia no Cruzeiro pelo Rio Nilo.
  • Traslados privativos com acompanhamento de guia local falando espanhol.
  • Passeio privativo a fábrica de algodão egípcio com acompanhamento de guia local falando espanhol.
  • Passeio privativo a fábrica de papiros com acompanhamento de guia local falando espanhol.
  • Passeio privativo a fábrica de perfume com acompanhamento de guia local falando espanhol.
  • Passeio privativo a fábrica de tapetes persas feitos à mão acompanhamento de guia local falando espanhol.
  • Assistência completa pela EGP VIAGENS no Egito.
O PROGRAMA NÃO INCLUI:
  • Não inclui entrada no parque ou entrada nas pirâmides.
  • Qualquer item não mencionado em “O PROGRAMA INCLUI”.
  • Despesas com passaportes, vistos e de caráter pessoal.
  • Gorjetas aos carregadores de malas, guias e chofer.
DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA:
  • Passaporte válido por no mínimo 06 meses.
  • Certificado Internacional de Vacina Contra a Febre Amarela.
  • Visto de entrada válida para o Egito (R$ 300,00).
Valores em quarto duplo:
  • USD 975,00 + taxas de USD 350,00 = USD 1.325,00
  • Cambio do dia: R$ 3,90
  • Total a ser pago de R$ 5.167,50 por pessoa
  • Total da viagem + Visto = R$ 5.467,50 por pessoa
  • Total da viagem + visto + seguro viagem = R$ 5.867,50 por pessoa

Análise do que foi vendido

Aparentemente barato né? Mais ou menos…vamos explicar o porquê.

O custo de vida no Egito é muuuuuito baixo. Nossa moeda é muito mais forte e tudo lá sai muito mais barato pra nós. Pra vocês terem ideia, era possível fazer uma refeição completa com até 1 dólar quando fomos.

Pegamos uma época favorável pra gente, pois foi logo depois que o Trump ganhou a eleição, então o valor do dólar pra eles foi de 6 pra 17, o que pra gente foi ótimo, pois nosso dinheiro quase triplicou de um dia para o outro. Além de ter conseguido viajar tranquilamente pois os radicais já sabiam que com o Trump assumindo, eles não seriam mais financiados pelos EUA, como eram com o Obama e os Democratas. Ou seja, os Egípcios de bem estavam felizes com a vitoria do Trump, os radicais estavam enfraquecidos e nós conseguimos curtir tudo em paz. \o/

Problema 1: Visto

Antes de tudo, vou falar desse visto que nos cobraram R$300! Na época, custava R$115 na Classe Turismo, que dá direito à entrada única e vale por 30 dias. E não é nada trabalhoso, chegamos lá e eles colaram o selo no nosso passaporte, um despropósito o preço, mas ok, paga-se pela comodidade. Se quiser saber mais como tirar o Visto sozinho, clica aqui.
Agora vamos às nossas considerações positivas e negativas:

Problema 2: Discussão inicial

O primeiro ocorrido desagradável se deu em uma discussão acalorada e constrangedora entre o guia, e quatro senhoras que estavam com a gente no grupo e no ônibus. Isso já foi na chegada, não tínhamos nem saído do aeroporto e já estava esse climão. Aparentemente as mesmas desejavam usar o próximo dia livre para visitar o centro do Cairo, acompanhadas de um outro guia conhecido delas, e que adaptaria a visita aos seus gostos pessoais. A sugestão foi refutada prontamente e de forma rude por nosso guia, o que gerou uma grande discussão entre eles que se estendeu até o saguão do hotel, envolvendo todos do grupo, e tornou nossa chegada bastante tensa e confusa. Essa rixa se estendeu ao longo de toda a viagem, gerando alguns outro prejuízos e situações de desconforto pra todos nós, que descreverei a seguir.

A JUSTIFICATIVA DELES AQUI

“Com certeza nosso guia não pode discutir com um cliente, mas em relação a adquirir serviços com outros fornecedores o Egito é um país bem rídigo quanto a isso, o próprío governo recomenda que cada passageiro compre serviços do mesmo fornecedor e que envie os contatos dos mesmos para quem emite o visto, que se torna o responsável do cliente no país, prezando a própria segurança, não deixando o cliente ficar em mãos de receptivos que não tenham credenciais. Referente a cliente que citou ela nos deu um retorno bem positivo da viagem dela, então acredito que este item mencionado dela com o guia não tenha incomodado a mesma.”

O QUE RESPONDI

“O próprio governo recomenda que cada passageiro compre serviços do mesmo fornecedor? Não foi isso que foi vendido. Foram vendidos dias livres, e pacotes OPCIONAIS, não OBRIGATÓRIOS, ou seja, se não fechasse com a agência, a gente era impedido de sair do hotel. Quem fez passeios com outras agencias e não avisou nada, não teve problema nenhum, quem foi avisar que ia sair por conta, logo arrumaram um jeito de impedir, envolvendo até mesmo a polícia. A cliente que citei está processando vocês, como ela pode ter dado retorno positivo?”

Problema 3: Divergência entre o que foi vendido e o que foi entregue

O fator gerador do ocorrido acima (e dos demais, descritos a seguir), a meu ver, foi uma discrepância entre o que nos foi vendido e o que se tinha a expectativa de ser fornecido pela equipe da empresa residente no Egito. Viajamos com a expectativa de dias livres, mas essa prática foi duramente repreendida pelo guia local, com ameaças e exageros na descrição da violência. Aparentemente ele estava dando como certo que todos fechassem todos os passeios opcionais com ele, e ficou transtornado ao descobrir que esses não eram os planos de todos, por quererem andar sem horários ou simples falta de dinheiro.
Particularmente, fechamos todos os pacotes com o guia, pelos motivos que descreverei abaixo nos elogios, mas o que nos gerou também alguns descontentamentos e frustrações.
Perdemos muito tempo com tentativas de convencimento (venda dos pacotes) e presenciamos constrangedores tratamentos diferenciados a quem não fechou com ele.

Problema 4: Pacote de Gorjetas

Logo no primeiro dia, nosso guia ofereceu (de forma quase compulsória) um pacote de gorjetas custando 45 USD por pessoa que, à princípio, incluiria as gorjetas do cruzeiro, hotel e demais pequenos agrados dados na visitas durante toda a viagem. Não custava ter avisado isso antes de sairmos do Brasil ou embutir esse custo no pacote comprado. Esses custos adicionais não informados com antecedência incomodaram bastante. A sensação foi de que caímos numa “pegadinha”.
Esse pacote em parte foi cumprido, apesar de não nos isentar de algumas gorjetas extra em banheiros, restaurante, certos templos, Vale do Reis e etc. conforme garantido no momento da “venda”.
Os maiores pontos negativos desse Pacote de Gorjetas foram, primeiro, a pressão feita a quem não aderiu a ele, pois mesmo eu tendo optado por pagar, fui obrigado a presenciar vários momentos constrangedores de terceiros por conta da escolha desse não pagamento.
Basicamente quem não pagou os 45 USD, além de não desfrutar de certas facilidades, o que foi avisado previamente, teve a vida dificultada de forma proposital em algumas situações como o não transporte das malas entre trem e barco, e entre barco e trem (O guia não deixou os carregadores locais receberem dinheiro diretamente de quem não pagou o pacote), o não check-in adiantado no cruzeiro (Chegamos antes das 12h. Quem pagou foi logo pro quarto, mas quem não pagou ficou no deck aguardando até o meio dia), havendo inclusive uma bronca coletiva bem constrangedora e pública em quem optou por não pagar, no hall do navio e na frente de todos. Esses mesmos “não pagantes” ficaram em quartos separados e, supostamente, piores. Além do que, foi cobrado deles, também de forma compulsória, uma gorjeta de 25 USD no mesmo barco.
Eles ficaram sem papel higiênico, sem troca de toalhas, sem shampoo e foram insistentemente cobrados da gorjeta todos os dias. Foram colocados numa cabine perto da sala de máquinas, sem janelas amplas e no andar da cozinha. Enquanto nós que pagamos ficamos confortáveis no quarto andar. E no fim, foram intimidados a pagar (e pagaram) 10 USD pelo capitão do barco.
Tudo bem que não fossem levadas as malas de quem não pagou o pacote de gorjetas, mas que pelo menos se permitisse que essas pessoas pagassem alguém na hora pra levar essas malas pro trem, o que não aconteceu, pois eles foram praticamente impedidos de fazer isso. Temos fotos, inclusive. Houve uma passagem em que um dos outros membros do grupo foi tentar ajudar uma dessas senhoras “não pagantes” e ele foi imediatamente impedido de ajudar de forma bem rude, numa outra situação também constrangedora. Soou como um retaliação a quem não fechou com ele.
Segundo ponto foi o fato de que, ao ser informado que as gorjetas de limpeza do quarto estavam incluídas nesse pacote, e conforme instruído pelo guia, não deixei a gorjeta das camareiras o que me rendeu uma noite sem toalhas. No dia seguinte passei a deixar essa gorjeta adicional e tudo voltou à normalidade. Lembro que isso não acorreu somente comigo, onde praticamente todos foram obrigados a buscar as toalhas no balcão do hotel sob olhares debochados dos funcionários do mesmo e, ao informarmos o guia sobre isso, já na viagem pra Aswan, ele retaliou o gerente do hotel na nossa frente pelo telefone de forma rude, quando cheguei a ter de falar diretamente com o gerente sobre isso, também por telefone, mas já havíamos sido prejudicados.
Vale lembrar que no final das contas, na volta ao Cairo, mesmo quem não pagou as propinas teve suas malas carregadas. Injustiça com quem pagou, não acham?

A resposta deles:

“As gorjetas é uma cultura local, é um insulto para os egípcios não dar-lhes gorjetas, eles vivem disso, e são sim bem insistentes quanto a isso. Mas é uma cultura local, não podemos incluir pois não sabemos ao certo quanto eles cobrarão, e é opcional não podemos forçar as gorjetas, fica a critério de cada cliente.”

Nossa resposta:

“Sabemos que a gorjeta é cultura local, e por isso que demos gorjetas em todos os locais. O problema foi cobrar um pacote e a gente ter que pagar de novo, pq se não ficávamos sem toalhas e papel higiênico do banheiro. Em todos os locais que fomos, pediam mais gorjetas e o guia falava pra dar, mesmo ele nos cobrando um pacote de gorjeta que ele vendeu como se não precisaríamos mais pagar gorjetas em logar nenhum. Se é opcional e não sabem quanto cobraram, pq nos cobraram um pacote lá e quem não quis pagar não pode pagar direto pois o guia não permitiu que os trabalhadores locais recebessem? Como uma espécie de castigo por não ter pago à ele.”

Problema 5: Visita Opcional de Alexandria

Houve uma diferença entre o que foi vendido e o que foi feito de fato. Acredito que, mais uma vez, deveu-se a falhas de comunicação, mas de qualquer forma fomos prejudicados de forma irremediável.
Compramos o pacote confiando no que estava escrito, mas alguns pontos não foram visitados, mesmo depois de pedirmos ao guia pra fazer o que faltava. Não conhecemos Pilar de Pompeu (Que segundo o guia, era ‘só um poste’!), as Catacumbas de Kom El Shokafa, Cidadela de Qaitbay (que não entramos) e o cemitério da cidade romana, por exemplo. Coisas que outros viajantes que foram de forma independente e com outros guias conheceram, mesmo pagando bem mais barato ou se deslocando por conta própria (Outros pagaram 500 libras de aluguel do táxi para 4 pessoas pra Alexandria, o que mesmo com todos os ingresso, saiu menos de 50 USD por pessoa, metade do que pagamos). Achamos também a visita um pouco rápida pro longo tempo de viagem.

Problema 6: Visita Opcional de Port Said

Na programação original havia mais coisa do que o que foi visitado. A programação em si decepcionou bastante e quando questionamos do que ficou por fazer, fomos informados que estava fechado.
As Casas típicas de Port Fuad e o Museu Nacional não foram visitados, por exemplo.

Problema 7: Diferença de preços cobrados

Nesse ponto eu entendo que o negociado não sai caro, mas quando pagamos 40 USD, como foi a visita ao Templo de Edfu, por um passeio que quem fez por fora gastou menos de 100 Libras Egípcias (Equivalente a 6 USD) e fez a mesma coisa, não teve como não nos sentirmos enganados.

O passeio do balão também saiu bem mais caro do que pra quem fechou por lá e fez exatamente a mesma coisa que nós (usando inclusive o mesmo transporte até o balão). Pagamos 100 USD por pessoa e nos deslocamos e voamos juntos com quem pagou 25 USD ou 1000 libras pra três pessoas. Entendo que todos tenham que ganhar, mas a diferença foi muito gritante.

Pior ainda foi descobrir que quem fechou antes, pagou ainda mais caro que eu, o balão por exemplo, foi cobrado 199 USD pra quem fechou no Brasil. Pareceu que os preços seguiram a regra de se cobrar de acordo com a “cara do cliente”. Isso incomoda bastante.

Fizemos também passeios de 60 USD nos últimos dias que presenciamos ser oferecido a 20 USD pra quem não tinha tanto interesse. Essas coisas gratificam quem se faz de difícil, e isso não é nosso perfil. Se fosse pra ficarmos barganhando o tempo todo, teríamos ido fora de um excursão, entende.

Quem comprou antes, ainda no Brasil, pagou mais caro do que nós que fechamos lá. Nos pareceu que houve concorrência dentro da própria empresa.

Quando questionamos isso ao diretor da EGP, ele falou que não tínhamos direito à reclamar de nada, pois fechamos com a empresa no Egito e não com a EGP, mesmo sendo com o Guia deles e o pacote deles. Todas as responsabilidades foram jogadas pra cima da ‘Nile Sun’, que é o receptivo local da EGP no Egito.

Problema 8: Diária a mais no cruzeiro

Outra coisa que me incomodou bastante, pois achei (e deveria) estar inclusa, era a última diária do cruzeiro. Segundo o programado e sem pagar os 50 USD a mais que pagamos por esse dia a mais, faríamos o check-out às 3h da manhã pra só pegar o trem de volta ao Cairo às 21h20. Imaginem o cansaço.
Isso num dia em que estava como opcional programado, e que fizemos, um vôo de balão antes do nascer do sol, visitas com sol na cabeça ao Templo de Hatshepsut, Vale dos Reis e aos Templos de Karnak e Luxor. Imagina acordar de madrugada, fazer tudo isso, emendar numa viagem de 10 horas de trem sem banheiro e sem cama, pra chegar na Cairo pra já sair pras visitas programadas de Menphis e Sakara, como nós fizemos.
Foi quase uma obrigação pegar essa última diária no cruzeiro, pra pelo menos tomar um banho antes de ir pro trem. Mais 50 USD não previstos que tiveram de ser gastos. Aos colegas que não tinham como pagar a diária extra do quarto, nós deixamos que utilizassem o nosso, para pelo menos um banho, era o mínimo a se fazer naquela situação.

Problema 9: Trem e ausência de opção de avião

Sei que foi inocência minha não confirmar isso antes ou pesquisar melhor, mas quando lemos que as viagens de trem Cairo-Aswan e Luxor-Cairo eram de primeira classe e noturnas, pesquisamos na internet e só vimos relatos naqueles trens que possuem cabines e leitos. Descobrimos lá que iríamos em poltronas e não haveria um chuveiro sequer pra um banho.
Não posso confirmar, mas alguns que estavam conosco garantiram que ao comprar o pacote foram informados que o trem era leito com cama.
Além de descobrimos lá que viajaríamos em poltronas, descobrimos no trem que os banheiros era inutilizáveis e as luzes não se apagavam em momento nenhum da viagem, além do fiscal passar de tempos em tempos querendo ver seu bilhete e te cutucando, isso durante todas as horas de translado.
Além disso, a opção de voltar de avião pro Cairo, coisa que todos queríamos depois de encarar a cansativa viagem de ida, só nos foi dada quando era tarde demais. Já não haviam mais vagas pra todos e os preços estavam bem maiores.

Problema 10: Vôo Rio-São Paulo

Quando fechamos o pacote, informamos que éramos do Rio. Como em nenhum momento nos foi oferecido esse translado ou a extensão do voo, compramos as passagens aéreas nós mesmo. Chegando lá descobrimos que quem pediu, teve seu voo estendido pro Rio. Me incomoda ter que barganhar ou ficar pedindo por essas coisas, entende.
Chato isso de descobrir que quem reclamou ou pediu teve privilégios. Além do que, o fato de ter comprado o vôo em separado, diminuiu o volume de malas que teríamos nessa perna final, o que causou custos de peso extra para uma das viajantes.
O mesmo ocorreu com a troca de hotéis. Quem pediu teve upgrade pro Meridien, quem não pediu ficou no Horizon. Isso nos incentiva a sermos chatos, barganhar e pedir tudo o que puder numa próxima vez, o que não é bom pra gente, que não gosta de ficar pedindo, tampouco pra agência que tem que se desgastar muito mais na negociação.
Vale deixar claro que os valores foram similares, independente de voo a mais ou nível do hotel.

Problema 11: Primeiros Almoços

No primeiro dia, com a gente ainda em adaptação e sem conhecer nada, ainda em outro fuso horário e depois de ouvir um discurso sobre pessoas passarem muito mal com a comida do Egito, fomos induzidos a ir a um restaurante de 20 USD. O lugar era um buffet honesto, mas nem de longe valia os 20 USD. Coisa que confirmamos depois quando almoçávamos muito melhor com menos de 20 Libras (pouco mais de 1 USD). Todos consideraram que se aproveitaram de nós.
Também no segundo dia, fomos num segundo restaurante no qual me recusei a comer e que, depois de conversar com o guia, também nos cobrou 15 USD. Valor acima do que valia também.
Houve, em outros dias, uma pressão muito grande pra se fechar o almoço onde os guias queriam. Mas depois dessas primeiras duas experiências, todos refugaram.

Problema 12: Insistência nos Pacotes Opcionais

Nesse ponto concordo que a comodidade de manter o mesmo guia e seus conhecimentos arqueológicos e boa disposição pra fazer além do combinado, me fizeram escolher fazer todos os passeios com o Walid (Nosso guia pela EGP), mesmo que pagando mais caro. Gostei muito dele e todas os opcionais que fizemos, e fizemos todos, nos agradaram bastante.
O que nos incomodou foi a insistência em vende-los aos demais. Parecia que ele estava convencido que todos nós faríamos todos os passeios com ele, quando alguns, por não querer gastar ou por preferir fazer outra coisa, ou simplesmente querer andar por conta própria e fazer seu próprio roteiro, não quiseram fechar com ele, o que gerou horas de tentativa de convencimento e justificativas de como seria ou foi melhor fechar os passeios com ele. Isso foi chato. E chegou ao ponto de vender uma insegurança irreal do Egito para que todos ficássemos todos os dias com ele, insegurança essa que não percebemos quando andamos sozinhos.
Mais ainda, nos aborreceu a grande diferença nos valores que nos foram cobrados, inclusive entre membros desse nosso mesmo grupo.

Problema 13: Check-in do voo de volta

Não foi feito o check-in prévio, embora o guia disse ter tentado, e tivemos que fazer na hora, deixando alguns grupos e uns casais separados no voo.

Problema 14: Esquecimento no Pacote “Terra Núbia”

Houve uma passagem com duas senhoras na visita à Terra Núbia que nos assustou bastante. Primeiro que a visita constava de um banho no Rio Nilo e um trecho a camelo, coisas que uma senhora de mais idade não conseguiria fazer, e deveria ter sido informada de tal previamente. (Aliás a falta de informação e descrição detalhada dos passeios gerou alguns outros ocorridos).
Segundo que ao preferir ficar no barco, por não querer andar o trecho a camelo, as senhoras foram “esquecidas” no barco até o horário de todos irem embora, quase 3 horas depois, no meio da noite, e elas dentro de um barco com 3 senhores estranhos à elas. Elas estavam paradas no portinho da terra Nubia, onde se não tivessem sido esquecidas, poderiam ter feito tudo que fizemos em terra firme, retirando apenas o trajeto do camelo.

Problema 15: Ausência de café na volta ao Cairo

Quem, ao contrário de mim, não fez o passeio do último dia, acabou por ser deixado no hotel pela manhã, sem os quartos liberados e sem o café da manhã. A falta de cuidado com comida se deu desde o primeiro dia, quando chegamos cansados e com fome, e fomos largados no hotel após um discurso de “não saiam do Hotel caso não queiram morrer”, totalmente exagerado, principalmente por ter várias lanchonetes em nossa calçada (Só descobrimos no dia seguinte).


Resumo das críticas

Em resumo, o que ocorreu de pior foi um terrorismo psicológico, insistência e certas humilhações que as pessoas, algumas idosas, se sujeitaram por estar num país desconhecido e com língua e costumes distintos. O sentimento que ficou é que fomos explorados por conta dessa insegurança.

Resposta deles:

“Realmente as pessoas locais conhecem melhor a situação real do Egito, e por isso se preocupam demais e são meio insistentes prezando pela segurança, as leis no Egito são muito rígidas, se acontece alguma coisa com um cliente vão buscar imediatamente os fornecedores locais pois são os responsáveis, e isso pode até fechar uma empresa no local. Talvez por isso tenham se sentido pressionados, mas é cultural.”

Elogios

Os passeios incluídos no pacote foram muito bons. Superaram expectativas como o próprio Egito nos surpreendeu.
O Egito, de uma forma geral nos agradou muito. Nos apaixonamos pelo povo e a boa condução da viagem ajudou muito nisso. A preocupação com nossa segurança em alguns momentos acabou sendo um bom ponto positivo.
As visitas às “fábricas” de papiro, tapete, alabastro, perfumes… embora comerciais, compuseram bem o roteiro e agradaram a todos.
Destaque pra visita à Terra Núbia que fizemos. Menphis e Sakara também foram surpreendentes, assim como o Templo de Abu Simbel.
O guia, ao saber dos descontentamentos, tentou compensar-nos com descontos e aumento dos pontos visitados. Nisso ele realmente se esforçou.
Os próprios conhecimentos arqueológicos do guia foram um destaque e nos fizeram optar por fechar os pacotes adicionais com ele.


Sugestões de melhoria

Faltou explorar um pouco mais o lado gastronômico do Egito.
Eu não sou fã de compras, mas o brasileiro de uma forma geral gosta bastante de comprar, então incluir um dia de compras no roteiro pode agradar bastante.
Eu gostaria de ter feito mais coisas, ou em maior tempo no Cairo mesmo. Cidadela, o Bairro Islâmico, a Torre do Cairo.
O guia de Abu Simbel poderia dar as explicações no ônibus. Já tínhamos pouco tempo no local por conta da saída do barco, e ele deixou pra dar as explicações depois que chegamos lá. Nós tivemos que sair e deixar ele falando sozinho pra conseguir ver tudo o que queríamos no tempo que tínhamos.


Avaliação do atendimento Pós Venda

Sabemos da importância desses feedbacks e esperávamos poder ajudar a empresa evitando que os próximos viajantes passem pelo que passamos. Achamos que seria justo que a EGP recebesse nosso relato para as devidas providências. Enviamos um email com tudo isso logo após nossa viagem. Não tivemos um retorno, então colocamos no reclame aqui para que todos possam ter acesso às pegadinhas do pacote que compramos.
Após colocarmos no reclame aqui, o atendimento ficou muito pior do que antes, ficamos muito mais insatisfeitos do que chegamos. Vou colar partes das respostas que recebemos do diretor:

A primeira mensagem que recebi deles:

vi sua reclamacao no reclame aqui, gostaria de saber se vc tem provas de que nossa empresa pagou pra alguem a passagem voo Rio/Sao Paulo/ Rio ?”

Minha resposta:

“Oi Mohammed,Tenho contato com as pessoas que fizeram esse pacote com a perna RJ> SP. Esses valores foram eles que nos passaram.Um pagou R$5990/pessoa e teve hotel 5 estrelas, vôo de RJ > SP > RJ e seguro viagem.Nós pagamos R$522,50 a menos, total de R$5467,50 por pessoa e não tivemos nada disso, assim como vários outros que moravam no RJ e avisaram que moravam no RJ. A agência poderia ter oferecido esse pacote com Up de hotel e passagem. Uma das que estavam conosco pagou R$600 apenas de excesso de bagagem por pegar um voo SP > RJ com franquia de bagagem incompatível com os demais voos.”

Recebi como resposta que cada um fechou em uma data, com um dólar diferente, etc. Respondi que compreendia, mas que sugeria que fosse pelo menos oferecido tais upgrades para todos. E me perguntou com o que nos estávamos chateados e o que queríamos. Informei que o mínimo que esperávamos para todos os lesados era:

  • Devolução de 50usd pra quem foi pra Alexandria (por não ter feito tudo, já tinha sido concedido a alguns do grupo)
  • Ressarcimento da diferença dos passeios (pra quem pagou a mais, os que saíram com os pacotes comprados do Brasil)

Porém informei que de forma alguma tiraria nossa reclamação do Reclame Aqui, pois assim como eu busquei por eles lá quando fui viajar e não tinha nada, outras pessoas também procuram antes de viajar, e eu acho justo que elas saibam de tudo que aconteceu e de como foi resolvido.

E o que recebi de respostas foi mais decepcionante ainda: (Estou copiando e colando exatamente as respostas que recebi)

“voce infelizmente so esta estragando o nome da empresa ,deixando agente ou ocultando a verdade de nos poder melhorar , porque se vc ligar aqui vc vai falar comigo e fora que vc pode ter meu cellular 011 93802 6089 , aqui na empresa vc e unica nas demais vc e apenas numro”
“Amiga vc comprou isso da aqui ou do Egito? se for do Egito cobra do pessoal de lah, oque eu devo a voce e oque eu realmente te vendi , entendeu?”
“Amiga, vamos por ponto , se voce comprou aqui no Brasil, aqui no Brasil tem impostos, custo de vida e tudo mais alto, alem que eu tenho que cobrar pelo meu servico, no Egito nao tem imposto, custo de vida baixo, povo vivi dependendo de gorjeta , e totalmente differente , agora oque maioria das pessoas tem com a Egp e o passeio das pyramides e das fabricas, o demais se o guia quizer vender , e com o guia isso nao temos responsabilidade …. ”

Para essas, respondi isso:

“Pra nós não existe diferença entre a EGp e a empresa local, pra nós que compramos o pacote no Brasil, a responsabilidade de tudo é de vocês. Nós não sabemos nem qual foi a empresa local que nos atendeu, nós fomos clientes da EGP para essa viagem, não deles. Eu entendo perfeitamente. Vc me deve o que vendeu. Estando lá, com a empresa de vocês, ​ou que vocês terceirizaram, continua sendo vocês e não a empresa de lá. Aqui não há o que fazer, apenas expus a insatisfação de saber que pagamos 100 dólares em um passeio que quem estava com a gente pagou 20.”

E foi esse o ultimo email que recebi

“amiga se vc nao fechou aqui no Brasil e preferiu comprar localmente e porque vc viu alguma vantagem comprando lah….. eu nao tenho nada aver com algo que o cliente faz alem dos servicos que ele me comprou aqui com a nossa empresa por isso que exisite contrato
agora voce foi lah comprou de alguem, eu nao tenho nada aver com isso
se vc tinha comprado comigo aqui no Brasil, vc teria todo direito e eu te rembolsaria 100% , cada um pode ir pra justica vai perder uma vez que eu nao sou o fornecedor , entendeu?
eu assumo 100% oque vendo …. mais mesmo assim vou conversar com pessoal local e ver oque posso te ajudar, pode ser assim?
Mohammed” 

Após isso desisti de discutir por e-mail e voltei para o Reclame Aqui, quando vi que tinha recebido essa resposta

“Sr.Mohammed, respondeu a Cliente e conversou com ela com objetivo de solucionar o problema , ai que descobriu que a passageira comprou seus passeios no Egito diretamente ( e nao quis comprar aqui no Brasil ) ai como ela reclama da EGP sendo que ela comprou de uma outra empresa, como ela quer garantia de bons serviços sendo que ela comprou localmente , agente aqui no Brasil paga impostos, taxas, temos que dar a garantia do serviço perfeito, o cliente vai e compra direto achando que e mais barato porem e sem garantia e sem assistência , infelizmente a EGP não pode assumir um ônus que não foi feita pela empresa …em fim…queremos ser claros que só assumimos oque foi comprado na EGP VIAGENS ….”

Minha resposta

“Gente, essa empresa conseguiu superar todas as meus parâmetros de péssimo serviço. Eu não ia processar, mas depois disso, terei que fazer.
A empresa justifica que não foram comprados os pacotes com ela, né? Deixe-me explicar novamente. Chegamos ao Egito e fomos recepcionados pelo agente de viagens deles lá. Alguns saíram com os pacotes fechados do Brasil, outros não quiseram, como nós, pois achamos que estava caro e não gostaríamos de andar em grupo. Chegando lá, o guia da agencia falou que conversou com a agência e que conseguiria um desconto para os pacotes que nos foi oferecido, alguns saíram até pela metade do preço. Sendo assim, fechamos os pacotes, que nos foram enviados por email, porém, ao inves de fechar com o vendedor da EGP, fechamos diretamente com o Guia deles, que estava guiando todo o grupo que fechou aqui no Brasil. Se eu fechei uma viagem com a EGP com guia, eu chego lá e ele faz um desconto para os pacotes que já tinham sido oferecidos e a gente fecha, a agencia não é a EGP? Quem é então? Se estávamos o tempo todo sendo guiados e orientados pela equipe da EGP no Egito, com quem foi que eu fechei? Se vocês contratam um guia no Egito para o grupo que está viajando com vocês, de quem é a responsabilidade? Se fosse pra jogar a culpa em outro, eu não tinha fechado com vocês. Me diz o nome da empresa que vocês contrataram lá pra fazer o serviço que vocês venderam pra gente então!
Eu não comprei de outra pessoa, comprei com o representante de vocês em solo, o guia, a unica pessoa que a gente tinha acesso da empresa lá.
A pior agencia de viagens do Brasil!”

Dai foi mais mensagem pra lá, mensagem pra cá… resumindo:

“não e minha responsabilidade …a responsabilidade e de lah …não temos guias próprios … o cara vem e faz o serviços …ele quis te vender porque quis ganhar a mais e você viu nisso um beneficio tudo bem, porem não foi com a EGP , entendeu ?”
 
“a sua reclamação infelizmente não tem cabimento …agente vai pedir pro reclame aqui tirar a reclamação ….se você tinha comprado pela EGP viagens ai tudo bem….agora olha bem seu pacote nem guia ta incluído a não ser no tour das piramides e fabrica…você contratou o guia por demais dias… ou você se entrou dentro de um grupo que clientes que pagaram para ter um serviço, uma assistência , caso tiver algum problema…agora não posso igualizar quem pagou e quem não pagou localmente … nunca você comprando direto sai mais barato …”

E depois disso, tive que encerrar a discussão, pois não melhoraria nada:

“O meu pacote tinha Guia, como você falou. Ele estava incluso em alguns passeios e era possível fechar os adicionais. Quem fechou no Brasil, teve o mesmo guia que a gente, a diferença é que chegando lá ele fez para o grupo preços melhores, nos comunicando que a agencia tinha autorizado. Era o guia de vocês! Em momento nenhum ele falou que estava trabalhando para empresa nenhuma que não fosse a EGP. Ele sempre falou em nome da Egípcia Tours, durante toda a viagem. Nós tivemos guia incluso para passeios à fábricas, o mesmo guia nos acompanhou nas viagens de trem e cruzeiro, como agora vocês dizem que não eram vocês? Como se eu tivesse procurado uma empresa lá no Egito sozinha e contratado. Foi o guia de vocês, que nos buscou no aeroporto, nos acompanhou em toda a viagem e tentava nos vender insistentemente os passeios todos os dias. Em momento nenhum ele falou que estávamos comprando direto, ele em todo momento falou em nome da Egípcia Tours. Não quero mais discutir com vocês. Aqui fica o aviso para demais clientes: Não fechem negócio com a Egípcia. Fomos um grupo de mais de 20 pessoas e todos saíram insatisfeitos. Alguns estão processando e outros simplesmente juraram nunca mais viajar pela EGP e fazer o que estou fazendo aqui, avisar à todos sobre o serviço prestado.

“Bom, encerro aqui a minha discussão, pois eu queria apenas mostrar aos demais clientes que não vale a pena utilizar os serviços da EGP no Egito. Mas depois desse pós venda que recebi, não aconselho que utilizem para lugar algum.
Vocês já viram como serão tratados né? Não fui a única, recebi várias mensagens de pessoas que passaram pelo mesmo problema.Vocês vão fechar serviços em solo, com a equipe deles (Ou contratada por eles), e se der qualquer problema, eles vão falar que não tem nada com isso. Nossos problemas foram muito além de pacotes fechados em solo, tivemos diversos problemas com os serviços contratados no Brasil, como descrito no primeiro relato.
A gente fecha com uma empresa pra ter mais segurança, e não ser enrolado no lugar, e o que eles entregaram foi o oposto disso.
Se querem uma empresa responsável, sem pegadinhas e que não vá te fazer de trouxa, procure a Emílio Turismo ou a GobyTur. Arrependimento de vida só ter conhecido eles depois dessa viagem.”

E minha conclusão final depois de todo esse pós atendimento:

O que estava ruim, ficou pior. Fiz uma reclamação, para dar oportunidade de retratação ou um pedido de desculpas. O que recebemos foram justificativas infundadas e tentativas vãs de fuga de responsabilidade.

Quando até a diretoria de uma empresa não admite suas falhas e se propõe a solucioná-las, a empresa está fadada ao fracasso e a uma permanente má prestação de serviços.

Em 2019 recebemos um comentário aqui dizendo que nada mudou, continuam agindo da mesma forma.

Mais uma vez, desaconselho. Façam suas viagens sozinhos, ou contratem empresas responsáveis, se preciso, me escreva nos comentários que lhes recomendo várias, como a Emílio Turismo ou a GobyTur. Se vocês conhecerem outras e quiserem recomendar, usem os comentários, por favor, assim vocês ajudam os outros viajantes.

Aos demais clientes, desejo-lhes boa viagem e que nunca passem pelo que passamos.

Como tirar o visto para o Egito: No Aeroporto do Cairo ou Antes


Brasileiros precisam de visto para entrar no Egito!
Antes de 2015 era padrão conseguir esse visto na chegada no aeroporto, mas desde então eles exigiram que os visitantes chegassem com o visto no passaporte. PORÉMMMMM! Tenho uma boa notícia à vocês, que não sabemos até quando será: Ainda é possível conseguir no aeroporto!

Visto na chegada no aeroporto

Ainda é possível conseguir direto no aeroporto por US$ 25 (Leve a quantia exata de dólares, pra evitar perder dinheiro). Eles suspenderam a decisão de pedir o visto antes pois precisam instalar um sistema de visto eletrônico que pode demorar sabe-se lá quantos anos. Se alguém souber de alguma atualização, escreve pra gente, por favor!
No Site do Itamaraty, ainda em 2018 dizia o seguinte: O visto para entrada no Egito pode ser adquirido quando da chegada no Aeroporto do Cairo, ou nos postos de fronteira, caso a viagem seja pela via terrestre, mediante o pagamento da taxa de US$ 25,00. O visto pode ser renovado posteriormente junto à autoridade migratória egípcia (“El Mugamma”).

Passo a Passo

1) Formulário da Imigração
2) Solicitando o visto
3) Passando pela Imigração
1) Formulário da Imigração
Dentro do avião, a companhia aérea distribuirá o formulário para preenchimento de seus dados. Esse formulário é o que será entregue na imigração para conseguir o visto. Se eles não entregarem, você terá que retirar diretamente na imigração e preencher lá.
Nossa sugestão é já preencher dentro do avião, pra agilizar o seu processo. Leve sempre uma caneta da bolsa.
No formulário será solicitado os seguintes dados:

  • Trip No: Preencha com o número de Voo
  • Arriving From: Diga de que país está vindo. Memso que tenha feito escala na Etiópia ou outro país, preencha o real país de partida, provavelmente Brasil.
  • Family Name: Coloque seu sobrenome
  • Fore Name: Coloque seu primeiro nome (Se for nome composto, coloque os dois)
  • Nationality: Informe a sua nacionalidade
  • Passport Number: Informe o número do Passaporte
  • Address in Egypt: Informe o endereço que ficará no Egito, o endereço do Hotel do Cairo ou o que ficará mais tempo.
  • Purpose of Arrival: Propósito da Visita – Selecione Turismo

2) Solicitando o visto
Depois que você desembarcar, antes de pegar as malas, haverá um balcão com uma fila, onde você vai solicitar o visto de 30 dias com entrada única que custa $25 dólares. Isso ainda não é a imigração, é apenas a compra do visto.
Sugerimos levar o dinheiro trocado.
Tenha em mãos:

  • Passaporte
  • Formulário preecnhido
  • 25 dólares por pessoa

3) Passando pela Imigração
Já com seu visto comprado, dirija-se para a fila da imigração.
Tenha em mãos:

  • Carteira de Vacinação comprovando que se vacinou contra febre amarela;
  • O visto que você acabou de comprar;
  • O Formulário da imigração;
  • Passaporte.

Visto Antecipado

A maior parte da informação na internet está desatualizada. Mas nós vamos ensinar como tirar aqui no Brasil, caso volte a vigorar essa regra, ou você queira se precaver.
O consulado fica no Rio de Janeiro, e você pode fazer pessoalmente. Mas caso more longe, dá pra fazer o pedido via Correios.
Sim, dá medo colocar o passaporte aos cuidados dos Correios, sugiro que faça via Sedex, ou carta registrada para acompanhar onde seu documento está. Mas sim, há a possibilidade de roubo de cargas, estamos falando do meu lindo <3 estado do Rio de Janeiro, aqui, isso é bem comum.
Antes de tudo, envie um email ([email protected]) pra eles e pergunte qual o procedimento, pra confirmar o que colocamos aqui, essas coisas sempre mudam.
Você vai precisar desses documentos:

  • Passaporte com validade acima de 6 meses.
  • 2 fotos 3×4 fundo branco
  • Certificado original internacional de vacina contra a febre amarela – Anvisa
  • Taxa em espécie
  • Valor cobrado: Classe Turismo: R$115 – entrada única que vale por 30 dias. Você pode pagar também R$165 e ter múltiplas entradas por até 90 dias.

Esses eram os valores de 2016 é bom dar uma checada através do e-mail: [email protected] Entre em contato com eles para que receba o formulário do visto.
Em no máximo 3 dias úteis eles já liberam o visto e devolvem o passaporte pra você.
Existem os dois tipos de visto que falamos aí em cima, com permanência máxima de 30 ou 90 dias, contando a partir do dia que você entra no país.  Mas pode ficar tranquilo, pois o visto pode ser solicitado quanto tempo antes você quiser.
Você tem que informar a data da viagem, chegada e saída. Se ela durar menos que 30 dias, eles colocarão a validade a partir de alguns dias antes de sua chegada, até alguns dias depois da sua previsão de partida.

Viagens à Palestina

A fronteira do Egito com a Palestina encontra-se fechada de forma permanente. Só esteve aberta durante 19 dias em 2015. É área de alto risco onde atua grupo terrorista.

Mais Informações

Embaixada do Egito em Brasilia

SEN Av. das Nações Lote 12 – Cep: 70.800-914 – Brasília, DF

:: Telefone: +55 61 3323-8800, Fax: +55 61 3323-1039
:: E-mail: [email protected]

Consulado do Egito no Rio

Rua Muniz Barreto, 741 – Botafogo – Cep: 22.251-090 – Rio de Janeiro, RJ

:: Telefone: (21) 2554-6664, Fax: (55 21) 2552-8997
:: E-mail: [email protected]

Escritório Comercial do Egito em São Paulo

Av. Paulista 726, 8º andar, Conj. 802 – Cep: 01.310-910 – São Paulo, SP

:: Telefone: (55 11) 3284-8184, Fax: (55 11) 3283-5187
:: E-mail: [email protected]
Espero que tenha ajudado, e se ainda restar alguma dúvida, sugestão ou contribuição, comenta aí embaixo que a gente responde 🙂

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