Chiang Mai e Chiang Rai Food Roteiro Trips

Chiang Rai e arredores: O que fazer

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O que fazer

Os pontos não são próximos um do outro, então o mais aconselhado e fechar um táxi para o dia assim que chegar na estação do ônibus.

:: Poços de águas termais (Hot Springs): Se você for com tour privado provavelmente parará aqui. É apenas uma parada com comércio que a maioria dos tours param para uma ida ao banheiro ou comprar algo pra comer. Há senhoras tailandesas vendendo ovos crus para os turistas cozinharem nas águas quentes dos poços, mas definitivamente, é dispensável.

:: Wat Rong Khun: O famoso Templo Branco, que é o maior motivo dos turistas se deslocarem até Chiang Rai.  Com início de construção em 1997 e previsão de término em 2070, está sendo construído para ser o mais lindo templo do mundo, é um templo novo quando comparado aos outros do país. O interior também é lindíssimo, mas você não achará muitas fotos pois é proibido fotografar.

Para entrar no templo, você deve caminhar sobre uma ponte e um grupo de braços (simbolizando o desejo), onde dentro, ao invés das representações tradicionais da vida de Buda, o artista pintou cenas contemporâneas que representam o samsara (o reino do renascimento e da ilusão). Imagens como um avião que esmaga nas Torres Gêmeas e, estranhamente, Keanu Reeves como Neo da The Matrix (para não mencionar Elvis, Hello Kitty, Superman, Michael Jackson, Batman, Darth Vader, Kung Fu Panda, Angry Birds e outros), dominam a parede acabada.

Você avistará uma outra construção dourada próxima, o Golden Toilet, e por mais que pareça, não é um templo, são os banheiros! Há cartões postais gratuitos na loja de souvenir que fica na saída do templo, e a postagem é paga, mas o cartão não.

  • Como chegar: Por estar localizado a cerca de 13 km ao sul de Chiang Rai, na estrada a meia hora da cidade, será necessário pegar um ônibus regular até Wiang Pa Pao (20BHT, das 6.15am às 18.10h). Na rodoviária tem ônibus coletivo que vai até lá, custa 20 BHT. Ou feche com algum taxi local o dia inteiro, pra não ter que ficar pedindo um taxi em cada lugar que for.
  • Funcionamento: 8h-17h
  • Endereço: fora de Rte 1 / AH2
  • Preço: 50 baths por pessoa. Até Outubro de 2016 era grátis.
  • Vestimenta: Ombros e joelhos devem estar cobertos e os calçados devem ser retirados antes de entrar no templo;
  • É proibido tirar fotografias no interior do templo;
  • Site oficial, clique aqui.

:: Rong Suea Ten Temple: Também conhecido como Blue Temple, onde o famoso dourado dos templos Tailandeses dá lugar ao fascinante azul. Por ser menos conhecido, o templo é mais exclusivo e tranquilo para visitação, há poucos turistas e mais locais. Lindo por dentro e por fora, vale conhecer os fundos e andar no entorno dele, pois alguns dias tem feirinhas de comidas típicas, artesanato e roupas.

Ocupando uma área de 6 hectares, esse templo começou a ser construído em Outubro de 2005 e foi concluído em janeiro de 2016, então é um dos templos mais novos do país. Foi construído por um estudante do Chalermchai Kositpipat, o artista que construiu o famoso Templo Branco de Chiang Rai.

A cor azul representa o Dharma, que é um conceito-chave com múltiplos significados nas religiões indianas – hinduísmo, budismo, siquismo e jainismo. Mas na doutrina budista significa: ‘Verdade contida nos ensinamentos do Buddha Gautama’. Na Yoga significa: ‘aquilo que sustenta, que mantém’.

  • Como chegar: Não há transporte público para levá-lo a Wat Rong Seua Ten, eu acho. Você precisará contratar um tuk-tuk ou ter seu próprio veículo. Do monumento do rei Mengrai, pegue a estrada No. 1 para sair da cidade, atravesse o rio Kok e você terá um letreiro indicando o templo à esquerda a menos de 1 km depois de passar o rio.
  • Endereço: 306 Moo 2, Rim Kok, Muang, Chiang Rai
  • Preço: Grátis
  • Vestimenta: Ombros e joelhos devem estar cobertos e os calçados devem ser retirados antes de entrar no templo;

:: Chiang Rai Night Bazaar: Assim como as outras feiras noturnas pelo país, você encontrará produtos locais, souvenirs, belisquetes e restaurantes, além de apresentações culturais. Ótimo lugar para fazer massagem depois de um dia de passeio.

:: Saturday Night Walking Street: Nos sábados a noite você pode passear nessa feira com produtos que vão desde artesanato até comidinhas locais. Fica cheio de turistas e moradores locais.

:: Long Neck Karen Village: A famosa tribo das mulheres-girafas, que assim como os passeios em elefantes, é uma visita polêmica. Até nos anúncios pela cidade há dizeres como: “É apenas um pescoço longo” e isso me fez pensar até que ponto é positiva essa visita.

Em consequência de perseguições étnicas, esse comunidade fugiu do Myanmar, antiga Birmânia, e passou a viver próximo de Chiang Rai. Eles se sustentam do turismo, do comércio de artesanatos e um pouco de agricultura para subsistência. A vila possui apenas uma parte central, onde ficam as barracas de artesanato e atrás ficam as cabanas dos moradores. Eles são bastante receptivos, até porque, dependem disso para viver, e permitem fotos se você pedir.

Há duas ‘lendas’ contadas por eles para justificar o uso das argolas no pescoço. Uma é que eles usavam pra se proteger de animais selvagens, e que assim eles não conseguiriam morder o pescoço (Mas poderiam morder qualquer outra parte, então pra mim não fez muito sentido). A outra é puramente estética mesmo, que me convence mais. Atualmente são usadas apenas por tradição mesmo.

   

As argolas pesam uns 10kg e são inseridas nas meninas ainda jovens, fazendo com que os ombros desçam (Não, o pescoço não cresce rsrs). Mais argolas são inseridas com o passar dos anos e o pescoço se torna super frágil sem elas, pois perde o suporte e corre risco de lesão.

Para sobreviver, eles cultivam alguns tipos de alimento, mas também cultivam o ópio, que desagrada o governo tailandês. Ainda hoje, essa questão diplomática não é bem resolvida, pois muitos dizem que o governo trata esses povos como se eles não existissem.


Opções pra se sobrar tempo

:: Kuan Yin Temple ou Wat Huay Plakang 9 Tier Temple: Não muito longe da cidade de Chiang Rai, vale a pena conhecer esse templo também. Visite no início da tarde, quando é mais vazio. Esse templo possui uma gigante estátua de Kuan Yin, e é possível pegar o elevador até o topo da estátua de Buda para uma vista sobre a cidade, custa 40bt. Não é um ‘Must See’, mas se tiver por perto, vale passar, pois é um lugar onde há mais moradores do que turistas, e eles vão para prestar homenagens religiosas, não passeios turísticos.

  • Como chegar: Fica uns 10 km de distância do centro da cidade. Se for de táxi demora uns 20 minutos.
  • Endereço553 Moo 3, Rimkok SubdistrictChiang Rai 57100, Tailândia
  • Preço: Grátis
  • Vestimenta: Ombros e joelhos devem estar cobertos e os calçados devem ser retirados antes de entrar no templo;

:: Baan Si Dum / Museum Baandum /  Baan Dam / Templo Negro: Criado pelo artista e professor Thawan Duchanee, sua cconstrução demorou mais de 50 anos. É também conhecido como Black House Museum, bem macabro, expõe mais de 40 peças de artes populares que fazem referência ao o inferno e a morte.

As obras de arte exibidas utilizam desde chifres de búfalo, ossos de animais, pele de tigre e cobra, até peças contemporâneas. Será certamente uma experiência diferente, principalmente se no mesmo dia você visitar o Black and White Temples.

  • Endereço553 Moo 3, Rimkok SubdistrictChiang Rai 57100, Tailândia
  • Preço: 100 BHT por pessoa (R$ 10,00 reais)

:: Wat Phra Kaew / Wat Phra Kaeo: Originalmente chamado Wat Pa Yia (Mosteiro da Floresta de Bamboo) no dialecto local, este é o templo budista mais venerado da cidade. A principal sala de oração é uma estrutura de madeira de tamanho médio e bem conservada. O chedi octogonal data do final do século 14 e está no estilo Lanna. O prédio de madeira adjacente de dois andares é um museu que abriga vários artefatos de Lanna. A lenda diz que, em 1434, o raio atingiu o chedi do templo, que se separou para revelar o Phra Kaew Morakot, ou Emerald Buddha (feito de jade). Depois de uma longa jornada que incluiu uma longa parada em Vientiane, Laos, este talismã nacional está agora instalado no templo do mesmo nome em Banguecoque.

Em 1990, Chiang Rai encomendou um artista chinês para esculpir uma nova imagem do jade canadense. Nomeado o Phra Yok Chiang Rai (Chiang Rai Jade Buddha), foi intencionalmente uma réplica muito próxima, mas não exata, do Phra Kaew Morakot em Bangkok, com dimensões de 48,3 cm em toda a base e 65,9 cm de altura, apenas 0,1 cm menor do que o original. A imagem está localizada no impressionante Haw Phra Yoke, cujas paredes estão decoradas com belos murais modernos, alguns retratando a jornada do original Phra Kaew Morakot, bem como a elaborada cerimônia que viu a imagem atual chegar ao seu novo lar em Chiang Rai.

  • Funcionamento: Templo das 7h às 19h, museu das 9h às 17h
  • Endereço: Th Trairat
  • Preço: doações apreciadas

:: Mae Fah Luang Art & Culture Park: Museu de melhor escolha em Chiang Rai. Além de um museu que abriga uma das maiores coleções da Tailândia de artefatos de Lanna, este vasto e meticulosamente ajardinado complexo inclui arte antiga e contemporânea, templos budistas e outras estruturas.

Está localizado a cerca de 4 km a oeste do centro de Chiang Rai. Haw Kaew, o museu do parque, tem uma coleção permanente de artefatos e arte de toda a região Lanna, além de uma sala de exposição temporária.

Haw Kham , uma torre semelhante a um templo, construída em 1984 a partir dos restos de 32 casas de madeira, é indiscutivelmente a peça central do parque. O tamanho imenso da estrutura – supostamente influenciado pela era de Lanna Wat Pongsanuk em Lampang – com sua imagem de Buda aparentemente pairando sobre a areia branca (a última importada de Ko Samet) e sua sagrada aura à luz de velas culmina em uma vibração diferente da local de culto de um culto indígena.

:: Wat Phra Singh: Este templo remonta ao final do século 14, e seus edifícios originais sobreviventes mais antigos são típicas estruturas de madeira do estilo tailandês do norte com telhados baixos e arrebatadores. O principal wí · hăhn abriga impressionantes portas de madeira que foram pensadas por artistas locais, bem como uma cópia do sagrado Phra Singh Buddha de Chiang Mai.

Um dos templos mais antigos de Chiang Rai, o Wat Phra Singh foi construído em 1385, um pouco mais de um século depois que a cidade de Chiang Rai foi fundada pelo rei Mengrai em 1262. As principais estruturas do templo estilo Lanna são o ubosot , o viharn , uma capela que contém uma pegada do Buda e do Kuti ou ambientes de monges.

A estrutura original mais antiga ainda hoje em dia nos templos budistas do norte da Tailândia é geralmente o chedi ou o pagode. O chedi de estilo cingalês banhado a ouro do Wat Phra Singh está atrás do viharn. Consiste em uma base quadrada com pequenos santuários nos seus lados que contêm imagens de Buda e uma parte superior em forma de espiral.


:: Outros templos: Há outros menos famosos, mas também visitados. Se você não estiver enjoado de templos (O que eu duvido), você pode conhecer:

  • Wat Phra That Doi Chom Thong: O rei Mengrai, fundador de Chiang Rai, explorou pela primeira vez o lugar da cidade a partir deste pico, a oeste do centro contemporâneo de Chiang Mai. O Lanna de estilo chedi encontrado no topo possui data mais provável de 14 a 16 séculos.
  • Tham Tu Pu e Caverna de Buda: Atravesse a Ponte Mae Fah Luang (localizada a noroeste do centro da cidade) para o lado norte de Mae Nam Kok e você vera a um caminho tanto para Tham Tu Pu quanto para a Caverna de Buda. Nem a atração é particularmente incrível por conta própria, mas o entorno é bonito e um destino ideal para uma bicicleta ou um passeio de moto. Siga a estrada por 1 km e, em seguida, desligue-se para um caminho de terra para 200 metros até a base de um penhasco de pedra calcária, onde há um conjunto íngreme de escadas que levam a uma câmara principal que detém uma estátua de Buda empoeirada; Este é Tham Tu Pu. Continue ao longo da mesma estrada por 3 km mais (o sinal diz ‘Buda Imagens Cave’) e você alcançará a Caverna de Buda , uma caverna de Mae Nam Kok contendo um pequeno templo ativo mas simbólico, um monge solitário e numerosos gatos. O templo foi um dos vários destinos em uma visita à região pelo rei Rama V no início do século XX.
  • Wat Jet Yot: O chedi de sete espadas (stupa) no Wat Jet Yot é semelhante ao de seu homônimo de Chiang Mai, mas sem ornamentação de estuque. De interesse mais estético é o teto de madeira da varanda da frente principal, que apresenta um afresco astrológico Thai único.
  • Wat Klang Wiang: Este templo parece contemporâneo, mas provavelmente remonta pelo menos 500 anos. A remodelação extensiva no início da década de 1990 deixou várias estruturas no templo com um estilo único de “Lanna moderna”, mas o elegante hŏr đrai (depósito do manuscrito – a biblioteca do templo) parece ter mantido sua forma original.

:: Vilarejos étnicos: Além das mulheres girafas, um programa bastante popular em Chiang Rai é conhecer as tribos da montanha (Hill tribes), que habitam essa região do Golden Triangle. Há uma média de dez grupos étnicos por ali, com diferentes culturas, aparências, idiomas e hábitos, porém, convivem em harmonia. Essas tribos sobrevivem do turismo, da agricultura para aturo consumo e de doações. As fotografias são boas, mas vá preparado para se sentir em um zoológico humano.

Por um lado, a gente considera que eles precisam desse turismo para sobreviver, e que provavelmente já teriam se descaracterizado se não fosse pelo atrativo que isso traz. Por outro lado a gente pensa se essa exploração é somente positiva também ou se não os torna ‘escravos’ de costumes e tradições que não existiriam mais e trariam melhor qualidade de vida se não fosse pelo turismo.


:: Triângulo Dourado: que compreende a fronteira entre Tailândia, Laos e Myanmar. O Rio Mekong divide os três países.

Os passeios vendidos levam a Ilha de Donsao, no Laos, após passar pelo Rio Mekong. Lá você encontrará uma comunidade que vive do comercio de artesanatos e outros produtos.

   

:: Chiang Rai Beach: Em uma área um pouco afastada do centro, nas margens do Rio Mae Kok, você encontrará alguns cafés e restaurantes que funcionam até o por do sol. Você pode chegar de  moto ou tuk-tuk. O lugar é voltado para locais, então você não conseguirá menu ou atendimento em inglês facilmente, sugerimos usar o google tradutor.

Ingrid5Cantos

Olá! Meu nome é Ingrid e sou apaixonada por viagens! O 5Cantos é um projeto de realização pessoal, não vivemos dele. Sou engenheira e trabalho como todo mundo, mas nas madrugadas escrevo umas dicas aqui. Queremos ajudar pessoas normais, como nós, a viajar sempre mais, otimizando o tempo e dinheiro. Viajar é possível, cola comigo!

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