Como voar de balão no Egito – O lugar mais barato do mundo

Alô Alô viajantes que não tem medo de aventura, que querem sempre fazer coisas novas e principalmente sem gastar muito – Esse post é pra você! Quando fomos ao Egito, fizemos por agência e caímos em algumas muitas furadas. (Leia aqui nossa avaliação sobre a agência que contratamos e indicação de algumas que não são … Ler mais Como voar de balão no Egito – O lugar mais barato do mundo

Egito: Gorjeta, quanto dar e se é obrigatório

Primeiro aviso que tenho que te dar sobre gorjeta no Egito é: Inevitavelmente você vai se estressar. Gorjeta é uma prática muito comum por lá, e isso demonstra alguma retribuição por qualquer serviço ou favor prestado, mesmo que já tenha sido acertado um valor pelo serviço. :: Anota aí: Gorjeta no Egito se chama Baksheesh. … Ler mais Egito: Gorjeta, quanto dar e se é obrigatório

Egito: Roteiro de 10 dias

Dia 1: Gizé, Pirâmides Trocar Libras Pirâmides de Gizé Embarcação de Khufu – O barco está exposto em um museu construído em cima do fosso onde permaneceu por séculos guardado. Um museu exclusivo para ela ao lado da grande pirâmide. Esfinge Almoço Fábrica de Papiro (Papyrus) Loja de fábrica de algodão Mercado para comprar água e lanchinhos, … Ler mais Egito: Roteiro de 10 dias

23 perguntas e respostas sobre a Vacina da Febre Amarela pra viajantes

1. O que é o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP)? É um documento que comprova a vacinação contra doenças, conforme definido no Regulamento Sanitário Internacional. Clique aqui pra ver a lista com os países que exigem o Certificado. 2. Quem precisa do certificado? Somente pessoas que estão viajando com destino ou escala/conexão em países  que … Ler mais 23 perguntas e respostas sobre a Vacina da Febre Amarela pra viajantes

Países que exigem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia contra Febre Amarela

Países que exigem a vacinação contra a febre amarela para turistas que chegam de países com risco de transmissão da febre amarela, ou seja, exigem certificado para Brasileiros e todos provenientes da lista de países no final desse post. Alguns exigem pra qualquer nacionalidade, esses nós vamos destacar. Se você quer saber como conseguir o … Ler mais Países que exigem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia contra Febre Amarela

5 Segredos das pirâmides de Gizé

Não importa o quanto descobrimos sobre as famosas grandes pirâmides de Gizé no Egito, sempre parece haver um ar de mistério em torno dessas estruturas. Construído aproximadamente 4.500 anos atrás, essas relíquias maciças da era do Reino Antigo sobreviveram aparentemente a tudo. A grande massa das pirâmides é surpreendente, a maior é de 480 pés … Ler mais 5 Segredos das pirâmides de Gizé

EGP é confiável? Leia antes de comprar

Olá viajantes, hoje viemos pra fazer nossa avaliação sobre os serviços da agência EGP (Egípcia Tour). Utilizamos os serviços em nossa viagem ao Egito, no final de 2016, após lermos os comentários no facebook e reclame aqui, que até então eram super positivos. Consultamos alguns amigos que trabalham ou já trabalharam em agências e todos nos informaram ser uma agência séria e responsável… até então. Nós explicaremos em tópicos todos os problemas que tivemos e também é claro, o que foi bom.
Se prepara que lá vem textão, ou corre direto pro fim e leia nossa avaliação final.

Aqui você vai ler:


O roteiro que foi vendido pela EGP

Vou colocar aqui exatamente como nos venderam o pacote:

Egito – Saída dia 11/11/2016

1º DIA – SÃO PAULO / ADDIS ABABA / CAIRO

Apresentação no aeroporto internacional de São Paulo 03 (três) horas antes da saída do voo para check-in junto aos balcões da cia. aérea Ethiopian e embarque com destino ao Cairo. Conexão em Addis Ababa. Pernoite a bordo.

2° DIA – CAIRO / ASWAN

No início da madrugada chegada à cidade do Cairo. O nome da cidade em português significa “a Vitoriosa” e seu território é o maior do continente africano e do mundo arábico. Recepção e traslado ao hotel. Após o café da manhã visita de dia inteiro á cidade, incluindo as famosas pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos (entrada nos parques e nas pirâmides não incluso) e a impressionante Esfinge, esculpida em pedra. Visita as fábricas de papirus, de perfumes e a fábrica de tapetes persas feitos à mão. Ao final da tarde, traslado à estação ferroviária e partida de trem para Aswan. Acomodação em POLTRONA PRIMEIRA CLASSE. Pernoite a bordo.

3º DIA – ASWAN

Desembarque e traslado para o porto fluvial. Embarque no navio que fará o cruzeiro pelo Rio Nilo. Após a distribuição das cabines e em horário apropriado será servido o almoço. Sugerimos comoOPCIONAL passeio em Feluca (barco a vela típico no Rio Nilo) ao redor das Ilhas do Jardim Botânico e Mausoléu de Agha Khan (sem descer do barco. Caso não haja vento, o passeio será substituído por um barco a motor). Jantar e pernoite a bordo do navio em Aswan.
– Tour opcional Passeio de Feluca (Duração: 04 hrs).

4º DIA – ASWAN / KOM OMBO / EDFU

Pensão completa a bordo. Navegação para Kom Ombo. Sugerimos como OPCIONAL saída com destino a Abu Simbel para visitar os templos de Ramsés II e sua esposa Nefertari. O complexo arqueológico fica aproximadamente a 200km de Aswan, no fim da lagoa de Nasser, quase na fronteira entre o Egito e Sudão, sendo considerada uma das mais belas obras feitas pelo ser humano. Tempo livre para fotos, visita aos templos e retorno para Aswan. Já em Kom Ombo, passeio ao Templo do Deus Sobek e do Deus Hóru. Navegação para Edfu. Pernoite a bordo do cruzeiro.
– Tour opcional Abu Simbel (Duração: 08 hrs).
– Tour opcional Templos dos Deuses Sobek e Hórus (Duração: 04 hrs).

5º DIA – EDFU / ESNA / LUXOR

Pensão completa a bordo. Sugerimos como OPCIONAL passeio ao Templo do Deus Hórus, construído entre 237 e 57 a.C., considerado o mais perfeito templo da Antiga Civilização Egípcia. Navegação para Luxor via Esna. Pernoite a bordo em Luxor.
– Tour opcional Templo do Deus Hórus (Duração: 04 hrs).

6º DIA – LUXOR 

Café da manhã e desembarque do cruzeiro pela manhã. Sugerimos como OPCIONAL passeio ao Vale dos Reis, onde estão localizadas todas as tumbas da moderna Dinastia dos Reis (1550 – 830 a.C.), incluindo a tumba do Rei Tut Ankh Amon. Saída para o Templo Funeral da rainha Hatchepsut, esculpido sob a montanha a cerca de 1450 a.C. Visita ao Colosso de Memnoon e às duas estátuas do Rei Amenophis. Passeio à margem leste do Rio Nilo começando por Karnak, onde localiza-se o maior templo do Egito, construído em homenagem ao Deus Amon-Rá a cerca de 2000 a.C.. Visita ao Templo de Luxor, construído por Amenophis e Ramsés II em 1450 a.C.. Traslado para a estação ferroviária e partida de trem para o Cairo. Acomodação em POLTRONA PRIMEIRA CLASSE. Pernoite a bordo no trem.
– Tour opcional Vale dos Reis (Duração: 04 hrs).
– Tour opcional Templo de Luxor (Duração: 04 hrs).

7º DIA – CAIRO (MENPHIS E SAKKARA) 

Chegada ao Cairo, recepção e traslado ao hotel. Sugerimos como OPCIONAL passeio á Menphis, cidade do Deus Ptah. Fundada durante a dinastia I, sobreviveu ao longo da história egípcia faraônica e se tornou uma das maiores cidades da antiguidade. O Colosso de Ramsés II e o Alabaster Sphinx são duas das construções mais importantes da região. A oeste de Menphis está a Grande Pirâmide de Sakkara, uma das mais antigas necrópoles da cidade. É considerada o grande complexo mortuário do Egito, durante várias dinastias, com destaque para a Pirâmide do faraó Djoser. Retorno ao Cairo. A noite, jantar à la carte a bordo do cruzeiro-restaurante pelo Rio Nilo, com show de danças tipicas (bebidas não inclusas).
– Tour opcional á Menphis e Sakkara de meio dia (Duração: 04 hrs).
– Jantar opcional com danças típicas.

8º DIA – CAIRO (ALEXANDRIA)

Café da Manhã no hotel. Sugerimos com OPCIONAL passeio a cidade de Alexandria, que foi fundada por Alexandre o Grande, na passagem pelo Egito em sua tentativa de conquistar o mundo. Ela era conhecida por sua grande biblioteca, o seu farol, situado na ilha de Pharos. City tour para conhecer a Biblioteca Alexandrina, a nova Biblioteca, patrocinado pela UNESCO, que foi inaugurado em 2003, será o Pilar de Pompeu, as Catacumbas de Kom El Shokafa, o maior cemitério da cidade romana, que foi construído no início do s II dC e é uma mistura faraônica e arte romana. Almoço. Finalizaremos a visita no Palácio Montazah, residência de verão da família real. Construído em estilo turco-florentino por El Jedive Abbas, o palácio foi usado como um hospital pela Cruz Vermelha durante a primeira Guerra Mundial. Retorno para o Cairo. Á noite, Show de Luzes nas pirâmides, um evento indispensável para quem visita á cidade, com traslado ida e volta do hotel. Retorno ao hotel e pernoite.
– Tour Alexandria opcional de dia inteiro (08 horas).
– Show de Luzes nas Pirâmides (02 horas).

9º DIA – CAIRO (PORT SAID)

Café da Manhã no hotel. Sugerimos com OPCIONAL tour á Port Said, uma das mais belas cidades do Egito. Pequena, linda, conhecida por sua localização na zona franca do Egito. Port Said está localizada a 170 km de Cairo, no extremo norte do Egito, ao lado do Canal do Suez com o Mar Mediterrâneo. Fixada entre dois continentes, África & Ásia, vamos fazer uma rápida passagem pela cidade passando pelos centros comerciais, pegar a Balsa para atravessar o Canal de Suez (Lado Asiático do Egito), para conhecer as casas típicas de Port Fuad construídas pelos franceses e ingleses, sendo um dos destinos mais procurados pelos europeus no século passado. Haverá possibilidade de parada em um café e retornando á Port Said, visitaremos o Museu Nacional. Uma breve parada em frente o Museu Militar de Port Said e tempo livre na área do Mercado, que possui preços muito bons, para compras e retorno ao Cairo. Pernoite.
– Tour Port Said, Port Fuad & Canal de Suez opcional de dia inteiro (08 horas).

10º DIA – CAIRO

Café da manhã. Dia livre para conhecer melhor a cidade do Cairo. Sugerimos como OPCIONAL passeio ao Museu Egípcio, com a sua arte antiga e o tesouro do túmulo de Tutancâmon e depois para a Cidadela de Saladino e a Mesquita de Alabastro é salvo. Visita noturna a Khan el Khal Ili.
– Tour opcional Museu Egípcio (Duração: 04 horas).
– Tour opcional Khan el Khal Ili (Duração: 02 horas).

11º DIA – CAIRO / SÃO PAULO

No início da madrugada embarque em voo com destino á São Paulo. Conexão em Addis Ababa ou aeroporto das proximidades. Chegada em São Paulo prevista para á tarde. Desembarque e fim dos nossos serviços.
Observação: A diferença entre os números de dias e noites de um pacote está relacionada aos horários dos voos. Os números de dias refletem a data de saída e chegada no Brasil.

O PROGRAMA INCLUI:
  • Passagem aérea internacional São Paulo / Cairo / São Paulo voando ETHIOPIAN em classe econômica.
  • Taxas já inclusas.
  • 05 (três) noites de hospedagem no MAYORCA CAIRO HOTEL (3*) no Cairo em apartamento standard.
  • 01 (uma) noite de hospedagem em trem de Cairo para Aswan em poltrona primeira classe.
  • 03 (três) noites de hospedagem em Cruzeiro pelo Rio Nilo em cabine dupla (Navio Isadoura ou Miss World).
  • 01 (uma) noite de hospedagem em trem de Luxor para o Cairo em poltrona primeira classe.
  • Café da manhã estilo Buffet servido diariamente no hotel do Cairo.
  • Pensão completa durante as três noites de estadia no Cruzeiro pelo Rio Nilo.
  • Traslados privativos com acompanhamento de guia local falando espanhol.
  • Passeio privativo a fábrica de algodão egípcio com acompanhamento de guia local falando espanhol.
  • Passeio privativo a fábrica de papiros com acompanhamento de guia local falando espanhol.
  • Passeio privativo a fábrica de perfume com acompanhamento de guia local falando espanhol.
  • Passeio privativo a fábrica de tapetes persas feitos à mão acompanhamento de guia local falando espanhol.
  • Assistência completa pela EGP VIAGENS no Egito.
O PROGRAMA NÃO INCLUI:
  • Não inclui entrada no parque ou entrada nas pirâmides.
  • Qualquer item não mencionado em “O PROGRAMA INCLUI”.
  • Despesas com passaportes, vistos e de caráter pessoal.
  • Gorjetas aos carregadores de malas, guias e chofer.
DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA:
  • Passaporte válido por no mínimo 06 meses.
  • Certificado Internacional de Vacina Contra a Febre Amarela.
  • Visto de entrada válida para o Egito (R$ 300,00).
Valores em quarto duplo:
  • USD 975,00 + taxas de USD 350,00 = USD 1.325,00
  • Cambio do dia: R$ 3,90
  • Total a ser pago de R$ 5.167,50 por pessoa
  • Total da viagem + Visto = R$ 5.467,50 por pessoa
  • Total da viagem + visto + seguro viagem = R$ 5.867,50 por pessoa

Análise do que foi vendido

Aparentemente barato né? Mais ou menos…vamos explicar o porquê.

O custo de vida no Egito é muuuuuito baixo. Nossa moeda é muito mais forte e tudo lá sai muito mais barato pra nós. Pra vocês terem ideia, era possível fazer uma refeição completa com até 1 dólar quando fomos.

Pegamos uma época favorável pra gente, pois foi logo depois que o Trump ganhou a eleição, então o valor do dólar pra eles foi de 6 pra 17, o que pra gente foi ótimo, pois nosso dinheiro quase triplicou de um dia para o outro. Além de ter conseguido viajar tranquilamente pois os radicais já sabiam que com o Trump assumindo, eles não seriam mais financiados pelos EUA, como eram com o Obama e os Democratas. Ou seja, os Egípcios de bem estavam felizes com a vitoria do Trump, os radicais estavam enfraquecidos e nós conseguimos curtir tudo em paz. \o/

Problema 1: Visto

Antes de tudo, vou falar desse visto que nos cobraram R$300! Na época, custava R$115 na Classe Turismo, que dá direito à entrada única e vale por 30 dias. E não é nada trabalhoso, chegamos lá e eles colaram o selo no nosso passaporte, um despropósito o preço, mas ok, paga-se pela comodidade. Se quiser saber mais como tirar o Visto sozinho, clica aqui.
Agora vamos às nossas considerações positivas e negativas:

Problema 2: Discussão inicial

O primeiro ocorrido desagradável se deu em uma discussão acalorada e constrangedora entre o guia, e quatro senhoras que estavam com a gente no grupo e no ônibus. Isso já foi na chegada, não tínhamos nem saído do aeroporto e já estava esse climão. Aparentemente as mesmas desejavam usar o próximo dia livre para visitar o centro do Cairo, acompanhadas de um outro guia conhecido delas, e que adaptaria a visita aos seus gostos pessoais. A sugestão foi refutada prontamente e de forma rude por nosso guia, o que gerou uma grande discussão entre eles que se estendeu até o saguão do hotel, envolvendo todos do grupo, e tornou nossa chegada bastante tensa e confusa. Essa rixa se estendeu ao longo de toda a viagem, gerando alguns outro prejuízos e situações de desconforto pra todos nós, que descreverei a seguir.

A JUSTIFICATIVA DELES AQUI

“Com certeza nosso guia não pode discutir com um cliente, mas em relação a adquirir serviços com outros fornecedores o Egito é um país bem rídigo quanto a isso, o próprío governo recomenda que cada passageiro compre serviços do mesmo fornecedor e que envie os contatos dos mesmos para quem emite o visto, que se torna o responsável do cliente no país, prezando a própria segurança, não deixando o cliente ficar em mãos de receptivos que não tenham credenciais. Referente a cliente que citou ela nos deu um retorno bem positivo da viagem dela, então acredito que este item mencionado dela com o guia não tenha incomodado a mesma.”

O QUE RESPONDI

“O próprio governo recomenda que cada passageiro compre serviços do mesmo fornecedor? Não foi isso que foi vendido. Foram vendidos dias livres, e pacotes OPCIONAIS, não OBRIGATÓRIOS, ou seja, se não fechasse com a agência, a gente era impedido de sair do hotel. Quem fez passeios com outras agencias e não avisou nada, não teve problema nenhum, quem foi avisar que ia sair por conta, logo arrumaram um jeito de impedir, envolvendo até mesmo a polícia. A cliente que citei está processando vocês, como ela pode ter dado retorno positivo?”

Problema 3: Divergência entre o que foi vendido e o que foi entregue

O fator gerador do ocorrido acima (e dos demais, descritos a seguir), a meu ver, foi uma discrepância entre o que nos foi vendido e o que se tinha a expectativa de ser fornecido pela equipe da empresa residente no Egito. Viajamos com a expectativa de dias livres, mas essa prática foi duramente repreendida pelo guia local, com ameaças e exageros na descrição da violência. Aparentemente ele estava dando como certo que todos fechassem todos os passeios opcionais com ele, e ficou transtornado ao descobrir que esses não eram os planos de todos, por quererem andar sem horários ou simples falta de dinheiro.
Particularmente, fechamos todos os pacotes com o guia, pelos motivos que descreverei abaixo nos elogios, mas o que nos gerou também alguns descontentamentos e frustrações.
Perdemos muito tempo com tentativas de convencimento (venda dos pacotes) e presenciamos constrangedores tratamentos diferenciados a quem não fechou com ele.

Problema 4: Pacote de Gorjetas

Logo no primeiro dia, nosso guia ofereceu (de forma quase compulsória) um pacote de gorjetas custando 45 USD por pessoa que, à princípio, incluiria as gorjetas do cruzeiro, hotel e demais pequenos agrados dados na visitas durante toda a viagem. Não custava ter avisado isso antes de sairmos do Brasil ou embutir esse custo no pacote comprado. Esses custos adicionais não informados com antecedência incomodaram bastante. A sensação foi de que caímos numa “pegadinha”.
Esse pacote em parte foi cumprido, apesar de não nos isentar de algumas gorjetas extra em banheiros, restaurante, certos templos, Vale do Reis e etc. conforme garantido no momento da “venda”.
Os maiores pontos negativos desse Pacote de Gorjetas foram, primeiro, a pressão feita a quem não aderiu a ele, pois mesmo eu tendo optado por pagar, fui obrigado a presenciar vários momentos constrangedores de terceiros por conta da escolha desse não pagamento.
Basicamente quem não pagou os 45 USD, além de não desfrutar de certas facilidades, o que foi avisado previamente, teve a vida dificultada de forma proposital em algumas situações como o não transporte das malas entre trem e barco, e entre barco e trem (O guia não deixou os carregadores locais receberem dinheiro diretamente de quem não pagou o pacote), o não check-in adiantado no cruzeiro (Chegamos antes das 12h. Quem pagou foi logo pro quarto, mas quem não pagou ficou no deck aguardando até o meio dia), havendo inclusive uma bronca coletiva bem constrangedora e pública em quem optou por não pagar, no hall do navio e na frente de todos. Esses mesmos “não pagantes” ficaram em quartos separados e, supostamente, piores. Além do que, foi cobrado deles, também de forma compulsória, uma gorjeta de 25 USD no mesmo barco.
Eles ficaram sem papel higiênico, sem troca de toalhas, sem shampoo e foram insistentemente cobrados da gorjeta todos os dias. Foram colocados numa cabine perto da sala de máquinas, sem janelas amplas e no andar da cozinha. Enquanto nós que pagamos ficamos confortáveis no quarto andar. E no fim, foram intimidados a pagar (e pagaram) 10 USD pelo capitão do barco.
Tudo bem que não fossem levadas as malas de quem não pagou o pacote de gorjetas, mas que pelo menos se permitisse que essas pessoas pagassem alguém na hora pra levar essas malas pro trem, o que não aconteceu, pois eles foram praticamente impedidos de fazer isso. Temos fotos, inclusive. Houve uma passagem em que um dos outros membros do grupo foi tentar ajudar uma dessas senhoras “não pagantes” e ele foi imediatamente impedido de ajudar de forma bem rude, numa outra situação também constrangedora. Soou como um retaliação a quem não fechou com ele.
Segundo ponto foi o fato de que, ao ser informado que as gorjetas de limpeza do quarto estavam incluídas nesse pacote, e conforme instruído pelo guia, não deixei a gorjeta das camareiras o que me rendeu uma noite sem toalhas. No dia seguinte passei a deixar essa gorjeta adicional e tudo voltou à normalidade. Lembro que isso não acorreu somente comigo, onde praticamente todos foram obrigados a buscar as toalhas no balcão do hotel sob olhares debochados dos funcionários do mesmo e, ao informarmos o guia sobre isso, já na viagem pra Aswan, ele retaliou o gerente do hotel na nossa frente pelo telefone de forma rude, quando cheguei a ter de falar diretamente com o gerente sobre isso, também por telefone, mas já havíamos sido prejudicados.
Vale lembrar que no final das contas, na volta ao Cairo, mesmo quem não pagou as propinas teve suas malas carregadas. Injustiça com quem pagou, não acham?

A resposta deles:

“As gorjetas é uma cultura local, é um insulto para os egípcios não dar-lhes gorjetas, eles vivem disso, e são sim bem insistentes quanto a isso. Mas é uma cultura local, não podemos incluir pois não sabemos ao certo quanto eles cobrarão, e é opcional não podemos forçar as gorjetas, fica a critério de cada cliente.”

Nossa resposta:

“Sabemos que a gorjeta é cultura local, e por isso que demos gorjetas em todos os locais. O problema foi cobrar um pacote e a gente ter que pagar de novo, pq se não ficávamos sem toalhas e papel higiênico do banheiro. Em todos os locais que fomos, pediam mais gorjetas e o guia falava pra dar, mesmo ele nos cobrando um pacote de gorjeta que ele vendeu como se não precisaríamos mais pagar gorjetas em logar nenhum. Se é opcional e não sabem quanto cobraram, pq nos cobraram um pacote lá e quem não quis pagar não pode pagar direto pois o guia não permitiu que os trabalhadores locais recebessem? Como uma espécie de castigo por não ter pago à ele.”

Problema 5: Visita Opcional de Alexandria

Houve uma diferença entre o que foi vendido e o que foi feito de fato. Acredito que, mais uma vez, deveu-se a falhas de comunicação, mas de qualquer forma fomos prejudicados de forma irremediável.
Compramos o pacote confiando no que estava escrito, mas alguns pontos não foram visitados, mesmo depois de pedirmos ao guia pra fazer o que faltava. Não conhecemos Pilar de Pompeu (Que segundo o guia, era ‘só um poste’!), as Catacumbas de Kom El Shokafa, Cidadela de Qaitbay (que não entramos) e o cemitério da cidade romana, por exemplo. Coisas que outros viajantes que foram de forma independente e com outros guias conheceram, mesmo pagando bem mais barato ou se deslocando por conta própria (Outros pagaram 500 libras de aluguel do táxi para 4 pessoas pra Alexandria, o que mesmo com todos os ingresso, saiu menos de 50 USD por pessoa, metade do que pagamos). Achamos também a visita um pouco rápida pro longo tempo de viagem.

Problema 6: Visita Opcional de Port Said

Na programação original havia mais coisa do que o que foi visitado. A programação em si decepcionou bastante e quando questionamos do que ficou por fazer, fomos informados que estava fechado.
As Casas típicas de Port Fuad e o Museu Nacional não foram visitados, por exemplo.

Problema 7: Diferença de preços cobrados

Nesse ponto eu entendo que o negociado não sai caro, mas quando pagamos 40 USD, como foi a visita ao Templo de Edfu, por um passeio que quem fez por fora gastou menos de 100 Libras Egípcias (Equivalente a 6 USD) e fez a mesma coisa, não teve como não nos sentirmos enganados.

O passeio do balão também saiu bem mais caro do que pra quem fechou por lá e fez exatamente a mesma coisa que nós (usando inclusive o mesmo transporte até o balão). Pagamos 100 USD por pessoa e nos deslocamos e voamos juntos com quem pagou 25 USD ou 1000 libras pra três pessoas. Entendo que todos tenham que ganhar, mas a diferença foi muito gritante.

Pior ainda foi descobrir que quem fechou antes, pagou ainda mais caro que eu, o balão por exemplo, foi cobrado 199 USD pra quem fechou no Brasil. Pareceu que os preços seguiram a regra de se cobrar de acordo com a “cara do cliente”. Isso incomoda bastante.

Fizemos também passeios de 60 USD nos últimos dias que presenciamos ser oferecido a 20 USD pra quem não tinha tanto interesse. Essas coisas gratificam quem se faz de difícil, e isso não é nosso perfil. Se fosse pra ficarmos barganhando o tempo todo, teríamos ido fora de um excursão, entende.

Quem comprou antes, ainda no Brasil, pagou mais caro do que nós que fechamos lá. Nos pareceu que houve concorrência dentro da própria empresa.

Quando questionamos isso ao diretor da EGP, ele falou que não tínhamos direito à reclamar de nada, pois fechamos com a empresa no Egito e não com a EGP, mesmo sendo com o Guia deles e o pacote deles. Todas as responsabilidades foram jogadas pra cima da ‘Nile Sun’, que é o receptivo local da EGP no Egito.

Problema 8: Diária a mais no cruzeiro

Outra coisa que me incomodou bastante, pois achei (e deveria) estar inclusa, era a última diária do cruzeiro. Segundo o programado e sem pagar os 50 USD a mais que pagamos por esse dia a mais, faríamos o check-out às 3h da manhã pra só pegar o trem de volta ao Cairo às 21h20. Imaginem o cansaço.
Isso num dia em que estava como opcional programado, e que fizemos, um vôo de balão antes do nascer do sol, visitas com sol na cabeça ao Templo de Hatshepsut, Vale dos Reis e aos Templos de Karnak e Luxor. Imagina acordar de madrugada, fazer tudo isso, emendar numa viagem de 10 horas de trem sem banheiro e sem cama, pra chegar na Cairo pra já sair pras visitas programadas de Menphis e Sakara, como nós fizemos.
Foi quase uma obrigação pegar essa última diária no cruzeiro, pra pelo menos tomar um banho antes de ir pro trem. Mais 50 USD não previstos que tiveram de ser gastos. Aos colegas que não tinham como pagar a diária extra do quarto, nós deixamos que utilizassem o nosso, para pelo menos um banho, era o mínimo a se fazer naquela situação.

Problema 9: Trem e ausência de opção de avião

Sei que foi inocência minha não confirmar isso antes ou pesquisar melhor, mas quando lemos que as viagens de trem Cairo-Aswan e Luxor-Cairo eram de primeira classe e noturnas, pesquisamos na internet e só vimos relatos naqueles trens que possuem cabines e leitos. Descobrimos lá que iríamos em poltronas e não haveria um chuveiro sequer pra um banho.
Não posso confirmar, mas alguns que estavam conosco garantiram que ao comprar o pacote foram informados que o trem era leito com cama.
Além de descobrimos lá que viajaríamos em poltronas, descobrimos no trem que os banheiros era inutilizáveis e as luzes não se apagavam em momento nenhum da viagem, além do fiscal passar de tempos em tempos querendo ver seu bilhete e te cutucando, isso durante todas as horas de translado.
Além disso, a opção de voltar de avião pro Cairo, coisa que todos queríamos depois de encarar a cansativa viagem de ida, só nos foi dada quando era tarde demais. Já não haviam mais vagas pra todos e os preços estavam bem maiores.

Problema 10: Vôo Rio-São Paulo

Quando fechamos o pacote, informamos que éramos do Rio. Como em nenhum momento nos foi oferecido esse translado ou a extensão do voo, compramos as passagens aéreas nós mesmo. Chegando lá descobrimos que quem pediu, teve seu voo estendido pro Rio. Me incomoda ter que barganhar ou ficar pedindo por essas coisas, entende.
Chato isso de descobrir que quem reclamou ou pediu teve privilégios. Além do que, o fato de ter comprado o vôo em separado, diminuiu o volume de malas que teríamos nessa perna final, o que causou custos de peso extra para uma das viajantes.
O mesmo ocorreu com a troca de hotéis. Quem pediu teve upgrade pro Meridien, quem não pediu ficou no Horizon. Isso nos incentiva a sermos chatos, barganhar e pedir tudo o que puder numa próxima vez, o que não é bom pra gente, que não gosta de ficar pedindo, tampouco pra agência que tem que se desgastar muito mais na negociação.
Vale deixar claro que os valores foram similares, independente de voo a mais ou nível do hotel.

Problema 11: Primeiros Almoços

No primeiro dia, com a gente ainda em adaptação e sem conhecer nada, ainda em outro fuso horário e depois de ouvir um discurso sobre pessoas passarem muito mal com a comida do Egito, fomos induzidos a ir a um restaurante de 20 USD. O lugar era um buffet honesto, mas nem de longe valia os 20 USD. Coisa que confirmamos depois quando almoçávamos muito melhor com menos de 20 Libras (pouco mais de 1 USD). Todos consideraram que se aproveitaram de nós.
Também no segundo dia, fomos num segundo restaurante no qual me recusei a comer e que, depois de conversar com o guia, também nos cobrou 15 USD. Valor acima do que valia também.
Houve, em outros dias, uma pressão muito grande pra se fechar o almoço onde os guias queriam. Mas depois dessas primeiras duas experiências, todos refugaram.

Problema 12: Insistência nos Pacotes Opcionais

Nesse ponto concordo que a comodidade de manter o mesmo guia e seus conhecimentos arqueológicos e boa disposição pra fazer além do combinado, me fizeram escolher fazer todos os passeios com o Walid (Nosso guia pela EGP), mesmo que pagando mais caro. Gostei muito dele e todas os opcionais que fizemos, e fizemos todos, nos agradaram bastante.
O que nos incomodou foi a insistência em vende-los aos demais. Parecia que ele estava convencido que todos nós faríamos todos os passeios com ele, quando alguns, por não querer gastar ou por preferir fazer outra coisa, ou simplesmente querer andar por conta própria e fazer seu próprio roteiro, não quiseram fechar com ele, o que gerou horas de tentativa de convencimento e justificativas de como seria ou foi melhor fechar os passeios com ele. Isso foi chato. E chegou ao ponto de vender uma insegurança irreal do Egito para que todos ficássemos todos os dias com ele, insegurança essa que não percebemos quando andamos sozinhos.
Mais ainda, nos aborreceu a grande diferença nos valores que nos foram cobrados, inclusive entre membros desse nosso mesmo grupo.

Problema 13: Check-in do voo de volta

Não foi feito o check-in prévio, embora o guia disse ter tentado, e tivemos que fazer na hora, deixando alguns grupos e uns casais separados no voo.

Problema 14: Esquecimento no Pacote “Terra Núbia”

Houve uma passagem com duas senhoras na visita à Terra Núbia que nos assustou bastante. Primeiro que a visita constava de um banho no Rio Nilo e um trecho a camelo, coisas que uma senhora de mais idade não conseguiria fazer, e deveria ter sido informada de tal previamente. (Aliás a falta de informação e descrição detalhada dos passeios gerou alguns outros ocorridos).
Segundo que ao preferir ficar no barco, por não querer andar o trecho a camelo, as senhoras foram “esquecidas” no barco até o horário de todos irem embora, quase 3 horas depois, no meio da noite, e elas dentro de um barco com 3 senhores estranhos à elas. Elas estavam paradas no portinho da terra Nubia, onde se não tivessem sido esquecidas, poderiam ter feito tudo que fizemos em terra firme, retirando apenas o trajeto do camelo.

Problema 15: Ausência de café na volta ao Cairo

Quem, ao contrário de mim, não fez o passeio do último dia, acabou por ser deixado no hotel pela manhã, sem os quartos liberados e sem o café da manhã. A falta de cuidado com comida se deu desde o primeiro dia, quando chegamos cansados e com fome, e fomos largados no hotel após um discurso de “não saiam do Hotel caso não queiram morrer”, totalmente exagerado, principalmente por ter várias lanchonetes em nossa calçada (Só descobrimos no dia seguinte).


Resumo das críticas

Em resumo, o que ocorreu de pior foi um terrorismo psicológico, insistência e certas humilhações que as pessoas, algumas idosas, se sujeitaram por estar num país desconhecido e com língua e costumes distintos. O sentimento que ficou é que fomos explorados por conta dessa insegurança.

Resposta deles:

“Realmente as pessoas locais conhecem melhor a situação real do Egito, e por isso se preocupam demais e são meio insistentes prezando pela segurança, as leis no Egito são muito rígidas, se acontece alguma coisa com um cliente vão buscar imediatamente os fornecedores locais pois são os responsáveis, e isso pode até fechar uma empresa no local. Talvez por isso tenham se sentido pressionados, mas é cultural.”

Elogios

Os passeios incluídos no pacote foram muito bons. Superaram expectativas como o próprio Egito nos surpreendeu.
O Egito, de uma forma geral nos agradou muito. Nos apaixonamos pelo povo e a boa condução da viagem ajudou muito nisso. A preocupação com nossa segurança em alguns momentos acabou sendo um bom ponto positivo.
As visitas às “fábricas” de papiro, tapete, alabastro, perfumes… embora comerciais, compuseram bem o roteiro e agradaram a todos.
Destaque pra visita à Terra Núbia que fizemos. Menphis e Sakara também foram surpreendentes, assim como o Templo de Abu Simbel.
O guia, ao saber dos descontentamentos, tentou compensar-nos com descontos e aumento dos pontos visitados. Nisso ele realmente se esforçou.
Os próprios conhecimentos arqueológicos do guia foram um destaque e nos fizeram optar por fechar os pacotes adicionais com ele.


Sugestões de melhoria

Faltou explorar um pouco mais o lado gastronômico do Egito.
Eu não sou fã de compras, mas o brasileiro de uma forma geral gosta bastante de comprar, então incluir um dia de compras no roteiro pode agradar bastante.
Eu gostaria de ter feito mais coisas, ou em maior tempo no Cairo mesmo. Cidadela, o Bairro Islâmico, a Torre do Cairo.
O guia de Abu Simbel poderia dar as explicações no ônibus. Já tínhamos pouco tempo no local por conta da saída do barco, e ele deixou pra dar as explicações depois que chegamos lá. Nós tivemos que sair e deixar ele falando sozinho pra conseguir ver tudo o que queríamos no tempo que tínhamos.


Avaliação do atendimento Pós Venda

Sabemos da importância desses feedbacks e esperávamos poder ajudar a empresa evitando que os próximos viajantes passem pelo que passamos. Achamos que seria justo que a EGP recebesse nosso relato para as devidas providências. Enviamos um email com tudo isso logo após nossa viagem. Não tivemos um retorno, então colocamos no reclame aqui para que todos possam ter acesso às pegadinhas do pacote que compramos.
Após colocarmos no reclame aqui, o atendimento ficou muito pior do que antes, ficamos muito mais insatisfeitos do que chegamos. Vou colar partes das respostas que recebemos do diretor:

A primeira mensagem que recebi deles:

vi sua reclamacao no reclame aqui, gostaria de saber se vc tem provas de que nossa empresa pagou pra alguem a passagem voo Rio/Sao Paulo/ Rio ?”

Minha resposta:

“Oi Mohammed,Tenho contato com as pessoas que fizeram esse pacote com a perna RJ> SP. Esses valores foram eles que nos passaram.Um pagou R$5990/pessoa e teve hotel 5 estrelas, vôo de RJ > SP > RJ e seguro viagem.Nós pagamos R$522,50 a menos, total de R$5467,50 por pessoa e não tivemos nada disso, assim como vários outros que moravam no RJ e avisaram que moravam no RJ. A agência poderia ter oferecido esse pacote com Up de hotel e passagem. Uma das que estavam conosco pagou R$600 apenas de excesso de bagagem por pegar um voo SP > RJ com franquia de bagagem incompatível com os demais voos.”

Recebi como resposta que cada um fechou em uma data, com um dólar diferente, etc. Respondi que compreendia, mas que sugeria que fosse pelo menos oferecido tais upgrades para todos. E me perguntou com o que nos estávamos chateados e o que queríamos. Informei que o mínimo que esperávamos para todos os lesados era:

  • Devolução de 50usd pra quem foi pra Alexandria (por não ter feito tudo, já tinha sido concedido a alguns do grupo)
  • Ressarcimento da diferença dos passeios (pra quem pagou a mais, os que saíram com os pacotes comprados do Brasil)

Porém informei que de forma alguma tiraria nossa reclamação do Reclame Aqui, pois assim como eu busquei por eles lá quando fui viajar e não tinha nada, outras pessoas também procuram antes de viajar, e eu acho justo que elas saibam de tudo que aconteceu e de como foi resolvido.

E o que recebi de respostas foi mais decepcionante ainda: (Estou copiando e colando exatamente as respostas que recebi)

“voce infelizmente so esta estragando o nome da empresa ,deixando agente ou ocultando a verdade de nos poder melhorar , porque se vc ligar aqui vc vai falar comigo e fora que vc pode ter meu cellular 011 93802 6089 , aqui na empresa vc e unica nas demais vc e apenas numro”
“Amiga vc comprou isso da aqui ou do Egito? se for do Egito cobra do pessoal de lah, oque eu devo a voce e oque eu realmente te vendi , entendeu?”
“Amiga, vamos por ponto , se voce comprou aqui no Brasil, aqui no Brasil tem impostos, custo de vida e tudo mais alto, alem que eu tenho que cobrar pelo meu servico, no Egito nao tem imposto, custo de vida baixo, povo vivi dependendo de gorjeta , e totalmente differente , agora oque maioria das pessoas tem com a Egp e o passeio das pyramides e das fabricas, o demais se o guia quizer vender , e com o guia isso nao temos responsabilidade …. ”

Para essas, respondi isso:

“Pra nós não existe diferença entre a EGp e a empresa local, pra nós que compramos o pacote no Brasil, a responsabilidade de tudo é de vocês. Nós não sabemos nem qual foi a empresa local que nos atendeu, nós fomos clientes da EGP para essa viagem, não deles. Eu entendo perfeitamente. Vc me deve o que vendeu. Estando lá, com a empresa de vocês, ​ou que vocês terceirizaram, continua sendo vocês e não a empresa de lá. Aqui não há o que fazer, apenas expus a insatisfação de saber que pagamos 100 dólares em um passeio que quem estava com a gente pagou 20.”

E foi esse o ultimo email que recebi

“amiga se vc nao fechou aqui no Brasil e preferiu comprar localmente e porque vc viu alguma vantagem comprando lah….. eu nao tenho nada aver com algo que o cliente faz alem dos servicos que ele me comprou aqui com a nossa empresa por isso que exisite contrato
agora voce foi lah comprou de alguem, eu nao tenho nada aver com isso
se vc tinha comprado comigo aqui no Brasil, vc teria todo direito e eu te rembolsaria 100% , cada um pode ir pra justica vai perder uma vez que eu nao sou o fornecedor , entendeu?
eu assumo 100% oque vendo …. mais mesmo assim vou conversar com pessoal local e ver oque posso te ajudar, pode ser assim?
Mohammed” 

Após isso desisti de discutir por e-mail e voltei para o Reclame Aqui, quando vi que tinha recebido essa resposta

“Sr.Mohammed, respondeu a Cliente e conversou com ela com objetivo de solucionar o problema , ai que descobriu que a passageira comprou seus passeios no Egito diretamente ( e nao quis comprar aqui no Brasil ) ai como ela reclama da EGP sendo que ela comprou de uma outra empresa, como ela quer garantia de bons serviços sendo que ela comprou localmente , agente aqui no Brasil paga impostos, taxas, temos que dar a garantia do serviço perfeito, o cliente vai e compra direto achando que e mais barato porem e sem garantia e sem assistência , infelizmente a EGP não pode assumir um ônus que não foi feita pela empresa …em fim…queremos ser claros que só assumimos oque foi comprado na EGP VIAGENS ….”

Minha resposta

“Gente, essa empresa conseguiu superar todas as meus parâmetros de péssimo serviço. Eu não ia processar, mas depois disso, terei que fazer.
A empresa justifica que não foram comprados os pacotes com ela, né? Deixe-me explicar novamente. Chegamos ao Egito e fomos recepcionados pelo agente de viagens deles lá. Alguns saíram com os pacotes fechados do Brasil, outros não quiseram, como nós, pois achamos que estava caro e não gostaríamos de andar em grupo. Chegando lá, o guia da agencia falou que conversou com a agência e que conseguiria um desconto para os pacotes que nos foi oferecido, alguns saíram até pela metade do preço. Sendo assim, fechamos os pacotes, que nos foram enviados por email, porém, ao inves de fechar com o vendedor da EGP, fechamos diretamente com o Guia deles, que estava guiando todo o grupo que fechou aqui no Brasil. Se eu fechei uma viagem com a EGP com guia, eu chego lá e ele faz um desconto para os pacotes que já tinham sido oferecidos e a gente fecha, a agencia não é a EGP? Quem é então? Se estávamos o tempo todo sendo guiados e orientados pela equipe da EGP no Egito, com quem foi que eu fechei? Se vocês contratam um guia no Egito para o grupo que está viajando com vocês, de quem é a responsabilidade? Se fosse pra jogar a culpa em outro, eu não tinha fechado com vocês. Me diz o nome da empresa que vocês contrataram lá pra fazer o serviço que vocês venderam pra gente então!
Eu não comprei de outra pessoa, comprei com o representante de vocês em solo, o guia, a unica pessoa que a gente tinha acesso da empresa lá.
A pior agencia de viagens do Brasil!”

Dai foi mais mensagem pra lá, mensagem pra cá… resumindo:

“não e minha responsabilidade …a responsabilidade e de lah …não temos guias próprios … o cara vem e faz o serviços …ele quis te vender porque quis ganhar a mais e você viu nisso um beneficio tudo bem, porem não foi com a EGP , entendeu ?”
 
“a sua reclamação infelizmente não tem cabimento …agente vai pedir pro reclame aqui tirar a reclamação ….se você tinha comprado pela EGP viagens ai tudo bem….agora olha bem seu pacote nem guia ta incluído a não ser no tour das piramides e fabrica…você contratou o guia por demais dias… ou você se entrou dentro de um grupo que clientes que pagaram para ter um serviço, uma assistência , caso tiver algum problema…agora não posso igualizar quem pagou e quem não pagou localmente … nunca você comprando direto sai mais barato …”

E depois disso, tive que encerrar a discussão, pois não melhoraria nada:

“O meu pacote tinha Guia, como você falou. Ele estava incluso em alguns passeios e era possível fechar os adicionais. Quem fechou no Brasil, teve o mesmo guia que a gente, a diferença é que chegando lá ele fez para o grupo preços melhores, nos comunicando que a agencia tinha autorizado. Era o guia de vocês! Em momento nenhum ele falou que estava trabalhando para empresa nenhuma que não fosse a EGP. Ele sempre falou em nome da Egípcia Tours, durante toda a viagem. Nós tivemos guia incluso para passeios à fábricas, o mesmo guia nos acompanhou nas viagens de trem e cruzeiro, como agora vocês dizem que não eram vocês? Como se eu tivesse procurado uma empresa lá no Egito sozinha e contratado. Foi o guia de vocês, que nos buscou no aeroporto, nos acompanhou em toda a viagem e tentava nos vender insistentemente os passeios todos os dias. Em momento nenhum ele falou que estávamos comprando direto, ele em todo momento falou em nome da Egípcia Tours. Não quero mais discutir com vocês. Aqui fica o aviso para demais clientes: Não fechem negócio com a Egípcia. Fomos um grupo de mais de 20 pessoas e todos saíram insatisfeitos. Alguns estão processando e outros simplesmente juraram nunca mais viajar pela EGP e fazer o que estou fazendo aqui, avisar à todos sobre o serviço prestado.

“Bom, encerro aqui a minha discussão, pois eu queria apenas mostrar aos demais clientes que não vale a pena utilizar os serviços da EGP no Egito. Mas depois desse pós venda que recebi, não aconselho que utilizem para lugar algum.
Vocês já viram como serão tratados né? Não fui a única, recebi várias mensagens de pessoas que passaram pelo mesmo problema.Vocês vão fechar serviços em solo, com a equipe deles (Ou contratada por eles), e se der qualquer problema, eles vão falar que não tem nada com isso. Nossos problemas foram muito além de pacotes fechados em solo, tivemos diversos problemas com os serviços contratados no Brasil, como descrito no primeiro relato.
A gente fecha com uma empresa pra ter mais segurança, e não ser enrolado no lugar, e o que eles entregaram foi o oposto disso.
Se querem uma empresa responsável, sem pegadinhas e que não vá te fazer de trouxa, procure a Emílio Turismo ou a GobyTur. Arrependimento de vida só ter conhecido eles depois dessa viagem.”

E minha conclusão final depois de todo esse pós atendimento:

O que estava ruim, ficou pior. Fiz uma reclamação, para dar oportunidade de retratação ou um pedido de desculpas. O que recebemos foram justificativas infundadas e tentativas vãs de fuga de responsabilidade.

Quando até a diretoria de uma empresa não admite suas falhas e se propõe a solucioná-las, a empresa está fadada ao fracasso e a uma permanente má prestação de serviços.

Em 2019 recebemos um comentário aqui dizendo que nada mudou, continuam agindo da mesma forma.

Mais uma vez, desaconselho. Façam suas viagens sozinhos, ou contratem empresas responsáveis, se preciso, me escreva nos comentários que lhes recomendo várias, como a Emílio Turismo ou a GobyTur. Se vocês conhecerem outras e quiserem recomendar, usem os comentários, por favor, assim vocês ajudam os outros viajantes.

Aos demais clientes, desejo-lhes boa viagem e que nunca passem pelo que passamos.

Como tirar o visto para o Egito: No Aeroporto do Cairo ou Antes


Brasileiros precisam de visto para entrar no Egito!
Antes de 2015 era padrão conseguir esse visto na chegada no aeroporto, mas desde então eles exigiram que os visitantes chegassem com o visto no passaporte. PORÉMMMMM! Tenho uma boa notícia à vocês, que não sabemos até quando será: Ainda é possível conseguir no aeroporto!

Visto na chegada no aeroporto

Ainda é possível conseguir direto no aeroporto por US$ 25 (Leve a quantia exata de dólares, pra evitar perder dinheiro). Eles suspenderam a decisão de pedir o visto antes pois precisam instalar um sistema de visto eletrônico que pode demorar sabe-se lá quantos anos. Se alguém souber de alguma atualização, escreve pra gente, por favor!
No Site do Itamaraty, ainda em 2018 dizia o seguinte: O visto para entrada no Egito pode ser adquirido quando da chegada no Aeroporto do Cairo, ou nos postos de fronteira, caso a viagem seja pela via terrestre, mediante o pagamento da taxa de US$ 25,00. O visto pode ser renovado posteriormente junto à autoridade migratória egípcia (“El Mugamma”).

Passo a Passo

1) Formulário da Imigração
2) Solicitando o visto
3) Passando pela Imigração
1) Formulário da Imigração
Dentro do avião, a companhia aérea distribuirá o formulário para preenchimento de seus dados. Esse formulário é o que será entregue na imigração para conseguir o visto. Se eles não entregarem, você terá que retirar diretamente na imigração e preencher lá.
Nossa sugestão é já preencher dentro do avião, pra agilizar o seu processo. Leve sempre uma caneta da bolsa.
No formulário será solicitado os seguintes dados:

  • Trip No: Preencha com o número de Voo
  • Arriving From: Diga de que país está vindo. Memso que tenha feito escala na Etiópia ou outro país, preencha o real país de partida, provavelmente Brasil.
  • Family Name: Coloque seu sobrenome
  • Fore Name: Coloque seu primeiro nome (Se for nome composto, coloque os dois)
  • Nationality: Informe a sua nacionalidade
  • Passport Number: Informe o número do Passaporte
  • Address in Egypt: Informe o endereço que ficará no Egito, o endereço do Hotel do Cairo ou o que ficará mais tempo.
  • Purpose of Arrival: Propósito da Visita – Selecione Turismo

2) Solicitando o visto
Depois que você desembarcar, antes de pegar as malas, haverá um balcão com uma fila, onde você vai solicitar o visto de 30 dias com entrada única que custa $25 dólares. Isso ainda não é a imigração, é apenas a compra do visto.
Sugerimos levar o dinheiro trocado.
Tenha em mãos:

  • Passaporte
  • Formulário preecnhido
  • 25 dólares por pessoa

3) Passando pela Imigração
Já com seu visto comprado, dirija-se para a fila da imigração.
Tenha em mãos:

  • Carteira de Vacinação comprovando que se vacinou contra febre amarela;
  • O visto que você acabou de comprar;
  • O Formulário da imigração;
  • Passaporte.

Visto Antecipado

A maior parte da informação na internet está desatualizada. Mas nós vamos ensinar como tirar aqui no Brasil, caso volte a vigorar essa regra, ou você queira se precaver.
O consulado fica no Rio de Janeiro, e você pode fazer pessoalmente. Mas caso more longe, dá pra fazer o pedido via Correios.
Sim, dá medo colocar o passaporte aos cuidados dos Correios, sugiro que faça via Sedex, ou carta registrada para acompanhar onde seu documento está. Mas sim, há a possibilidade de roubo de cargas, estamos falando do meu lindo <3 estado do Rio de Janeiro, aqui, isso é bem comum.
Antes de tudo, envie um email ([email protected]) pra eles e pergunte qual o procedimento, pra confirmar o que colocamos aqui, essas coisas sempre mudam.
Você vai precisar desses documentos:

  • Passaporte com validade acima de 6 meses.
  • 2 fotos 3×4 fundo branco
  • Certificado original internacional de vacina contra a febre amarela – Anvisa
  • Taxa em espécie
  • Valor cobrado: Classe Turismo: R$115 – entrada única que vale por 30 dias. Você pode pagar também R$165 e ter múltiplas entradas por até 90 dias.

Esses eram os valores de 2016 é bom dar uma checada através do e-mail: [email protected] Entre em contato com eles para que receba o formulário do visto.
Em no máximo 3 dias úteis eles já liberam o visto e devolvem o passaporte pra você.
Existem os dois tipos de visto que falamos aí em cima, com permanência máxima de 30 ou 90 dias, contando a partir do dia que você entra no país.  Mas pode ficar tranquilo, pois o visto pode ser solicitado quanto tempo antes você quiser.
Você tem que informar a data da viagem, chegada e saída. Se ela durar menos que 30 dias, eles colocarão a validade a partir de alguns dias antes de sua chegada, até alguns dias depois da sua previsão de partida.

Viagens à Palestina

A fronteira do Egito com a Palestina encontra-se fechada de forma permanente. Só esteve aberta durante 19 dias em 2015. É área de alto risco onde atua grupo terrorista.

Mais Informações

Embaixada do Egito em Brasilia

SEN Av. das Nações Lote 12 – Cep: 70.800-914 – Brasília, DF

:: Telefone: +55 61 3323-8800, Fax: +55 61 3323-1039
:: E-mail: [email protected]

Consulado do Egito no Rio

Rua Muniz Barreto, 741 – Botafogo – Cep: 22.251-090 – Rio de Janeiro, RJ

:: Telefone: (21) 2554-6664, Fax: (55 21) 2552-8997
:: E-mail: [email protected]

Escritório Comercial do Egito em São Paulo

Av. Paulista 726, 8º andar, Conj. 802 – Cep: 01.310-910 – São Paulo, SP

:: Telefone: (55 11) 3284-8184, Fax: (55 11) 3283-5187
:: E-mail: [email protected]
Espero que tenha ajudado, e se ainda restar alguma dúvida, sugestão ou contribuição, comenta aí embaixo que a gente responde 🙂

5 melhores sanduíches do mundo

Alguns historiadores afirmam que comer pão recheado com carnes e embutidos é um costume muito antigo, e que antes de Cristo já se faziam misturas de pão com carnes durante a celebração do Pessach – a páscoa judaica. Mas o nome sanduíche, que deriva da palavra inglesa sandwich, ficou famoso por causa de John Montagu, 4º Conde de Sandwich, uma pequena vila da Inglaterra. A ele é atribuída a invenção do sanduíche, porém essa afirmação nunca foi comprovada.
Antigo ou não, esse costume se espalhou por todo o mundo, que se encarregou de criar diversas variedades. Em nossas andanças pelo mundo já provamos alguns deles e fizemos uma seleção especial dos 5 melhores que provamos até hoje, e é claro, com as receitas pra você fazer em casa. Já fizemos alguns e não tem mistério, se adaptar alguns ingredientes fica mais fácil ainda.
Foi meio difícil classificar o melhor, e isso depende de gosto pessoal. Como amamos queijo, fizemos uma classificação um tantinho tendenciosa à esse maravilhoso ingrediente, mas fique tranquilo, tem sanduíche sem queijo também, para agradar à todos os gostos.

5# Chivito

chivito
O Uruguai se destaca na culinária pelo uso de cortes de carne macios e deliciosos. No Chivito, o sanduba mais típico do país, não seria diferente. Mas além da carne, ele leva muitos (muitos mesmo), outros ingredientes: O pão é recheado com carne, queijo, presunto, ovos e maionese, mas há variações que incluem salada e bacon, por exemplo, e costuma ser servido com batata frita.
Se quiser tentar fazer esse, clica aqui e veja a receita.

4# Philly Cheese Steak

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O cheesesteak é chamado de Pilly Cheese Steak por ter sido criado na Filadélfia, onde se tornou um sanduiche regional e servido em vários fast-foods.
Imagina um sanduíche feito de várias camadas fininhas de beefsteak e um mar de queijo derretido em um longo pão hoagie.
O sanduíche foi originalmente criado sem queijo; Olivieri disse que o queijo provolone foi adicionado primeiramente por Joe “Cocky Joe” Lorenza, um gerente, e foi incorporado como parte da receita tradicional.
Cheesesteaks tornaram-se populares em restaurantes e carrinhos de comida em toda a cidade, com muitos locais sendo de propriedade independente. Variações de cheesesteaks são agora comuns em várias cadeias de fast food e muitos estabelecimentos fora da Filadélfia referem-se ao sanduíche como um “Cheesesteak de Philly.”
Quer tentar fazer? Clica aqui e olha o passo a passo.

3# Francesinha

Francesinha com batata
Principalmente no Porto, todo restaurante tradicional ou boteco serve pelo menos um tipo da Francesinha. Há versões com salada, frango no lugar do bife, vegetariana, sem ovo… E todas são divinas! Não se engane pelo seu nome delicado, ela tem cerca de 1200 calorias e é enoooorme!
A lenda diz que esse sanduíche foi criado por um morador do Porto que viveu na França.
Enquanto as Portuguesas vestiam-se de preto dos pés a cabeça, as parisienses usavam mini saias e roupas justas, servindo de inspiração na criação de um prato que fosse tão quente, gostoso e picante como elas. Um prato que chamou de Francesinha.
É um sanduíche saboroso e suculento recheado com carne, presunto, salsicha, linguiça, queijo, ovo… E coberta com um lençol de queijo e um molho à base de cerveja e uísque.
Nós já fizemos em casa e deu certo. Clica aqui e dá uma olhada na receita.

2# PoBoy

Po Boy
Um “Po-Boy” é um sanduíche tradicional de Nova Orleães, Luisiana. Ele é feito numa baguette de pão francês, e tem um recheio de carne. Os mais vendidos são os recheados com camarão, peixe ou ostras empanadas. O recheio leva também picles, molho picante, alface e maionese. O pão, no entanto, é o ingrediente mais importante: deve ter uma crosta crocante e um miolo macio.
Sim, ele é simples e é o nº2 do nosso ranking, porque o gostoso não precisa ser complicado 😛
Vá comprar uns camarões e fritar à milanesa, é facinho de fazer, clica aqui que tem a receita.

1# Casa Guedes

Casa Guedes

Esse talvez seja impossível reproduzir. Um de seus ingredientes principais é o queijo da serra da estrela e creio que a melhor forma de você provar um autêntico Sande da Casa Guedes seja seguindo para o Norte, atravessando o Atlântico, pedir para descer no Porto, em Portugal, e ir direto para a Praça dos Poveiros, 130. Pode ser um pouquinho longe, mas vale a pena.

O Sande é feito com aquele pão crocante que os Portugueses sabem bem como fazer, e recheado com pernil mergulhado no caldo do pernil com um molho escuro. A versão mais famosa tem o acréscimo do Queijo da Serra da Estrela no final, bem derretido, quase em textura de requeijão cremoso.

Nós fizemos um post falando só dele, clica aqui.

Sanduíches Bônus

Esses aqui nós também não podíamos deixar de fora, não entraram nos 5 por motivos diversos, mas merecem um destaque.

Sanduíche de Muffuleta

 
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O muffuletta é um pão grande, redondo, e um tanto achatado com uma textura resistente, em torno de 25 cm transversalmente. (ENORME)
Em 1906, Salvatore Lupo, dono da Central Grocery Co (New Orleans – Decatur Street), criou o tradicional sanduíche muffuletta é feito com o bolo de muffuletta e combinado com salada marinada, mussarela, salame, mussarela, presunto e provolone e azeite, muuuuito azeite!
É um sanduíche popular, originário entre os imigrantes italianos em New Orleans, Louisiana, utilizando o mesmo pão. Ele é servido frio e se comprado na Central Grocery, você provavelmente o comprará já embalado, pois a saída é tanta que eles adiantam a produção de pilhas e pilhas de sanduíches para o dia.

Shawarma

 
Shawarmafood
É um prato originalmente árabe, onde o pão sírio é recheado com fatias finas carne retiradas de um espeto vertical. Nesse espeto rotativo é colocado carnes de cordeiro ou frango, peru, bovina, vitela, búfalo, ou carnes mistas. No sanduba entra uns legumes e verduras também.
Há duas formas de comer: pode ser servido em um prato ou como um sanduíche. No prato, o Shawarma é normalmente consumido com tabule, fattoush, pão Taboon, tomate e pepino. Os molhos que combinam são tahine e hummus.
Uma delícia!

Eggs Cochon – Ruby Slipper

dsc_0459
6340812760_ab04be9a21_bNão tive como não comentar desse “sanduíche”. Ele não é do tipo que foi inventado e vários copiam, só comemos em um lugar, o Ruby Slliper, em New Orleans. O pão na verdade é um ‘Biscuit’, que são pãezinhos de farinha de trigo e fermento químico, como esses da foto aqui do lado.
Então imagina aqui comigo….eles pegam esse pão quentinho, recém assado, abrem, colocam por cima restos de carne de porco desfiada, bem suculenta feita com maçãs, e por cima disso tudo, ovos pochê e molho hollandaise. Confesso que foi uma das melhores coisas que já comi na vida.
Esse eu ainda não fiz, mas foi escrevendo a ultima frase acima que eu não resisti e decidi colocar a receita aqui no blog como meta para minha evolução culinária. 😛 Se vc fizer, me fala se deu certo?
Tá aqui o post falando só dele e a receita.

Falafel Kebab

Golden_Falafel
Falafel_ballsCom receita originária do Oriente Médio, o falafel é um um salgadinho, são bolinhos fritos de grão-de-bico ou fava moídos, normalmente misturados com condimentos como alho, cebolinha, salsa, coentro e cominho. Hoje, o falafel é consumido em todo o mundo.
Ele é consumido em pratos, acompanhando refeições, mas foi adaptado para sanduíche com o pão pita e homus (pasta de grão-de-bico), tahine (pasta de gergelim) e salada. Uma ótima alternativa para vegetarianos.
O falafel tornou-se popular entre os vegetarianos e vegans como uma alternativa à carne de alimentos de rua. Embora tradicionalmente considerado como “hambúrguer vegetariano”, o seu uso tem-se expandido à medida que mais e mais pessoas têm adotado uma dieta rica em proteína.
 
 
Prometemos 5 e te apresentamos 9. Que tal testar fazer um desses essa semana e mandar as fotos pra gente?